ARAUTOS NO MUNDO: CELEBRAÇÃO DA VIRGEM DO CARMO EM VENEZA

Festa de Nossa Senhora do Carmo em Veneza na Itália, celebrada por Mons. Adriano Tessarollo, vescovo di Chioggia.

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SOLENE CELEBRAÇÃO EM DEVOÇÃO À VIRGEM DO CARMO

No dia 16 de julho, os devotos de Nossa Senhora participaram com muita alegria e devoção da Santa Missa na Ordem de Nossa Senhora do Monte Carmelo da Bahia, em Brotas. A Solene Celebração foi presidida pelo Bispo Auxiliar de Salvador, Dom Hélio Pereira dos Santos e concelebrada pelos Padres Áureo José Sampaio, Ailan Simões Costa e Pedro Gruzdz.

O Coral dos Cooperadores dos Arautos do Evangelho, como há alguns anos, participou da Missa com cânticos em honra a Nossa Senhora do Carmo. Concomitantemente, a Liturgia da Palavra pôde ser escutada pela participação das Irmãs Carmelitas e dos leigos da Capela.

A Revma. Madre Maria José e as demais Irmãs, ao final da Celebração, puderam cumprimentar a todos que se aproximavam, com gestos carinhoso e fraternal.

Elevemos à  Virgem do Carmo os nossos olhares cheios de fé e esperança. “Bendita e Imaculada Virgem Maria, beleza e glória do Carmelo, Vós que tratais com bondade inteiramente especial aqueles que se vestem do vosso amadíssimo Hábito, volvei sobre mim também um olhar propicio e cobri-me com o manto da vossa maternal proteção. Ornai a minha alma com as virtudes que me faça agradável ao vosso Divino Filho e a Vós. Assisti-me durante a vida, consolai-me na morte pela vossa amável  presença à  Santíssima Trindade, como vosso Filho dedicado para Vos louvar e bendizer eternamente no paraíso”.

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A MISSÃO DOS ARAUTOS

A missão dos Arautos do Evangelho: Levar a devoção a Maria e a Palavra do Evangelho a todos corações, servi a Cristo em nossos irmãos, uma profunda devoção ao Santíssimo Sacramento, a Maria e a Cátedra de São Pedro. Os Arautos querem servir a Santa Igreja onde quer que o Espírito Santo os envie. Fundada pelo Monsenhor João Clá¡ Dias e aprovada pelo Santo Padre João Paulo II em 2001.

 

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CONVITE PARA 7ª AULA DO CURSO DE TEOLOGIA

As pedras jogadas ao ar acabam caindo na terra pela lei da gravidade; as plantas, ainda que nascidas em lugares escuros, procuram o sol pela lei do heliotropismo; os coelhinhos fogem das raposas, pela lei da conservação da vida; os animais defendem suas crias pela lei da perpetuação da espécie… E o homem?

O homem tem leis que o levam a procurar a verdade, a amar o bem, a admirar o belo. São as “leis da gravidade”  que o encaminham para o Céu, resumidas nos Dez Mandamentos da Lei de Deus. Se todos os homens de uma cidadezinha, por minúscula que fosse ou de tamanho babilônico! , respeitassem essas “leis da gravidade” que são os Dez Mandamentos (não roubar, não mentir, não cobiçar…), o convívio nessa sociedade seria como no Paraiso antes do Pecado Original.

Ainda hoje, toda boa mãe sabe ensinar aos seus pequenos quais as “leis” que eles devem cumprir na terra para gozar eternamente das alegrias do Céu. Mas nem sempre é  fácil… Todos precisamos ser ajudados.

Jesus Cristo, quando chegou a hora de partir do mundo ao Pai, no Seu infinito amor pelos homens deixou-nos uma mãe humana, a Santíssima Virgem Maria, e uma Mãe Divina: a Santa Igreja Una Católica Apostólica Romana, a qual com suas leis nos ensina, como amorosíssima mãe que sã quer o nosso bem, o caminho da felicidade: na terra e na eternidade.

Essas leis da Igreja são denominadas direito canônico. Tem algo a ver o direito canônico  com a minha vida de todos os dias?

É o que veremos na sétima aula do Curso de Teologia, no dia 23 de julho de 2017, às 14 horas, em Lauro de Freitas, na Sede Nossa Senhora da Reconquista e São Domingos dos Arautos do Evangelho, ministrada pelo Prof. José Manuel Jiménez Aleixandre, doutor em Direito Canônico, formado em Roma e professor do Seminário dos Arautos do Evangelho em Caieiras (SP).

 Como chegar:  (ver mapa) ao lado do Batalhão de Choque da PM.
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SANTO DO DIA: NOSSA SENHORA DO CARMO E O ESCAPULÁRIO

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Assim como vestiu seu Filho Jesus com uma túnica de valor inapreciável, Maria Santíssima quer nos revestir, a nós, seus filhos adotivos, com a mais eficaz das vestimentas.
Antecipando o monacato católico, uns tantos discípulos de Elias escolheram o alto do Monte Carmelo para, ali, abrasar a contemplação. Assim permaneceram na sucessão das gerações, até a vinda do Senhor. Vários deles se converteram depois de Pentecostes e foram os primeiros a erigir um oratório em louvor a Nossa Senhora.

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Tácito relata-nos que o Imperador Vespasiano subia ao Monte Carmelo para consultar um oráculo,  e lá  ouvia as orientações de um sacerdote chamado Basilido que, a certa altura, prognosticou-lhe um grande sucesso (1).

Outro historiador, Suetônio, reforça o relato feito por este, acrescentando que Vespasiano ia ao Carmelo à procura de uma confirmação de seu destino e de suas cogitação, e de lá retornava cheio de ânimo (2).

Autores de peso discutem entre si, se o oratório lá existente seria de origem pagã ou se, de fato, já se tratava de um santuário dedicado à  Santíssima Virgem. Entretanto, inteiramente certa é a enorme antiguidade da Ordem do Carmo.

Depois de Elias, seu discípulo Eliseu continuou a habitar aquela montanha, rodeado de “filhos dos profetas” (cf. 2Rs 2,25; 4, 25; 4,38, etc.). Conhece-se ali uma “gruta de Elias” e uma caverna chamada de “Escola dos Profetas”.

Mas o primeiro documento da História que chegou até nós, mencionando um grupo de eremitas no Monte Carmelo, é a da metade do século  XII. Viviam eles sob a direção  de um ex-militar de nome Bertoldo. Em 1154 ou 1155, um parente deste Aymeric, Patriarca de Antioquia, o orientara no estabelecimento do eremitério. A um monge grego, João Focas, que o visitou em 1185, São Bertoldo contou ter-se retirado com dez discípulos para o Carmelo em virtude de uma aparição de Santo Elias. Essa comunidade recebeu pouco depois, do Patriarca de Jerusalém, Santo Alberto, uma regra, que foi emendada e definitivamente aprovada pelo Papa Inocêncio IV, em 1247. Estava, assim, constituída a Ordem do Carmo.

A primeira vestimenta foi confeccionada por Deus

Nossa Senhora do Carmo e o Escapulário (3).jpgA primeira veste de que se tenha notí­cia na História remonta ao Paraí­so Terrestre. Conta-nos o Gênesis (3, 21) que, após a queda de nossos primeiros pais, Adão e Eva, o próprio Deus lhes confeccionou túnicas de pele e com elas os revestiu. Bem mais tarde, Jacó fez uma túnica de variadas cores para o uso de José, seu filho bem-amado (Gn 37, 3). E assim, as vestimentas vão sendo citadas nestas ou naquelas circunstâncias, ao longo das Escrituras (Gn 27, 15; 1 Sm 2, 19; etc.). Uma túnica porém, ocupa lugar “princeps” entre todas as vestimentas: aquela sobre a qual os soldados deitaram sorte, por se tratar de uma peça de altíssimo valor, pelo fato de não possuir costura. Uma piedosa tradição atribui às puríssimas mãos de Maria a arte empregada em sua confecção. Ao se darem conta, os esbirros, da elevada qualidade daquela peça, tomaram a resolução de não rasgá-la.

Assim vestia Maria a seu Filho Jesus, desde o seu nascimento, como esmerada e devotada Mãe. E da mesma forma quer revestir também a nós, seus filhos adotivos, Aquela que “como névoa cobre a terra inteira”. Pois a Ela fomos entregues na mesma ocasião em que os soldados, pela sorte, decidiam sobre a propriedade da túnica de Jesus: “Mulher, eis aí ­ teu filho” (Jo 19,26).

E que roupa nos oferece Ela?

Papas enaltecem o uso do Escapulário

Em 1951, por ocasião da celebração do 700º aniversário da entrega do Escapulário, o Papa Pio XII disse em carta aos Superiores Gerais das duas Ordens carmelitas: “Porque o Santo Escapulário, que pode ser chamado de Hábito ou Traje de Maria, é um sinal e penhor de proteção da Mãe de Deus”.

Exatamente 50 anos depois, o Papa João Paulo II afirmou: “O Escapulário é  essencialmente um ´hábito’. Quem o recebe é agregado ou associado num grau mais ou menos íntimo à Ordem do Carmo, dedicada ao serviço da Virgem para o bem de toda a Igreja. (…) Duas são as verdades evocadas pelo signo do Escapulário: de um lado, a constante proteção da Santíssima Virgem, não ao longo do caminho da vida, mas também no momento da passagem para a plenitude da glória eterna; de outro, a consciência de que a devoção para com Ela não pode limitar-se a orações e tributos em sua honra em algumas ocasiões, mas deve tornar-se um “hábito”.

Esses dois Pontífices confirmam, assim, manifestações de apreço ao Escapulário feitas por vários de seus antecessores, tais como Bento XIII, Clemente VII, Bento XIV, Leão XIII, São Pio X e Bento XV. Bento XIII estendeu a toda a Igreja a celebração da festa de Nossa Senhora do Carmo, a 16 de julho.

Eis algumas das razões que unem os Arautos à Ordem do Carmo e por isso são revestidos do Escapulário além de terem num bispo carmelita, Dom Lucio Angelo Renna, um pai e protetor. ²

Dentre todos os “negócios” de que nos ocupamos nesta vida, há um de tão grande importância que deve ser tratado com absoluta prioridade, sob pena de fracassarmos em todos os outros: nossa salvação eterna!

Certo dia, um repórter meu amigo resolveu fazer em várias cidades uma pesquisa sobre este assunto. Percorrendo as ruas, perguntava aos transeuntes: “Você quer ir para o Céu  ou para o Inferno?” Impactadas, as pessoas respondiam, quase sem refletir: “Claro que quero ir para o Céu!” E tocavam em frente… Alguns, nosso repórter conseguia reter por mais um instante e fazer a segunda pergunta: “Quais os meios que você emprega para alcançar tão grande felicidade?”

Resultado da pesquisa: 100% querem ir para o Céu. Porém, menos de 1% se preocupa sobre como fazer para lá chegar!

São abundantes esses meios. Vamos aqui indicar um dos mais eficazes, que a Mãe de Misericórdia põe à  disposição de todos, sem qualquer exceção. Quem se julgar indigno, por ser grande pecador, lembre-se do que disse Jesus: “Eu não vim chamar os justos, mas os pecadores” (Lc 5, 32).

Trata-se do uso do Escapulário do Carmo, recomendado por vários Papas e Santos. Um destes, São Cláudio de La Colombière, afirma: “Não basta dizer que o Escapulário é um sinal de salvação. Eu sustento que não há outro que faça tão certa nossa predestinação”.

Os grandes privilégios do Escapulário

O Escapulário um sinal de aliançam Nossa
Senhora, e exprime nossa consagração a Ela.

No dia 16 de julho de 1251, São Simão Stock suplicava a Nossa Senhora ajuda para resolver um problema da Ordem Carmelitana, da qual era o Prior Geral. Enquanto ele rezava, a Virgem apareceu- lhe, trazendo o Escapulário nas mãos, e disse essas confortadoras palavras: “Filho diletíssimo, recebe o Escapulário da tua Ordem, sinal especial de minha amizade fraterna, privilégio para ti e todos os carmelitas. Aqueles que morrerem com este Escapulário não padecerão o fogo do Inferno. É sinal de salvação, amparo e proteção nos perigos, e aliança de paz para sempre”. A Igreja assumiu o Escapulário e fez dele uma das devoções mais difundidas entre o povo de Deus.

Em nossa Época de superstições o , não é supérfluo esclarecer que o Escapulário está longe de ser um sinal “mágico” de salvação. Não é uma espécie de amuleto cujo uso nos dispensa das exigências da vida cristã. Não basta, portanto, carregá-lo ao pescoço e dizer: “Estou salvo!”

É verdade que Nossa Senhora não pôs condição alguma ao fazer sua promessa. Simplesmente afirma: “Quem morrer com o Escapulário não padecerá o fogo do inferno”. Não obstante, para beneficiar-se deste privilégio, é preciso usar o Escapulário com reta intenção. Neste caso, se na hora da morte a pessoa estiver em estado de pecado, Nossa Senhora providenciará, de alguma forma, que ela se arrependa e receba os sacramentos. E nisto a misericórdia da Mãe de Deus se mostra verdadeiramente insondável!

Alguns exemplos atestam de modo eloquente esta verdade.

Viajando de automóvel em companhia de um bispo, o autor deste artigo viu uma mulher entrar distraí­da na rodovia e ser esmagada por uma enorme carreta cujo motorista não teve tempo de frear. O bispo mandou parar o automóvel, desceu apressadamente, deu a absolvição sacramental e ministrou a unção dos enfermos à  mulher agonizante. Depois comentou comovido: “Ela estava com o Escapulário do Carmo. Certamente foi Nossa Senhora quem providenciou que um bispo estivesse passando por aqui, justo neste momento!”

Um caso diferente – narrado por Dom Marcos Barbosa na obra “O Escapulário de Nossa Senhora do Carmo” – se passou na Inglaterra. Na hora da morte, um cavaleiro conhecido por sua grande impiedade, em vez de pedir a Deus perdão de seus pecados, blasfemava dizendo: “Quero o inferno e o diabo!” Os presentes, horrorizados, chamaram São Simão Stock, o qual tomou o Escapulário e estendeu- o sobre o blasfemador. Imediatamente este se arrependeu e pediu os sacramentos. Segundo antiga e piedosa tradição, a Santí­ssima Virgem, aparecendo ao Papa João XXII, prometeu livrar do Purgatório, no primeiro sábado após a morte, todos os que portarem devotamente o Escapulário. Este é o chamado “privilégio sabatino”. Para se beneficiar dele é preciso manter a castidade segundo o próprio estado, recitar o Pequeno Ofí­cio da Imaculada ou rezar um terço todos os dias.

E mais: cada vez que o devoto beijar o Escapulário com piedade, fazendo um pedido à  Santí­ssima Virgem, recebe uma indulgência parcial, isto é, a remissão de uma parte das penas que devia cumprir no Purgatório.

Quem usa o Escapulário pode beneficiar-se também de indulgência plenária (remissão de todas as penas do Purgatório) no dia em que o recebe, na festa de Nossa Senhora do Carmo, 16 de julho; de Santo Elias, 20 de julho; Santa Terezinha, 1º de outubro; dos santos carmelitas, 14 de novembro; São João da Cruz, 14 de dezembro; São Simão Stock, 16 de maio.

Proteção nos perigos da vida quotidiana

O Escapulário é essencialmente um ‘hábito’. Quem o recebe é agregado ou associado num grau mais ou menos íntimo à Ordem do Carmo, dedicada ao serviço da Virgem para o bem de toda a Igreja. (Beato João Paulo II)

Nossa Senhora, a melhor de todas as mães, quer para seus devotos filhos não somente os benefí­cios espirituais, mas também os temporais. Assim, quem porta seu Escapulário recebe d’Ela uma proteção especial nos perigos da vida quotidiana.

São inumeráveis os exemplos desse desvelo da Virgem Mãe por seus filhos. Dom Marcos Barbosa, na obra mencionada acima, narra dois bem interessantes.

Em Santo André (SP), uma menina de 5 anos caiu dentro de um poço de 20 metros de profundidade. Uma hora depois, foi encontrada boiando sobre a água, com o Escapulário no pescoço. A famí­lia, naturalmente, atribuiu o fato à  proteção da Mãe do Carmelo.

Em São Paulo, um jovem de 15 anos, ao atravessar de bicicleta uma via férrea, foi apanhado pelo trem. Passado todo o comboio, ele se levantou ileso e, beijando comovido seu Escapulário, exclamava: “Só tive tempo de gritar: ‘Nossa Senhora do Carmo!’ Foi o bentinho d’Ela que me salvou!”

Sinal de aliança com Nossa Senhora

O Escapulário é um sinal de aliança com Nossa Senhora, e exprime nossa consagração a Ela. Seu uso é um poderoso meio de afervorar os que vivem em estado de graça e de converter os pecadores. Deus não deixa sem recompensa nenhum benefí­cio feito a uma pessoa necessitada, mesmo um simples pedaço de pão dado a um indigente. Imagine, pois, como Ele recompensará quem ajudar na salvação de uma alma! Seja, portanto, você também, um ardoroso propagador do santo Escapulário! Nossa Senhora lhe retribuirá com toda espécie de graças e favores já nesta terra; e mais ainda no Céu.

Como receber e usar o Escapulário

1 – Qualquer padre tem poder para benzer e impor na pessoa o Escapulário.

2 – Essa benção e imposição valem para toda a vida, portanto, basta recebê-lo uma vez.

3 – Quando o Escapulário se desgastar, basta substituí-lo por um novo.

4 – Mesmo quando alguém tiver a infelicidade de deixar de usá-lo durante algum tempo, pode simplesmente retomar o seu uso, não é necessária outra bênção.

5 – Uma vez recebido, ele deve ser usado sempre, de preferência no pescoço, em todas as ocasiões, mesmo enquanto a pessoa dorme.

6 – Em casos de necessidade extrema, como doentes em hospitais, se o Escapulário lhe for retirado, o fiel não perde os benefí­cios da promessa de Nossa Senhora.

7 – Em casos de perigo de morte, mesmo um leigo pode impor o Escapulário. Basta recitar uma oração a Nossa Senhora e colocar na pessoa um escapulário já bento por algum sacerdote.

8 – O Papa São Pio X autorizou substituir o Escapulário por uma medalha que tenha de um lado o Sagrado Coração de Jesus e do outro uma imagem de Nossa Senhora. Mas a recepção deve ser feita com o escapulário de tecido.

Oração a Nossa Senhora do Carmo

“Não basta dizer que o Escapulário é um sinal de salvação. Eu sustento que não há outro que faça tão certa nossa predestinação”. São Claudio de La Colombière

Ó Virgem do Carmo e mãe amorosa de todos os fiéis, mas especialmente dos que vestem vosso sagrado Escapulário, em cujo número tenho a dita de ser incluí­do, intercedei por mim ante o trono do Altí­ssimo.

Obtende-me que, depois de uma vida verdadeiramente cristã, expire revestido deste santo hábito e, livrando-me do fogo do inferno, conforme prometestes, mereça sair quanto antes, por vossa intercessão poderosa, das chamas do Purgatório.

Ó Virgem dulcíssima, dissestes que o Escapulário é a defesa nos perigos, sinal do vosso entranhado amor e laço de aliança sempiterna entre Vós e os vossos filhos. Fazei, pois, Mãe amorosí­ssima, que ele me una perpetuamente a Vós e livre para sempre minha alma do pecado.

Em prova do meu reconhecimento e fidelidade, ofereço-me todo a Vós consagrando-Vos neste dia os meus olhos, meus ouvidos, minha boca, meu coração e todo o meu ser. E porque vos pertenço inteiramente, guardai-me e defendei-me como filho e servidor vosso. Amém.

Por Monsenhor João Clá Dias, EP


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UMA VISITA QUE TRAZ ALEGRIA: A VEREADORA NAIDE BRITO NA SEDE DOS ARAUTOS EM LAURO DE FREITAS

A Presidente da Câmara de Vereadores de Lauro de Freitas, Srª. Naide Brito, visitou a Sede dos Arautos, Nossa Senhora da Reconquista e São Domingos, localizada neste município da grande Salvador. “Que paz se sente neste ambiente!”, foi o comentário feito pela visitante.

Esteve presente também o engenheiro José Carlos Farias, que pôde explanar à vereadora sobre as obras que estão sendo realizadas na Capela de São Domingos. Em seguida, foi servido um lanche, encerrando-se a visita com a promessa de outras futuras.

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SALVADOR ACOLHE 38º ENCONTRO NACIONAL DA JUVENTUDE MARIANA

Em meio às comemorações do Ano Nacional Mariano, a cidade de Salvador recebe entre os dias 20 e 23 de julho o 38º Encontro Nacional da Juventude Mariana.

Salvador acolhe 38º Encontro Nacional da Juventude Mariana.jpg

O evento terá a presença de delegações de diversos lugares do Brasil. O tema central intitula-se “Fazei tudo o que Ele vos disser”.

O encontro é direcionado a representações da juventude das Congregações Marianas do Brasil e oferece uma oportunidade de troca de experiências, formação e atualização de conhecimentos.

A reunirão terá lugar na Organização Fraternal São José (Avenida Luiz Tarquínio, nº 18 – próximo ao largo de Roma, Salvador – BA).

Em 20 de julho, a missa de abertura será às 18h, presidida pelo Padre Josué, Assistente do Setor Juventude arquidiocesano.

O Arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil, Dom Murilo Krieger, estará presente no encontro no dia 21. (LMI)


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Os que solicitarem o serviço receberão duas mensagens por dia (manhã e tarde) de segunda a sexta-feira, com o principal conteúdo selecionado pela equipe da Gaudium Press. (EPC)


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MOVIMENTO DAS EQUIPES DE NOSSA SENHORA VISITA FLORIANÓPOLIS

A capital catarinense de Florianópolis recebe de 19 a 29 de julho a reunião e a visita da Equipe Responsável Internacional (ERI), instância de responsabilidade geral do Movimento das Equipes de Nossa Senhora.

O encontro terá lugar no Recanto Marista Champagnat, em Itacorubi, e será inspirado no lema “Sem mim, nada podeis fazer” (Jo 15,5). Esta é a segunda vez que a ERI desembarca no Brasil em missão. A primeira visita da instância foi em 2004, no Rio de Janeiro.

Na primeira parte do evento, entre os dias 19 e 22, haverá a reunião ordinária da Equipe Dirigente da ERI. A partir do dia 23, acontece o encontro anual do Colégio da ERI, com a presença de casais dos países e regiões geográficas nas quais o Movimento se faz presente.

No sábado, 29, a partir das 14h, o casal responsável da ERI e o sacerdote conselheiro espiritual, Padre José Jacinto Ferreira de Farias, acolherão os representantes das equipes brasileiras para uma audiência informal, no auditório da Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC).

“Será um encontro de comunicação, formação, comunhão e de inter-relação da ERI, com as bases do Movimento para a troca de ideias e aprofundamento da experiência de internacionalidade”, informa em nota a Arquidiocese de Florianópolis.

Acerca do assunto e outros temas relevantes à família, ocorre na quarta-feira, 19 de julho, uma coletiva para a imprensa, às 10h, na Cúria Metropolitana. Participam deste momento o casal responsável da ERI; o Padre José Jacinto; Hermelinda e Arturo Zamperlini, casal responsável pela Sub-Região Brasil; e o presidente da FIESC, Glauco José Côrte, que é membro há anos das Equipes de Nossa Senhora.

Movimento de espiritualidade conjugal, as Equipes de Nossa Senhora surgiram na França em fevereiro de 1939 através do Padre Henri Caffarel – que tem seu processo de beatificação em andamento.

Lê-se nos Estatutos: “os casais, conhecendo a própria fraqueza e a limitação das próprias forças, como também a boa vontade que os anima, e porque depositam uma fé indefectível no poder do auxílio mútuo fraternal, decidem unir-se em equipe”.

Os casais das Equipes dedicam-se em não perder de vista a presença de Cristo entre eles e se empenham em uma vida de estudo, bem como no cumprimento de pontos concretos de esforço, como a escuta da Palavra, a meditação, a oração conjugal, o diálogo conjugal (que chamam dever de sentar-se), a regra de vida e o retiro.

As Equipes estão presentes em mais de 80 países, sendo o Brasil o que congrega o maior número de casais. No total, são 3.938 Equipes, com aproximadamente 24 mil casais, que são acompanhados por um sacerdote.


Fonte: Conteúdo publicado em gaudiumpress.org, no link http://www.gaudiumpress.org/content/88528#ixzz4mlPw1pI1 

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O SANTO DO DIA: SÃO BENTO

Em 11 de julho, a Igreja Católica comemora a Festa do grande patrono da Europa, São Bento .  Nascido de família nobre,  desprezou a sabedoria do mundo para unicamente agradar a Deus, vestindo o hábito da vida religiosa.

Inúmeros foram os milagres que Deus se aprouve em realizar por seu intermédio. Mas, sobretudo, foi escolhido pela Providência para fundar uma Ordem Monástica destinada a atravessar os séculos.

“Desejava mais os desprezos que os louvores do mundo”

A cidade de Enfide (atual Affile), a cerca de 50 quilômetros de Roma, foi o local escolhido para o seu recolhimento. Ali se instalou com sua antiga governanta, que lhe prestava os serviços domésticos.

Um pequeno incidente caseiro foi ocasião para o seu primeiro milagre. Encontrou certo dia a governanta chorando porque, por descuido, deixara quebrar um crivo de argila que havia pedido emprestado a uma vizinha para limpar trigo. Compadecendo-se dela, Bento tomou os pedaços do crivo, pôs-se em oração e ele se reconstituiu de forma tão perfeita que nem se notava sinal algum de fratura.

Logo se espalhou a notícia desse milagre, trazendo-lhe muita fama. Ele que, segundo relata o Papa São Gregório Magno, “desejava mais os desprezos que os louvores deste mundo”, fugiu da casa de Enfide, indo procurar refúgio num lugar solitário chamado Subiaco, onde se alojou numa minúscula gruta.

Uma grande tentação, uma vitória definitiva

A caminho de Subiaco, ele encontrou-se com Romano, monge que vivia num mosteiro próximo dali. Em determinados dias, Romano fazia descer por uma corda um pedaço de pão até a gruta de Bento. Durante certo tempo, foi esta a única fonte de alimentação do jovem ermitão. Em breve, porém, tornou-se ele conhecido na região, e muitas pessoas, vindo procurar nutrimento para suas almas, traziam-lhe alimento para seu corpo.

Nesse período, sofreu o jovem as mais duras tentações diabólicas. Fortemente provado em certa ocasião contra a virtude da pureza, viu-se a ponto de ceder e até mesmo abandonar sua solidão. Ajudado, porém, pela graça divina, reagindo, despojou-se de sua vestimenta e se atirou numa moita de espinhos e urtigas, na qual se revolveu durante longo tempo. Saiu com o corpo todo ferido, mas com a alma livre da tentação.

Nasce a Ordem Beneditina

São Bento - História dos Santos - Revista Arautos do Evangelho - Revista Católica

Atraídos pelo brilho de suas virtudes e a fama de seus milagres, muitos varões sedentos de sobrenatural foram para junto da gruta para viverem sob sua direção. Formaram-se, assim, sucessivas comunidades. Ao todo, São Bento erigiu ali doze mosteiros, escolhendo um abade para cada casa.

Estava fundada a Ordem Beneditina.

Nessa época, Subiaco começou a ser visitada por pessoas importantes de Roma que traziam os filhos para serem educados segundo o espírito beneditino. Dentre estes, o Santo abade recrutou dois de seus melhores discípulos: São Mauro e São Plácido.

Morreu de pé, como valente guerreiro

O santo Abade anunciou com meses de antecedência a data de sua morte. Seis dias antes, mandou preparar a sepultura. Logo foi atacado por violenta febre. Como a enfermidade se agravava cada vez mais, no dia anunciado fez-se conduzir ao oratório onde, fortalecido pela recepção da Santíssima Eucaristia e apoiado nos braços de seus discípulos, morreu de pé com as mãos levantadas aos Céus e os lábios pronunciando a última oração.

São Bento, rogai por nós!


Fonte: Revista Arautos do Evangelho

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