CONVIVÊNCIA E ALEGRIA NA SEDE DOS ARAUTOS

No domingo, dia 20 de agosto, os Arautos do Evangelho receberam a visita de Dom Estevam dos Santos Silva Filho, Bispo Auxiliar de Salvador, na sede Nossa Senhora da Reconquista e São Domingos, em Lauro de Freitas.

Dom Estevam celebrou Missa na sede para a comunidade da quase-paróquia Santo Agostinho, localizada no distrito de Areia Branca. A Celebração Eucarística ainda contou com a participação do Administrador Paroquial, Padre José Maria Casaes Martins, da Ordem Premonstratense, além da presença de quase 200 fiéis, que estiveram fazendo uma convivência em nossa propriedade.

Em sua homilia, Dom Estevam ressaltou a importância de Nossa Senhora na vida de Nosso Senhor e sua Assunção aos Céus em corpo e alma.

Ao término da Celebração, realizou-se um momento de convivência: o Bispo partilhou a refeição com vários dos estudantes, onde que puderam conversar com eles abertamente. Passou depois a conhecer melhor as dependências da sede e, antes de partir, recebeu o livro “São José: quem o conhece…?”, de autoria de Monsenhor João S. Clá Dias, como lembrança deste convívio. Foi um dia de muita alegria para todos!

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O SANTO DO DIA: SANTO AGOSTINHO

Quem não conhece Santo Agostinho? Quem não conhece as Confissões, onde deplora os desvarios da juventude? Quem não conhece sua mãe, Santa Mônica, chorando noite e dia aquele filho, seguindo-o por toda a parte e implorando sem cessar ao céu, em seu favor?

Santo Agostinho de Hipona

Nasceu a 13 de novembro de 354, na pequena cidade de Tagaste, perto de Madaura e de Hipona, na Numídia, a Argélia atual. Seus pais eram de condição honesta: o pai, membro do corpo municipal, chamava-se Patrício; a mãe, Mônica.

Tiveram grande cuidado em o fazer instruir nas letras humanas e todos notavam nele um espírito excelente e disposições maravilhosas para as ciências. Tendo caído doente na infância, em perigo de morte, pediu o batismo sendo logo catecúmeno, pelo sinal da cruz e pelo sal. Sua mãe, piedosa e fervorosa cristã, dispunha tudo para a cerimônia. Mas, de repente, ele melhorou e o batismo foi adiado.

Estudou primeiro, em Madaura, gramática e retórica até a idade de dezesseis anos, quando o pai o fez voltar a Tagaste e aí ficou um ano, enquanto se preparavam as coisas necessárias para que fosse terminar os estudos em Cartago; a paixão de mandar esse filho estudar obrigava o pai a esforços superiores à sua fortuna, que era medíocre.

Durante a permanência em Tagaste, o jovem Agostinho, desprezando os sábios conselhos de sua mãe, começou por se deixar levar a amores desonestos, convidado pela ociosidade e pela complacência do pai, que ainda não era cristão. Mas o foi antes da morte, que aconteceu pouco depois. Santo Agostinho chegou a Cartago e afundou-se cada vez mais no amor das mulheres, que fomentava com espetáculos dos teatros. Não deixava de pedir a Deus a castidade, mas, acrescenta, que não seja agora. Entretanto, caminhava com grande êxito nos estudos, que tinham por objetivo chegar a cargos e à magistratura, pois a eloquência lhes era então o caminho.

Entre as obras de Cícero, que estudava, leu o Hortensius que não temos mais e que era uma exortação à filosofia. Ele ficou encantado e começou então, na idade de dezenove anos, a desprezar as vãs esperanças do mundo e a desejar a sabedoria e os bens imortais. Foi o primeiro movimento de sua conversão.

A única coisa que o desgostava nos filósofos é que neles não encontrava o nome de Jesus Cristo que tinha recebido com o leite de mãe e que tinha causado profunda impressão em seu coração. Quis então ler as Sagradas Escrituras, mas a simplicidade do estilo desagradou-lhe, habituado como estava à elegância de Cícero. Depois, caiu nas mãos dos maniqueus que, falando somente de Jesus Cristo, do Espírito Santo e da verdade, o seduziram com seus discursos pomposos, deram-lhe o gosto por suas ilusões e aversão pelo Novo Testamento.

Entretanto, sua mãe, mais aflita do que se tivesse visto morto, não queria mais comer com ele; veio consolá-la este sonho: Ela estava num bosque e um jovem resplandecente vinha a ela, sorrindo, perguntando-lhe a causa de seus penas; ela respondeu-lhe que chorava a perda do filho. Vede, disse ele, está convosco! De fato, viu-o junto de si, no mesmo lugar. Contou depois o sonho a Santo Agostinho , que lhe disse: Vós vereis o que eu sou. Mas ela respondeu sem hesitar: Não! Porque não me disseram: Tu estarás onde ele está mas ele estará onde tu estás. Desde aquele tempo, viveu e comeu com ele, como antes.

Dirigiu-se a um santo bispo e rogou-lhe falasse ao filho. O bispo respondeu: ainda é muito indócil e está muito cheio daquela heresia, que lhe é nova. Deixai-o, e contentai-vos de rogar por ele, ele verá, lendo, qual é seu erro. Eu que vos falo, na minha infância fui entregue aos maniqueus por minha mãe, que tinham seduzido; não somente li, mas transcrevi quase todos os seus livros e eu mesmo me enganei. A mãe não se contentou com as palavras do santo bispo; chorando abundantemente, continuou a insistir que falasse ao filho; o bispo respondeu com certo humor: Ide, é impossível que o filho de tantas lágrimas pereça! O que ela ouviu como um oráculo do céu. Seu filho, todavia, ficou nove anos maniqueu desde os dezenove anos até os vinte e oito.

Tendo terminado os estudos, ensinou, na sua cidade de Tagaste, gramática e depois retórica. Um arúspice se ofereceu para fazê-lo ganhar o prêmio numa disputa de poesia, por meio de alguns sacrifícios de animais; mas ele rejeitou-o com horror não querendo ter relação alguma com demônios. Todavia, não fazia dificuldade em consultar os astrólogos e ler-lhes os livros. Mas disso foi dissuadido por um sábio ancião, chamado Vindiciano, médico famoso, que tinha reconhecido, por experiência, a vaidade desse estudo. Agostinho tinha então um amigo íntimo, que ele também fizera maniqueu, pois cuidava de seduzir os outros. O amigo caiu doente e ficou muito tempo fora de si: como se perdera a esperança de o salvar, deram-lhe o batismo. Quando voltou a si, Agostinho quis zombar do batismo que tinha recebido naquele estado: mas o doente repeliu as palavras com horror e disse-lhe, com inesperada liberdade, que, se queria ser seu amigo, não lhe devia nunca mais falar daquele modo. Morreu poucos dias depois, fiel à graça. Santo Agostinho, que o amava como a si mesmo, ficou inconsolável com a morte. Tinha mais ou menos vinte e seis anos, quando escreveu dois ou três livros: – Da beleza e da Decência – que não chegaram até nós.

Descobriu, nesse tempo, que sob a máscara de piedade os maniqueus, que se chamavam de santos e eleitos, ocultavam os costumes mais depravados.  Cita vários escândalos públicos. Ao mesmo tempo, começava a se aborrecer com as lendas que contavam, principalmente sobre o sistema do mundo, a natureza dos corpos e dos elementos. Tais conhecimentos, dizia, não são necessários à religião: é preciso não mentir e não se vangloriar de saber o que não se sabe, principalmente quando se quer passar, como Manés, por ser guiado pelo Espírito Santo. Gostava muito mais das razões que os matemáticos e os filósofos davam dos eclipses, dos solstícios e do curso de astros.

Naquele tempo, persuadiram-no a ensinar em Roma, onde os alunos eram mais razoáveis que em Cartago. Embarcou contra a vontade de sua mãe e a enganou sob o pretexto de acompanhar um amigo até o porto. Chegando a Roma, caiu doente de febre que o levou às últimas; mas não pediu o batismo. Morava em casa de um maniqueu e continuava a frequentá-los, preso pelos laços de amizade; não mais esperava encontrar a verdade entre eles e não se decidia a procurá-la na igreja católica, tanto tinha prevenções contra tal doutrina. Começou então, a pensar que os filósofos acadêmicos, que duvidavam de tudo, poderiam bem ser os mais sábios e repreendia o hospedeiro por sua excessiva fé nas fábulas dos maniqueus. Entretanto, a cidade de Milão mandou pedir a Símaco, prefeito de Roma, um professor de retórica e pelo prestígio dos maniqueus, Agostinho obteve lugar, depois de ter feito prova de sua capacidade, com um discurso. Assim veio a Milão, no ano 384, tendo trinta anos de idade.

Santo Ambrósio, recebeu-o com tão paterna bondade, que começou por lhe ganhar o coração. Santo Agostinho ouvia-lhe assiduamente os sermões, somente pela beleza do estilo e para ver se sua eloquência correspondia à fama. Estava encantado com a sua suavidade da linguagem, ma sábia que a de Fausto, mas com menos graça na recitação. Não prestava, a princípio, atenção às coisas que dizia Santo Ambrósio; mas insensivelmente e sem que tomasse cuidado, as coisas entravam-lhe no espírito com as palavras e viu que a doutrina católica era pelo menos sustentável. Resolveu então, de repente, deixar os maniqueus e ficar na qualidade de catecúmeno, como era, na Igreja, que seus pais lhe tinham recomendado, isto é, na Igreja Católica, até que a verdade lhe aparecesse mais claramente.

Santa Mônica tinha vindo procurá-lo com tal fé, que passando o mar consolava os marinheiros, mesmo nos maiores perigos, pela certeza que Deus lhe tinha dado de que muito em breve estaria junto do filho. Quando ele lhe disse que não era mais maniqueu, mas que ainda não era católico, ela não ficou admirada; respondeu tranquilamente que tinha certeza de o ver fiel católico antes de sair desta vida. Entretanto, continuava suas orações e ouvia os sermões de Santo Ambrósio que ela amava como um anjo de Deus, sabendo que tinha levado o filho àquele estado de dúvida, que devia ser a crise do mal.

Santo Ambrósio, amava, por sua vez, Santa Mônica pela piedade e boas obras e muitas vezes felicitava Santo Agostinho por ter tal mãe, pois toda sua vida tinha sido virtuosa. Ela tinha nascido numa família cristã, onde tivera boa educação. Tinha sido perfeitamente sujeita a seu marido, sofrendo mau proceder e mais tratos com paciência que servia de exemplo a outras mulheres e ela o ganhou a Deus, no fim da vida. Tinha um talento particular em reunir pessoas divididas. Depois que enviuvou, deu-se às obras de piedade; fazia grandes esmolas, servia os pobres, jamais deixava de levar sua oferta ao altar, nem de ir duas vezes a igreja, pela manhã e à noite, para ouvir a palavra de Deus e fazer as orações, que eram toda sua vida. Deus comunicava-se a ela por visões; sabia distinguir sonhos e pensamentos naturais. Assim era Santa Mônica, com relação a Santo Agostinho.

Santo Agostinho foi batizado por Santo Ambrósio com seu amigo Alípio e seu filho Adeodato, de mais ou menos quinze anos. Foram batizados na Vigília da Páscoa que naquele ano, 387, foi o dia 25 de abril, como Santo Ambrósio tinha determinado, sendo consultado pelos bispos da Província da Emília. Foi, como se crê, nessa ocasião que Santo Ambrósio fez aos recém-batizados a instrução que compõe seu livro – Dos mistérios, – ou daqueles que foram iniciados.

Santo Agostinho, depois do batismo, tendo examinado em que lugar poderia servir a Deus mais utilmente, resolveu voltar à África com a mãe, o filho, o irmão e um jovem chamado Evódio. Este era também de Tagaste; sendo agente do imperador, converteu-se, recebeu o batismo, antes de Santo Agostinho e deixou o emprego para servir a Deus. Quando chegaram a Óstia, descansaram da longa viagem que tinham feito desde Milão e prepararam-se para embarcar.

Um dia, Santo Agostinho e sua mãe, apoiados a uma janela com extrema doçura, esquecendo todo o passado e levando os pensamentos para o futuro, indagaram qual seria a vida eterna dos santos. Elevaram-se acima de todos os prazeres dos sentidos; percorreram por graus todos os corpos o céu mesmo e os astros. Chegaram até às almas e passando por todas as criaturas mesmo espirituais, chegaram às sabedoria eterna, pela qual existem e que existe sempre, sem diferença e tempo. Atingiram, por um momento, a ponta do espírito e sentiram ser obrigados a voltar ao rumor da voz, onde a palavra começa e termina. Então sua mãe disse: Meu filho! Quanto ao que me concerne, não tenho mais nenhum prazer nesta vida. Não sei o que ainda faço aqui agora, nem por que cá estou. A única coisa que me fazia desejar ficar aqui era ver-vos um cristão católico antes de morrer. Deus me concedeu mais do que isso, eu vos vejo consagrado a seu serviço, tendo desprezado a felicidade terrestre.

Mais ou menos cinco dias depois, caiu doente de febre. Durante a enfermidade desfaleceu, um dia; quando voltou a si, olhou Santo Agostinho, e seu irmão Navígio, e disse-lhes: Onde estava eu? Depois, vendo-os tomados de dor, acrescentou: Deixareis aqui vossa mãe. Navígio desejava que ela morresse em sua terra natal. Mas ela olhou severamente para ele, como para o repreender e disse a Agostinho: Vedes o que diz! Enfim, dirigindo-se a ambos: Ponde este corpo, disse ela, onde vos aprouver, não vos inquieteis. Rogo-vos somente que me lembreis no altar do Senhor, em qualquer parte onde estiverdes. Morreu no nono dia da doença, na idade de cinquenta e seis anos e aos trinta e três de Santo Agostinho, isto é, no mesmo ano de seu batismo, 387.

Logo que passou à eternidade, Santo Agostinho fechou-lhe os olhos. O jovem Adeodato soltava gritos de dor; mas todos os assistentes o fizeram calar, não vendo motivo algum de lágrimas naquela morte e Agostinho reteve as suas, fazendo-se muita violência. Evódio tomou o saltério e começou a cantar o salmo 100: Cantarei em vosso louvor, ó Senhor, a misericórdia e a justiça: Todos respondiam e logo se reuniu grande quantidade de pessoas piedosas de um e outro sexo. Levaram o corpo; ofereceu-se pela falecida o sacrifício de nossa Redenção; fizeram-se ainda orações junto do sepulcro, segundo o costume, na presença do corpo, antes de o enterrar. Santo Agostinho, não chorou durante toda a cerimônia, mas por fim, de noite, deixou correrem as lágrimas para aliviar a dor. Rogou por sua mãe, como fazia muito tempo depois, escrevendo todas as circunstâncias daquela morte no livro de suas – Confissões – ele roga aos leitores lembrarem-se no santo altar, de Mônica, sua mãe e sei pai, Patrício.

Depois da morte de sua mãe, Santo Agostinho voltou de Óstia para Roma, onde ficou o resto do ano 387 e todo o ano 388. Seus primeiros trabalhos, depois do batismo, foram para a conversão dos maniqueus, cujos erros acabava de deixar. Não podia tolerar a insolência com a qual aqueles impostores elogiavam a pretensa continência e abstinências supersticiosas, para enganar os ignorantes e caluniar a Igreja. Compôs então dois livros: – Da Moral e dos Costumes, Da Igreja Católica, e Da Moral e dos Costumes dos maniqueus.

Sua aflição tornou-se ainda bem maior quando viu a cidade de Hipona sitiada. Entretanto, tinha a consolação de ver consigo vários bispos, entre outros Possídio de Cálamo, um dos mais ilustres de seus discípulos, o mesmo que nos deixou sua biografia. Uniam seus penares, seus gemidos e suas lágrimas. Santo Agostinho pedia a Deus, em particular, lhe aprouvesse libertar Hipona dos inimigos que a cercavam, ou que pelo menos, desse aos servos a força de suportar os males de que estavam ameaçados, ou enfim de os retirar do mundo e de os chamar a si. De fato caiu doente de febre no terceiro mês do cerco e viu-se logo que Deus não tinha rejeitado a oração de seu servo.

Durante a doença mandou escrever e colocar junto da parede, perto de seu leito, os salmos Davi sobre a penitência; lia-os derramando lágrimas. Dez dias antes da morte, rogou aos amigos mais íntimos e aos mesmos bispos, que ninguém entrasse em seu quarto, senão quanto viesse o médico para o ver, ou lhe trouxessem o alimento; empregava todo o tempo em oração.

Enfim, chegou seu último dia; Possídio e os outros amigos vieram juntar orações às suas, que ele só interrompeu, quando adormeceu em paz.. Até então, tinha conservado o uso de todos os membros e nem o ouvido, nem a vista se tinham debilitado. Como tinha abraçado a pobreza voluntária, não fez testamento; nada tinha a deixar, mas recomendou-se se conservasse com cuidado a biblioteca da igreja e todos os livros que podia ter em casa, para aqueles que viessem depois dele. Possídio conta que tendo sido a cidade de Hipona incendiada algum tempo depois, essa biblioteca foi conservada no meio do saque dos bárbaros. Põe-se a morte de Santo Agostinho a 28 de agosto de 430. Vivera setenta e seis anos, e servira a Igreja perto de quarenta na qualidade de padre e de bispo.

Com Santo Agostinho morreu de algum modo a África cristã e civilizada. Depois desse tempo, até que espirou sob os ferros dos muçulmanos, sua existência foi somente uma longa agonia. Hoje pareceria que a Providência a quer ressuscitar e ressuscitá-la pela mesma província que Santo Agostinho ilustrou por sua vida e morte, o país da Argélia e de Bone.

Quem não conhece Santo Agostinho? Quem não conhece as Confissões, onde deplora os desvarios da juventude? Quem não conhece sua mãe, Santa Mônica, chorando noite e dia aquele filho, seguindo-o por toda a parte e implorando sem cessar ao céu, em seu favor? Foi somente na idade de trinta e dois anos que esse filho de tantas lágrimas se livrou inteiramente da heresia maniquéia e da escravidão das paixões corrompidas e recebeu o batismo das mãos de Santo Ambrósio. Mas quem poderia dizer quanto sua conversão foi perfeita! Com que amarga tristeza chorou faltas passadas, embora tivesse sido apagadas inteiramente pelo batismo; com que ardor amou a Deus; com que zelo trabalhou para sua glória! Ai de nós; se o imitamos mais ou menos nos seus desvarios, quando o imitaremos na santidade de vida?

Mas que nos impede chorar nossas faltas como ele, amarmos a Deus como ele, sermos humildes como ele? Pois ele também, esse grande santo, foi religioso. Pouco depois da conversão, renunciou a tudo o que possuía de bens e viveu em comunidade religiosa, com os amigos. E quando foi feito bispo de Hipona, fez de sua casa episcopal um mosteiro, onde vivia em religião, com seus padres e diáconos. Como o exemplo desse grande santo, depois do de tantos outros nos deve fazer estimar e amar a vocação religiosa. Desejamos saber de Santo Agostinho mesmo qual é a verdadeira fonte de santidade? Escutemos o que diz: a primeira coisa para se chegar à verdadeira sabedoria é a humildade; a segunda é a humildade; a terceira é a humildade e tantas vezes quantas me fizésseis essa pergunta, tantas vezes vos daria a mesma resposta. Não, que não haja outros preceitos, mas se a humildade não preceder, não acompanhar e não seguir, o orgulho tirará de nossas mãos tudo o que fizermos de bem.


Fonte: Revista Arautos do Evangelho

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O SANTO DO DIA: SANTA ROSA DE LIMA

“De certa forma, essa santa é uma personificação da Igreja da América Latina: imersa em sofrimentos, desprovida de meios materiais e de um poder significativos, porém, tomada pelo íntimo ardor e zelo causados pela proximidade de Jesus Cristo”(*).

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Quem conhece a frase: “Cristo é a minha força, a Oração é meu baluarte, a Fé é meu escudo” tem a tendência de julgar que ela seja o dito de um cavaleiro medieval, o lema de um cruzado cheio de religiosidade ou ainda o testemunho de um guerreiro destemido e temente a Deus.

E não há nenhum descabimento nesse julgamento. Porque esta afirmação fogosa faz parte de uma das orações preferidas por uma pessoa que, na realidade, foi uma lutadora na presença do Altíssimo, uma conquistadora de almas para Deus, uma batalhadora mística “tomada pelo íntimo ardor causado pela proximidade de Jesus Cristo”.

– Então, quem fez esta proclamação tão destemida?

Uma donzela! Uma donzela frágil, persistente, sofredora, obediente, pura. Uma jovem que, desde pequena, teve grande pendor para a oração, a meditação e o serviço junto aos mais necessitados. Uma jovem que, ainda menina, viu seu nome mudado por causa de sua grande beleza, fragilidade e meiguice. E quem foi ela?

Isabel, que se tornou Rosa de Santa Maria…

Santa Rosa de Lima (2).pngSeu nome de batismo era Isabel Mariana de Jesus Paredes Flores y Oliva….

Ela era descendente de conquistadores espanhóis, foi a terceira dos onze filhos do próspero casal Gaspar de Flores, um espanhol que prestava serviço ao Vice-Rei do Peru como arcabuzeiro, e de Maria de Oliva, uma distinta senhora que vivia em Lima.

Isabel nasceu na Vila de Quives, na cidade de Lima, capital do Peru, no dia 30 de abril do ano de 1586. Na casa de seus pais vivia uma índia que se chamava Mariana. Como criada, ela ajudava Dona Maria de Oliva nos serviços domésticos e era muito prestativa. Num dia em que toda a família estava reunida, Mariana dirigiu-se a Isabel exclamando: “Você é bonita como uma rosa!

A família inteira ouviu a afirmação e todos concordaram com a fiel índia. Daí surgiu o apelido de “Rosa”. A extraordinária beleza de Isabel motivou a mudança de seu nome. Sua mãe mesma, ao ver aquele rosto rosado e belo, começou a chamar a filha de “Rosa”. De Isabel ela passou a ser chamada de Rosa. E um dia a menina mesma mostrou como gostaria de ser chamada: Rosa de Santa Maria. Bem mais tarde ainda, Isabel Mariana de Jesus Paredes Flores y Oliva tornou-se conhecida no mundo todo pelo título que a Santa Igreja lhe deu: Rosa de Lima, ou melhor, Santa Rosa de Lima!

“Dedique a mim todo seu amor…”

Desde pequena Rosa teve grande tendência para a oração e a meditação. Procurava ver na beleza das coisas criadas os reflexos da sabedoria, da bondade de Deus. E bem cedo ela deu mostras de ser uma alma predestinada: tornou-se grande devota de Nossa Senhora. A cada instante recorria à proteção certa da Santa Virgem Mãe de Deus.

Rosa, cresceu tendo o piedoso costume de rezar diante de uma imagem da Virgem Maria com o Menino Jesus em seus braços. Certo dia, estando absorta em suas orações, a jovenzinha ouviu uma voz que vinha da pequena imagem de Jesus:

– “Rosa, dedique a mim todo o seu amor…”

Ela não duvidou: aquele apelo vinha de Deus. Ouvindo-o, ela tomou a decisão de dedicar inteiramente a Nosso Senhor um amor excludente. Só a Ele ela dedicaria seu amor, seu amor seria somente de Jesus. E assim foi até fim de seus dias.

Sua grande beleza, aliada à boa formação recebida e à fama de ser a moça mais virtuosa e prendada da cidade, levou jovens entre os mais ricos e distintos cavaleiros de Lima e arredores a se interessarem por ela e dela se aproximarem com o desejo legítimo e sincero de constituir uma família. Ela, porém, já havia se comprometido com o Esposo das Virgens. Levava isso muito a sério e encontrava sua felicidade nesse comprometimento. Por isso ela costumava dizer que “o prazer e a felicidade que o mundo pode me oferecer são simplesmente uma sombra em comparação com o que sinto”.

A fim de evitar qualquer volta atrás em sua decisão de dedicar a Jesus todo seu amor, para que não fosse causa de tentação para rapazes que a vissem e também para que ela mesma não fosse alvo de tentações que a levassem a esquecer o pedido de Nosso Senhor, Rosa tomou uma decisão radical: cortou seus longos e bem tratados cabelos e passou a cobrir seu belo rosto com um véu.

Pobre e sem revolta

A família de Rosa tinha bons recursos econômicos. Apesar disso, o pai necessitava trabalhar, inclusive prestando serviços ao Vice-Rei, afim de manter sua posição econômica e social.

Devido ao insucesso ocorrido numa empresa de mineração em que Gaspar de Flores estava empenhado, sua situação financeira comprometeu-se a tal ponto que a família ficou pobre, chegando à beira da miséria. Por isso, Rosa cresceu na pobreza e, ainda na adolescência, teve que trabalhar duramente para ajudar a família.

Ela trabalhou como doméstica e, além disso, durante o dia, trabalhava no campo como lavradora e até altas horas da noite costurava, bordava, fazia rendas e brocardos para assim poder ajudar no sustento da casa.

Rosa nunca deixava de fazer suas orações por causa dos trabalhos que tinha que exercer. Ainda encontrava tempo para visitar frequentemente os pobres e enfermos. É por isso mesmo que dela se afirma ser alegre e ter sabido executar a harpa de forma graciosa e ainda cantar belas canções com uma voz doce e melodiosa.

Milagres, sofrimentos e espírito missionário

Santa Rosa de Lima (3).pngAqueles que com ela conviveram ou escreveram sua biografia afirmam que, ainda em vida, era grande intercessora junto a Deus e por sua mediação foram atribuídos acontecimentos e fatos prodigiosos. Entre aqueles que atestam sua poderosa intercessão ainda em vida, encontramos Frei Juan de Lorenzana que, além de ter convivido com Rosa, foi confessor da Santa. Ela tinha dons e carismas especiais, afirma.

A ela são atribuídos milagres de curas, de conversões, de propiciações de chuvas e amenizações do clima. Todos eles são unanimes em admitir que suas orações foram que impediram que Lima fosse invadida por piratas holandeses em 1615.

Apesar de ter sido agraciada com experiências místicas incomuns e com o dom dos milagres, nunca lhe faltou as dificuldades na vida. Em toda sua vida, a cruz foi sua companheira inseparável. Ela aproveitou-se de sua vida crucificada para, de certo modo, compartilhar com os sofrimentos do Divino Salvador. Eram sofrimentos provindos, muitas vezes de incompreensões gratuitas e perseguições descabidas, sem falar de sofrimentos físicos, das agudas dores causadas por uma prolongada doença que a acompanhou até o final de seus dias.

Seus sofrimentos pareciam inexplicáveis. E ela tentava mostrar seus sentimentos e não sabia como: “Posso explicá-los só com o silêncio” e admitia: “eu não acreditava que uma criatura pudesse ser acometida de tão grandes sofrimentos”. Finalmente, as atitudes que tomava demonstravam que, por amor a Deus, ela tinha uma aceitação plena de tudo que lhe era oferecido pela Providencia Divina: -“Meu Deus, podes aumentar os sofrimentos, contanto que aumentes meu amor por ti”, dizia ela, enquanto rezava.

Rosa era particularmente devota de Nossa Senhora e pedia insistentemente à Santa Mãe de Deus pelo crescimento da Igreja, sobretudo entre os indígenas americanos. Era tão grande seu amor apostólico pelos índios que em certa ocasião afirmou que, se não fosse mulher, seria um missionário entre esses seres que também foram redimidos pelo sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo. Como missionário, ela acreditava poder dedicar-se inteiramente à salvação de todos eles, poderia fazer por eles ainda mais do que já fazia.

Uma borboleta nas cores branca e preta

Tendo idade para casar-se, ela preferiu fazer voto particular de castidade. Isso, depois de lutar contra o desejo contrário de seus pais. Quis então, para satisfazer um desejo de sua alma, ingressar no convento de uma ordem religiosa para viver uma vida consagrada a Deus. Escolheu, então, a ordem em que gostaria de entrar. No dia de sua admissão, estando rezando diante de uma imagem de Nossa Senhora, sentiu que não conseguia levantar-se de onde estava, nem mesmo com a ajuda de seus irmãos. Nesse instante Rosa percebeu que aquilo só poderia tratar-se de um aviso dos céus: que ela não se dirigisse para aquele convento que estava prestes a ingressar.

Foi, então, que ela fez uma prece a Nossa Senhora na qual submetia-se inteiramente à vontade divina. Ela iria para onde fosse da vontade de Deus. Isto foi suficiente para que a paralisia desaparecesse por completo e, imediatamente, ela recuperasse os movimentos, levantando-se e caminhando sem precisar do auxilia dos irmãos. A partir deste dia, Rosa, que se espelhava em Santa Catarina de Sena como modelo de vida a ser seguido, passou a pedir diariamente que, por intercessão da Santa, Nosso Senhor lhe indicasse em que ordem religiosa deveria ingressar.

Todos os dias, enquanto rezava, ela percebeu que, assim que iniciava suas orações, aparecia uma pequena borboleta que tinha as cores branca e preta. Sem perturbar o recolhimento e a compenetração de Rosa, o pequeno animal voava de um lado para o outro, enquanto ela estivesse em oração.

Para Rosa, isso era outro sinal de Deus. E foi suficiente para a jovem entender onde serviria melhor a Deus e aos irmãos: ela deveria ingressar na Ordem Terceira da Congregação de São Domingos, cujas vestimentas eram nas cores preto e o branco. As cores da pequena borboleta que a visitava diariamente eram as mesmas do hábito de Santa Catarina de Sena, a santa pela qual tinha tanta devoção e a quem deseja tanto imitar. Em 1606, aos vinte anos, ingressou na Ordem Terceira Dominicana.

Santa Rosa de Lima (4).pngPediu licença para emitir os votos religiosos em casa e não no convento. Sendo aceito seu pedido, ela fez os votos, passando, então, a pertencer oficialmente à Ordem de São Domingos. E ela escolheu também seu nome de religiosa que passou a ser oficialmente Rosa: Rosa de Santa Maria.

No jardim e quintal da casa de seus pais, edificou um eremitério. Construiu para si uma pequena e estreita cela e passou a levar uma vida religiosa de austeridade, de mortificação e de abandono à vontade de Deus. Praticava a penitencia e castigava seu corpo com jejuns constantes consumindo o mínimo necessário de alimentos para sua sobrevivência. Quase não bebia água. Sua cama era uma tábua coberta com um saco de estopa.

Na simplicidade de vida de leiga que levava, foi modelo de vida de penitencia, de pureza ilibada, de oração perseverante e do contínuo serviço espiritual e material aos irmãos. Portava cilícios dolorosos e conta-se que utilizava muitas vezes um aro de prata semelhante a uma coroa de espinhos. Numa época em que isso não era comum, Rosa comungava diariamente. Ela conseguiu eliminar de sua vida todo orgulho, amor próprio e vaidade, tendo sido cumpridas nela as palavras de Cristo: “Quem se humilha será exaltado”. Meditava com frequência e ao olhar para o crucifixo dizia:

– “Senhor, Vossa cruz é muito mais cruel que a minha”.

Dentro da vida austera, pobre e alegre que levava, seu coração voava. E em seus voos contemplativos ela admirava a beleza das coisas criadas à imagem e semelhança do Criador e a Ele prestava louvor, honra e glória. Um verso de sua autoria e que ela costumava repetir em forma de oração mostra como era sua alma e em que cogitações vivia:

– Meu querido Senhor, quanto é bom ver nas flores, e no verde sombrio da copada oliveira, toda vossa beleza. Como é doce saber que abençoar-me quereis, e meu coração de alegrias encher!

De fato, dentro e sua vida simples e de abandono à vontade de Deus, alcançou um alto grau de vida contemplativa e de experiência mística. Compreendeu em profundidade o mistério da paixão e morte de Nosso Senhor Jesus Cristo. Suas orações e penitências conseguiram converter muitos pecadores. Rosa de Santa Maria foi extremamente bondosa e caridosa para com todos, especialmente para com os índios e negros, aos quais prestava os serviços mais humildes em caso de doença. Frequentemente visitava os enfermos e os pobres.

Núpcias eternas e canonização

Todos os anos, na festa de São Bartolomeu, Rosa passava o dia inteiro em oração. Quando lhe perguntavam por que aquela data adeixava tão contemplativa, mais orante e mais posta nas mãos de Deus, ela dava uma resposta que seus ouvintes não chegavam a compreender bem:

– “É porque este é o dia das minhas núpcias eternas”, dizia.

A cada 24 de agosto o fato se repetia. E os que a cercavam continuavam sem entender. Isso aconteceu até o ano de 1617. Rosa vinha suportando uma grave enfermidade que insistia em não a abandonar.

No dia de São Bartolomeu desse ano, ela morreu. Tinha apenas 31 anos. Como ela havia anunciado, aconteceu o que ela já previra: o dia 24 e agosto seria o dia de seu encontro eterno com Deus, seria o dia de suas “núpcias eternas” com Nosso Senhor Jesus Cristo! Suas últimas palavras foram:

– Jesus está comigo!

O Peru inteiro chorou sua morte. Seu sepultamento foi apoteótico. Seu túmulo, os locais onde viveu e trabalhou pela Igreja bem cedo tornaram-se locais de peregrinações. Muitos milagres começaram a acontecer. A beatificação de Rosa de Santa Maria deu-se no ano de 1667, logo no primeiro ano do pontificado do Papa Clemente IX.

A concretização de sua canonização demorou um pouco mais para acontecer. O Papa Clemente X relutava em elevá-la à glória dos altares. Mas o Papa convenceu-se de que deveria canonizá-la depois que presenciou uma milagrosa chuva de pétalas de rosas que caiu sobre ele e que todos atribuíram à ação da Beata Rosa de Santa Maria.

Clemente X a canonizou em 12 de abril de 1671. Rosa, a menina que um dia foi crismada por São Turíbio de Mongrovejo, passou a ser conhecida no mundo católico como Santa Rosa de Lima. Era a primeira mulher da América a receber essa honra tão excelsa. Santa Rosa de Lima é a padroeira da América Latina e das Filipinas.


(*) Joseph, Card. Ratzinger
– www.santarosadelima-rj.com.br/historia.htm (18/8/2011)
-http://storico.radiovaticana.org/bra/storico/2010-08417273_santa_rosa_de_lima_padroeira_da_america_latina.html

FONTE: Conteúdo publicado em gaudiumpress.org, no link http://www.gaudiumpress.org/content/89420#ixzz4qdRRAiuS

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CONVITE PARA 8ª AULA DO CURSO DE TEOLOGIA

 

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AÇÃO DE GRAÇAS A DEUS E A NOSSA SENHORA PELA CONQUISTA DE MAIS UMA NOVA ETAPA

A Igreja da Venerável Ordem Terceira do Carmo, erguida entre 1788 e 1803, em Salvador, celebrou, no dia 09 de agosto, a Ação de Graças a Deus e a Nossa Senhora por dez jovens terem vencido mais uma etapa da vida: a conclusão do ensino superior no curso de Fisioterapia.

Nesta Igreja, os irmãos da Terceira Ordem do Carmo realizam os seus encontros e celebrações. Nela se encontra a imagem de cedro do Senhor Morto, com duas mil pedras de rubis, esculpida em 1730, pelo escravizado Francisco das Chagas, considerado o “Aleijadinho baiano”.

Atendendo ao convite, o Coral dos Cooperadores dos Arautos do Evangelho de Salvador animou a celebração na presença do Frei Alberto Fernandes, da Ordem Carmelita, que presidiu a belíssima Eucaristia.

Em sua homilia, o Frei aponta para o privilégio daqueles que, em forma de gratidão, olham para trás e reconhecem a presença de Deus ao longo da caminhada, além de todos terem sido chamados à Luz da Verdade, sendo aquele momento de conquista celebrado pela Palavra e pela Eucaristia, que sustenta a caminhada na busca da verdade, da justiça e do amor.

Assim, devemos pedir a Deus o dom da sabedoria, pois ela está acima de qualquer conhecimento, além de ser necessária para sermos honestos, competentes e eficientes na sua graça.

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CONFIANÇA NO PROPÓSITO DE DEUS, ASSIM COMO FOI “CLARA NA TERRA E LUZ DO CÉU”!

Durante o novenário a Santa Clara de Assis, no dia 8 de agosto, a Paróquia de Santa Clara, localizada no bairro de Nova Sussuarana, em Salvador, recebeu os Arautos do Evangelho, em preparação para a festa da sua Padroeira, que aconteceu no dia 11 de agosto.

A convite do Pe. José Andrade, da Ordem dos Columbanos, a Santa Missa foi presidida pelo  Pe. Carlos Tonelli, EP e animada pelo Coral dos Cooperadores dos Arautos do Evangelho.

Em sua pregação, o Pe. Carlos Tonelli falou sobre a necessidade de termos confiança nos desígnios de Deus e da importância de um intercessor que nos representa junto a Ele, como é  Santa Clara, Padroeira desta comunidade de Nova Sussuarana. Ela que “foi clara na terra e luz no céu!”, dando-nos testemunho de vida ao abandonar tudo que tinha para viver da providência e do amor incondicional a Cristo.

Assim, que Santa Clara nos ajude a seguir verdadeiramente o chamado que Deus predestinou para cada um de nós. Santa Clara de Assis, rogai por nós!

 

 

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ORDENAÇÃO DIACONAL EM LAURO DE FREITAS SOB À PROTEÇÃO DA MÃE DE DEUS

A quase-paróquia de Santo Agostinho, localizada no distrito de Areia Branca, em Lauro de Freitas, esteve em festa no dia 19 de agosto para celebrar a ordenação do Diácono Gregório Magno Wellinton Soares dos Santos, da Ordem  Premonstratense, fundada em 1119 por São Norberto.

Ela foi criada no dia 26 de agosto de 2016, pelo Arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil, Dom Murilo Krieger.

A expressão ‘quase-paróquia’ está no Código de Direito Canônico e se refere à ‘uma determinada comunidade de fiéis, confiada a um sacerdote como a pastor próprio, ainda não erigida como paróquia por circunstâncias especiais’ (Cân. 516 § 1).

A Santa Missa foi presidida pelo Bispo Auxiliar Dom Marcos Eugênio Galrão e contou com as participações dos Padres da Ordem Premonstratense: José Maria Casaes Martins, Tiago Kern Nascimento Santos,  Dimas (Capelão da Polícia Militar),  Gabriel e André (Vigário da Paróquia de Santo Amaro de Ipitanga).

A quase-paróquia estava repleta de fiéis, que acolheu a Imagem do Imaculado Coração de Nossa Senhora de Fátima, dos Arautos do Evangelho, com muita alegria, entusiasmo e devoção.

No final da Celebração, diante da imagem de Nossa Senhora de Fátima, o Diácono ordenado consagrou a si e a comunidade ao Imaculado Coração da Virgem Maria.

 

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NOITE DE LOUVOR À MÃE DE DEUS E NOSSA NA PARÓQUIA SÃO COSME E SÃO DAMIÃO

A Paróquia São Cosme e São Damião, localizada no bairro da Liberdade, em Salvador, recebeu os Arautos do Evangelho para uma noite de Ação de Graças a Deus por tudo que tem feito, através do Imaculado Coração de Maria.

A Paróquia foi criada em 14 de abril de 1941 e homenageia os mártires que, desde muito jovens, manifestaram um enorme talento para medicina que estudaram e se diplomaram na Síria, exercendo com muita competência e dignidade sua profissão. Com isso, seus tratamentos e curas aos doentes, muitas vezes à beira da morte, eram vistos como verdadeiros milagres. Eles foram perseguidos pelo imperador Diocleciano, além de serem questionados e obrigados a abandonarem os princípios cristãos que curavam em nome de Jesus Cristo. Como não negaram sua fé, foram torturados até a morte.

A imagem peregrina de Nossa Senhora de Fátima foi acolhida com muita fé e entusiasmo pelos paroquianos. Em seguida, o Pároco, Pe Josevaldo Carvalho Nascimento, e a senhora Patrícia, paroquiana, realizaram a coroação, colocando toda a paróquia sob à proteção do Imaculado Coração de Maria.

Ao término deste ato e a pedido do Padre, muito fervoroso ao amor maternal de Nossa Senhora, foi recitada a oração que mais agrada à Mãe de Deus e Nossa: o santo terço, agradecendo e pedindo graças para continuarmos na caminhada de fé. Além disso, rezou-se por todas as intenções da Santa Igreja: pelo nosso Papa Francisco, pelos Bispos, pelo Clero e por todas as pessoas presentes e ausentes.

A noite ainda contou com a participação do Coral dos Cooperadores dos Arautos do Evangelho, que recitou lindos cantos em honra a Jesus e a Maria, como: Quão formosa sois, Nome Dulcíssimo, A Cristo Rei, Veni Creator, A treze de Maio, Salve Estrela do Mar, além de outros. Foi um momento de muitas graças daquela que nos acolhe e sempre nos conduz pelas mãos, para mostra-nos o verdadeiro caminho, que é o Cristo Jesus.

Ao final, o Pe Josevaldo agradeceu aos Arautos do Evangelho por partilharem com toda a comunidade o momento de louvor, Àquela que nos ampara e nos eleva para Deus, Uno e Trino, a fim de realizarmos a nossa Missão aqui na terra.

 

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ASSUNÇÃO DE MARIA: DOGMA, HISTÓRIA, QUE VIRTUDE PEDIR

Vivemos o dia da Solenidade da Assunção de Nossa Senhora aos Céus. Uma verdade oportunamente constituída em dogma pelo papa Pio XII no dia primeiro de novembro do ano de 1950.

Assunção de Maria dogma, história, que virtude pedir.jpg

Uma definição de Fé ardentemente desejado pelos católicos do mundo inteiro, por séculos. Este dogma justifica a colocação de Nossa Senhora fora de toda comparação com qualquer outra mera criatura.

A solenidade assim instituída pela Igreja, justifica o culto de hiperdulia que os fiéis tributam a Maria Santíssima.

A festa desta solenidade comemorada no dia 15 de agosto lembra também os títulos de Nossa Senhora da Glória ou de Nossa Senhora da Guia.

Assunção e Dormição

Nossa Senhora passou por uma morte muito suave que pode ser designada, quase se diária poeticamente, como a “dormição de Nossa Senhora”.

“Dormição” para indicar que Maria Santíssima teve uma morte tão suave ficando tão próxima da ressurreição que, embora fosse morte, parecia um simples sono.

Chamada à vida por Deus, Maria ressuscitou como Nosso Senhor Jesus Cristo. E logo em seguida subiu aos céus. Os apóstolos reunidos junto d’Ela junto com uma quantidade grande de fiéis assistiram a justificação e glorificação de Maria.

A Assunção continua a representar uma verdadeira glorificação aos olhos de toda a humanidade até o fim do mundo. Um premio justo, mas pálido se levarmos em conta a glorificação que a Virgem Imaculada deveria receber no Céu, eternamente.

Dogma, história, significado: informação

Com a publicação, em 1º de novembro de 1950, da Constituição Apostólica Munificentissimus Deus, do Papa pio XII ficou proclamado o dogma da Assunção de Maria:

“Pela autoridade de Nosso Senhor Jesus Cristo, dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo e em nossa própria autoridade, pronunciamos, declaramos e definimos como sendo um dogma revelado por Deus: que a Imaculada Mãe de Deus, a sempre Virgem Maria, tendo completado o curso de sua vida terrena, foi assumida, corpo e alma, na glória celeste”.

Antes desse fato histórico, houve petições para que se apresentasse uma definição dogmática para o tema. Pio XII preferiu fazer uma ampla consulta ao episcopado do mundo inteiro.

Para que essa consulta fosse realizada, o Papa publicou no dia 1º de maio de 1946, uma Encíclica cujo nome seria “Deiparae Virginis Mariae”.

O documento papal teve uma característica especial: todo documento possuía apenas 4 parágrafos. A carta encíclica, no entanto, trazia a transcendental proposta da definição do Dogma da Assunção de Nossa Senhora aos Céus.

O Papa fazia um resumo dos pedidos que a Santa Sé havia recebido para que fosse dada a definição dogmática:

“segundo a nossa convicção, que desde há algum tempo se apresentam à Sé Apostólica cartas de súplica […] enviadas por cardeais, arcebispos, bispos, sacerdotes, religiosos e religiosas, associações, universidades e, enfim, por inumeráveis fiéis particulares, com o objetivo de que se declare e defina solenemente como dogma de fé que a bem-aventurada virgem Maria subiu em corpo aos céus.

E, de certo, ninguém ignora que isso mesmo foi pedido com ardentes votos por quase 200 padres do Concílio Vaticano”.

Acontece, porém, que desde os primórdios da vida da Igreja, já esteve presente na Igreja os sinais de celebração da Assunção da Mãe de Jesus, conforme aponta a Exortação de Pio XII:

“Desde tempos remotíssimos, pelo decurso dos séculos, aparecem-nos testemunhos, indícios e vestígios desta fé comum da Igreja; fé que se manifesta cada vez mais claramente”.

O documento continuava esclarecendo ainda que os cristãos que conhecem, pela Escritura, o caminho de vida, “não tiveram dificuldade em admitir que, à semelhança do seu unigênito Filho, também a excelsa Mãe de Deus morreu. Mas essa persuasão não os impediu de crer expressa e firmemente que o seu sagrado corpo não sofreu a corrupção do sepulcro, nem foi reduzido à podridão e cinzas aquele tabernáculo do Verbo divino”.

Solenidade litúrgica

A Assunção de Nossa Senhora é uma solenidade.

Entre as Normas Universais estabelecidas para o Ano Litúrgico e Calendário há uma definição esclarecedora mostrando que “as solenidades são constituídas pelos dias mais importantes”.

Elas seriam ocasiões em que as celebrações têm como enfoque principal o chamado mistério da Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus Cristo, como também da vida de Maria.

E as solenidades, segundo normas litúrgicas, não podem ser omitidas.

O que pensar e pedir

Sem sombra de dúvidas, nossa Fé nos indica que tudo quanto existe de mais glorioso e triunfal na Criação, brilhou com fulgor na hora em que concretizava a Assunção de Nossa Senhora.

É meditando nesse passo da vida de Nossa Senhora que devemos nos comemorar esta solenidade. Aproximando nos espiritualmente desse fato que até os anjos vieram contemplar podemos pedir a Nossa Senhora, pelo louvor que então a Ela foi tributado, aquela virtude da qual temos maior necessidade.

E, então, cada um de deve pedir o que seu coração sugere.

Mas não haveria exagero ou intromissão se pudéssemos sugerir que nessa festa fosse pedido, com empenho, a virtude de possuir o senso da glória da Virgem Assunta aos Céus.

E esse pedido quer dizer que desejamos compreender bem tudo quanto representa na ordem da Criação a justa glorificação que se deve tributar a Nossa Senhora, sempre.


Fonte: Conteúdo publicado em gaudiumpress.org, no link http://www.gaudiumpress.org/content/89239#ixzz4px1VaPR6

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PARÓQUIA DO PERPÉTUO SOCORRO RECEBE A IMAGEM PEREGRINA DE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

A Paróquia do Perpétuo Socorro, localizada no bairro da Mata Escura, em Salvador, recebeu, no dia 13 de agosto, durante a terceira noite da novena a Nossa Senhora do Perpetuo Socorro e das comemorações do centenário das Aparições de Nossa Senhora de Fátima, a imagem do Imaculado Coração de Nossa Senhora de Fátima.

O Pároco Carlos Augusto, que coroou a imagem, e a comunidade acolheram com muito entusiasmo e muito amor esta visita.

O pregador da noite foi o Padre Edson Menezes, Pároco da Igreja do Bonfim que, em sua homilia, falou sobre o significado da aparição de Nossa Senhora.

A novena prossegue e, no Domingo, dia 20 de agosto, haverá a festa com Missas às 6h, às 9h, esta celebrada pelo Bispo Auxiliar Dom Marco Eugênio Galrão, além de Celebrações às 12h e às 17h.

Ao final, o Padre Carlos Augusto rezou pelos Arautos do Evangelho e a comunidade entoou um canto de agradecimento. Foi uma noite muito abençoada e muito especial!

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PARÓQUIA CONVERSÃO DE SÃO PAULO REALIZA SUA PRIMEIRA TURMA DE CONSAGRAÇÃO COM OS ARAUTOS DO EVANGELHO

“Deus Pai quer formar filhos por Maria, até a consumação do mundo. Deus Espírito Santo quer formar n’Ela e por Ela eleitos, e diz-lhe: “Lança raízes entre os meus escolhidos”” (Eclo 24, 13). Segundo o santo mariano São Luís Maria Grignion de Montfort, Nossa Senhora “É o caminho fácil para ir a Nosso Senhor, porque é o caminho cheio de plenitude da graça e unção do Espírito Santo”.

Assim aconteceu na Paróquia Conversão de São Paulo, no dia 13 de agosto, após preparação de três meses: quarenta e oito pessoas realizaram a sua Consagração a Jesus Cristo, pelas mãos de Maria.  

Criada em 06 de novembro de 2005, tem como Pároco, o Pe. César Dias. A solene cerimônia iniciou com a entrada da imagem do Imaculado Coração de Nossa Senhora de Fátima, portada por terciários dos Arautos do Evangelho. Em seguida, esta foi coroada pelo Padre César em meio a brados de aclamação a Nossa Senhora, concluídas com as palavras proféticas: “Por fim, Meu Imaculado Coração Triunfará!” Foi um momento de grande emoção.

Após o término deste ato, a Santa Missa foi presidida pelo Padre Carlos Tonelli, EP, com a participação do Ir. Américo Hirano, EP e do Coral dos Cooperadores dos Arautos do Evangelho.

Após a homilia, foi realizado o ato de Consagração, em que os neo-consagrados rezaram a “Consagração de si mesmo a Jesus Cristo, a Sabedoria Eterna e Encarnada, pelas mãos de Maria” e, depois, prostrados aos pés de Nossa Senhora, proclamaram: “Sou todo (a) vosso (a) e tudo que possuo é vosso, oh Virgem gloriosa e bendita!”.

Que, pelas bênçãos de nossa Mãe, possamos, com muito entusiasmo, difundir para outras pessoas a grande lição que Maria nos ensinou: a cumprir em nossa vida a Santíssima vontade de Deus, a fim de crescermos em sua graça.

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HOMENAGEM DOS ARAUTOS DO EVANGELHO PARA O DIA DOS PAIS

Comemorando o dia dos pais, os Arautos do Evangelho promoveram, em sua sede, Nossa Senhora da Reconquista e São Domingos de Gusmão (Lauro de Freitas/BA), a celebração da Santa Missa oferecida nas intenções dos que se encontravam presentes. Também foram lembrados os que não puderem comparecer e por aqueles que já não estão mais em nossos meios.

Tendo em vista o dia da família e do mês vocacional, a Eucaristia realizou-se juntamente com as crianças da catequese.

Após a mesma, realizou-se um almoço de confraternização. Como lembrança foi oferecida uma linda estampa de São José, pai de Nosso Senhor Jesus Cristo.

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FESTA DA ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA

Assunção de Nossa Senhora - Revista Católica Arautos do EvangelhoA festa da Assunção nos convida a meditar sobre a glória inefável da Virgem Maria, o Paraíso de Deus.

Triunfante como a aurora elevou-se aos céus a Virgem Maria

Quanto mais o homem pro­cura aprofundar-se no conhecimento de Deus, mais compreende que não conseguirá abarcá-Lo, tais as grandezas e os mistérios com os quais se depara.

O Criador, que estabelece as regras, se apraz em criar magníficas exceções. Três criaturas não podiam ser criadas em grau mais excelente, ensina-nos a Teologia. A primeira delas é Jesus Cristo, Homem-Deus: impossível ser mais perfeito, nada haveria a acrescentar. A segunda, Maria: “quase divina”, é a expressão utilizada por vários teólogos para se referir à Mãe do Redentor. E, por fim, a visão beatífica, o Céu: o prêmio reservado aos justos não poderia ser melhor nem maior. É o próprio Deus que Se dá aos Bem-aventurados!

Por que morreu a Mãe da Vida?

Em Maria Santíssima está a plenitude de graças e de perfeições possíveis a uma mera criatura. Segundo a bela expressão de Santo Antonino, “Deus reuniu todas as águas e chamou-as mar, reuniu todas as suas graças e chamou-as Maria”. Desde toda a eternidade, o decreto divino estabelecia o singularíssimo privilégio de ser a Virgem Santíssima concebida livre da mancha original. Privilégio este próprio Àquela que geraria em seu seio o próprio Deus.

Transcorrida sua vida nesta terra, o que aconteceria com nossa Mãe?

Ela, que havia dado à luz, alimentado e protegido o Menino-Deus, e recebido em seus braços virginais o Corpo dilacerado de seu Filho e Redentor, estava prestes a exalar o último suspiro. Como poderia passar pelo transe da morte aquela Virgem Imaculada, nunca tocada pela mais leve sombra de qualquer falta?

Sem embargo, como o suave declinar do sol num magnífico entardecer, a Mãe da Vida rendia sua alma. Por que morria Maria? Tendo Ela participado de todas as dores da Paixão de Jesus, não quis deixar de passar pela morte, para em tudo imitar seu Deus e Senhor.

De que morreu Maria?

Perfeitíssima era a natureza da Virgem Maria. Com efeito, afirma Tertuliano que “se Deus empregou tanto cuidado ao formar o corpo de Adão, pela razão de seu pensamento voar até Cristo, que deveria nascer dele, quanto maior cuidado não terá tido ao formar o corpo de Maria, da qual devia nascer, não de modo remoto e mediato, mas de modo próximo e imediato, o Verbo Encarnado?”.

Assunção de Nossa Senhora - Revista Católica Arautos do Evangelho

Dormição de Nossa Senhora (Catedral de Notre-Dame, Paris)

Ademais, escreveu Santo Antonino, “a nobreza do corpo aumenta e se intensifica em proporção com a maior nobreza da alma, com a qual está unido e pela qual é informado. E é racional, pois a matéria e a forma são proporcionadas uma à outra. Sendo, portanto, que a alma da Virgem foi a mais nobre, depois da do Redentor, é lógico concluir-se que também seu corpo foi o mais nobre, depois do de seu Filho”.

À alma santíssima de Maria, concebida sem pecado original e cheia de graça desde o primeiro instante de sua existência, correspondia, portanto, um organismo humano perfeitíssimo, sem o menor desequilíbrio.

Em consequência de sua virginal na­tureza, Nossa Senhora foi imune a qualquer doença, e jamais esteve sujeita à degenerescência do corpo causada pela idade .

De que morreu, pois, a Mãe de Deus?

O termo da existência terrena de Maria deveu-se à “força do divino amor e ao veemente desejo de contemplação das coisas celestiais, que consumiam seu coração”.

A Santíssima Virgem morreu de amor!

São Francisco de Sales assim descreve esse sublime acontecimento:

Quão ativo e poderoso (…) é o amor divino! Nada de estranho se vos digo que Nossa Senhora dele morreu, pois, levando sempre em seu coração as chagas do Filho, padecia-as sem consumir-se, mas finalmente morreu pelo ímpeto da dor. Sofria sem morrer, porém, por fim, morreu sem sofrer.

Assunção de Nossa Senhora - Revista Católica Arautos do Evangelho

Assunção de Maria – Basílica de São Paulo Extramuros – Roma

“Oh, paixão de amor! Oh, amor de paixão! Se seu Filho estava no Céu, seu coração já não estava n’Ela. Estava naquele corpo que amava tanto, ossos de seus ossos, carne de sua carne, e ao Céu voava aquela águia santa. Seu coração, sua alma, sua vida, tudo estava no Céu: por que haviam de ficar aqui na terra?

“Finalmente, após tantos vôos espirituais,  tantos arrebatamentos e tantos êxtases, aquele castelo santo de pureza e humildade rendeu-se ao último assalto do amor, depois de haver resistido a tantos. O amor A venceu, e consigo levou sua benditíssima alma”.

Essa morte de Maria, suave e bendita como um lindo entardecer, a Igreja a designa pelo sugestivo nome de “dormição”, para significar que seu corpo não sofreu a corrupção.

Cheia de graça e cheia de glória

Quanto durou a permanência do puríssimo corpo de Maria no sepulcro?

Não o sabemos. Mas, segundo a tradição, muito pouco tempo esteve a alma separada de seu corpo. E, na Constituição Apostólica Munificentissimus Deus, afirma o Papa Pio XII:  “Por um privilégio inteiramente singular, Ela venceu o pecado com sua Conceição Imaculada; e por esse motivo não foi sujeita à lei de permanecer na corrupção do sepulcro, nem teve de esperar a redenção do corpo até o fim dos tempos” .

Assim, resplandecente de glória, a alma santíssima de Nossa Senhora reassumiu seu virginal corpo, tornando-o completamente espiritualizado, luminoso, sutil, ágil e impassível.

E Maria — que quer dizer “Senhora de Luz” — elevou-se em corpo e alma ao Céu, enquanto as incontáveis legiões das milícias angélicas exclamavam maravilhadas ao contemplar sua Soberana cruzando os umbrais eternos: “Quem é esta que surge triunfante como a aurora esplendorosa, bela como a lua, refulgente e invencível como o sol que sobe no firmamento e terrível como um exército em ordem de batalha?”.

E ouviu-se uma grande voz que dizia: “Eis aqui o tabernáculo de Deus” (Ap 21, 3).

A glorificação da Virgem Maria com São João Evangelista, Santo Agostinho, São João Crisóstomo e São Gregório Magno mosaico de Carlo Maratta, século XVIII, Basílica de São Carlos al Corso, Roma

A Filha bem-amada do Pai, a Mãe virginal do Verbo, a Esposa puríssima do Espírito Santo foi coroada, então, pelas Três Divinas Pessoas para reinar no universo, pelos séculos dos séculos, “à direita do Rei” (Sl 44, 10).

O dogma

A verdade desta glorificação única e completa da Santíssima Virgem foi definida solenemente como dogma de Fé pelo Papa Pio XII, no dia 1º de novembro de 1950, com estas belas palavras:

Depois de termos dirigido a Deus repetidas súplicas, e de termos invocado a luz do Espírito de verdade, para a glória de Deus onipotente que à Virgem Maria concedeu sua especial benevolência, para a honra de seu Filho, Rei imortal dos séculos e triunfador do pecado e da morte, para aumento da glória de sua augusta Mãe e para gozo e júbilo de toda a Igreja, com a autoridade de Nosso Senhor Jesus Cristo, dos Bem-aventurados Apóstolos São Pedro e São Paulo e com a Nossa, pronunciamos, declaramos e definimos que: A Imaculada Mãe de Deus, a sempre virgem Maria, terminado o curso da vida terrestre, foi assunta em corpo e alma à glória celestial.

Ascensão de Nosso Senhor e Assunção de Maria

Assunção de Nossa Senhora - Revista Católica Arautos do Evangelho

Ascensão de Jesus (Catedral de Ávila, Espanha)

É comum haver certa confusão de conceitos a respeito da Ascensão de Nosso Senhor Jesus Cristo e da Assunção de Nossa Senhora. O famoso teólogo Fr. Antonio Royo Marin elucida a questão:

Não é exata, portanto, a distinção que estabelecem alguns entre a Ascensão do Senhor e a Assunção de Maria, como se a primeira se distinguisse da segunda pelo fato de ter sido feita por sua própria virtude ou poder, enquanto a Assunção de Maria necessitava do concurso ou ajuda dos Anjos. Não é isso. A diferença está em que Cristo teria podido ascender ao Céu por seu próprio poder ainda antes de sua morte e gloriosa ressurreição, enquanto que Maria não poderia fazê-lo — salvo um milagre — antes de sua própria ressurreição.

Porém, uma vez realizada esta, a Assunção se verificou utilizando sua  própria agilidade gloriosa, sem a necessidade do auxílio dos Anjos e sem milagre algum.


Fonte: Revista Arautos do Evangelho

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NOVO LIVRO DE MONS. JOÃO CLÁ DIAS: SÃO JOSÉ: QUEM O CONHECE?…

Mons. João Clá deseja, com esta nova obra, apresentar o genuíno perfil do grande Patriarca da Igreja, a fim de fomentar, com toda a ênfase, a autêntica devoção em relação à sua extraordinária figura. São José foi um herói insuperável, um verdadeiro Cruzado da Luz; em síntese, o homem de confiança da Santíssima Trindade. Sua força está profundamente ligada à sua virgindade, pois a pureza íntegra é a única capaz de originar no coração humano as energias necessárias para enfrentar as dificuldades com ânimo resoluto e total certeza da vitória.

Sem dúvida, São José é o maior Santo da História, dotado com uma vocação mais alta que a dos Apóstolos e a de São Batista, como apontam autores abalizados. Esta afirmação se apoia no fato de o ministério de São José estar intimamente unido à Pessoa e missão redentora de Nosso Senhor Jesus Cristo, participando de modo misterioso, conforme será tratado em momento oportuno, do plano hipostático. Tal proximidade com Deus feito Homem permitiu-lhe beneficiar-se como ninguém, depois de Nossa Senhora, dos efeitos da Encarnação, tendo sido santificado de forma superabundante por esse Menino Divino que o chamaria de pai, embora São José não tenha concorrido para sua geração natural.

Também não era conveniente que o escolhido para ser o esposo virgem de Nossa Senhora não estivesse à altura da criatura mais pura e mais santa saída das mãos de Deus. Em função disso, pode-se aventar a hipótese de ele ter sido santificado desde sua concepção, como sua Esposa? Estas e outras considerações relativas ao Santo Patriarca atrairão nossa atenção ao longo destas páginas.

De fato, muitas verdades ainda não manifestadas sobre a pessoa de São José devem ser proclamadas do alto dos telhados, a fim de deixar patente a grandeza oculta desse varão. Tanto mais que, nesta hora de crise e de tragédia na qual se encontra o mundo e a Igreja, sua figura há de tomar um realce providencial. O casto esposo de Maria aparecerá em todo o seu esplendor, como nunca antes na História, para que os fiéis recorram a ele enquanto insigne defensor dos bons.

Sim, São José já foi proclamado Patrono da Santa Igreja, mas ainda não mostrou à humanidade a força de seu braço. Tempus faciendi! Estão chegando os dias em que, sob o amparo do pai virginal de Jesus, os escolhidos de Deus farão grandes proezas a fim de instaurar o Reino de Cristo sobre a terra, Reino de paz e de pureza, Reino também, por que não dizê-lo, de Maria e de José.

(Mons. João S. Clá Dias: Introdução ao livro: SÃO JOSÉ: QUEM O CONHECE?…).


 

Fonte: Arautos do Evangelho

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SÃO JOSÉ: O CRUZADO DE LUZ

No seu mais recente livro, Monsenhor João Clá Dias, desvenda uma visão inédita do esposo de Maria Santíssima e revela a altíssima missão que lhe cabe na implantação do Reino d’Ela. Transcrevemos aqui alguns dos trechos compostos pelo fundador dos Arautos do Evangelho para a introdução desta obra. Para mais detalhes sobre a aquisição desta obra, clique aqui.

São José O Cruzado de Luz.jpg

Ao enviar seu Filho ao mundo, o Pai bem sabia que Ele estaria cercado do ódio desenfreado e mortal dos maus, como evidenciará o sangrento episódio do martírio dos Santos Inocentes ordenado por Herodes. Entretanto, não O fez nascer num inexpugnável castelo construído sobre a rocha, não O muniu de exércitos numerosos e disciplinados, nem Lhe concedeu uma companhia de guardas que O escoltassem. As soluções de Deus são sempre mais belas!

O pequeno Jesus já estava amparado pelo afeto da melhor das mães, mas para defendê-Lo de tantos riscos um só homem foi escolhido: José, a quem o próprio Padre Eterno elegeu para ser, nesta terra, o pai virginal de Jesus. Ele será o braço forte do Todo-Poderoso para custodiar e salvar dos mais variados perigos o Filho de Deus e sua Mãe Santíssima.

Por isso, São José foi um varão dotado de altíssima sabedoria, de vigor indomável e de ilibada inocência. Ninguém, em toda a História, aliou como ele a mais fina esperteza à mais íntegra pureza, constituindo-se em peça-chave da vitória do bem sobre o mal.

Alma ardente e contemplativa, mas impregnada de carinho

O Autor, Mons. João Clá Dias, não conhece uma apresentação do perfil moral de São José mais apropriada a introduzir o leitor no estudo da vida, das virtudes e dos excepcionais dons do casto esposo de Nossa Senhora, que a descrição feita por Plinio Corrêa de Oliveira:

“Casado com Aquela que é chamada de o Espelho da Justiça, pai adotivo do Leão de Judá, São José devia ser um modelo de fisionomia sapiencial, de castidade e de força. Um homem firme, cheio de inteligência e critério, capaz de tomar conta do segredo de Deus. Uma alma de fogo, ardente, contemplativa, mas também impregnada de carinho.

“Descendia da mais augusta dinastia que já houve no mundo, isto é, a de Davi. […] Como príncipe, conhecia também a missão de que estava imbuído, e a cumpriu de forma magnífica, contribuindo para a preservação, defesa e glorificação terrena de Nosso Senhor Jesus Cristo. Em suas mãos confiara o Padre Eterno esse tesouro, o maior que jamais houve e haverá na História do universo! E tais mãos só podiam ser as de um autêntico chefe e dirigente, um homem de grande prudência e de profundo discernimento, bem como de elevado afeto, para cercar da meiguice adorativa e veneradora necessária o Filho de Deus humanado.

“Ao mesmo tempo, um homem pronto para enfrentar, com perspicácia e firmeza, qualquer dificuldade que se lhe apresentasse: fossem as de índole espiritual e interior, fossem as originadas pelas perseguições dos adversários de Nosso Senhor. […]

“Costuma-se apreciar e louvar, com justiça, a vocação de Godofredo de Bouillon, o vitorioso guerreiro que, na Primeira Cruzada, comandou as tropas católicas na conquista de Jerusalém. É uma linda proeza! Ele é o cruzado por excelência.

“Porém, muito mais do que retomar o Santo Sepulcro é defender o próprio Nosso Senhor Jesus Cristo! E disso São José foi gloriosamente encarregado, tornando-se o cavaleiro-modelo na proteção do Rei dos reis e Senhor dos senhores”.1

Misteriosa participação no plano hipostático

Nesta obra, Monsenhor João deseja apresentar o genuíno perfil do grande Patriarca da Igreja, a fim de fomentar, com toda a ênfase, a autêntica devoção em relação à sua extraordinária figura.
São José foi um herói insuperável, um verdadeiro Cruzado da Luz; em síntese, o homem de confiança da Santíssima Trindade. Sua força está profundamente ligada à sua virgindade, pois a pureza íntegra é a única capaz de originar no coração humano as energias necessárias para enfrentar as dificuldades com ânimo resoluto e total certeza da vitória.

Sem dúvida, São José é o maior Santo da História, dotado com uma vocação mais alta que a dos Apóstolos e a de São João Batista, como apontam autores abalizados.2

Esta afirmação se apoia no fato de o ministério de São José estar intimamente unido à Pessoa e missão redentora de Nosso Senhor Jesus Cristo, participando de modo misterioso, conforme será tratado em momento oportuno, do plano hipostático.

Tal proximidade com Deus feito Homem permitiu-lhe beneficiar-se como ninguém, depois de Nossa Senhora, dos efeitos da Encarnação, tendo sido santificado de forma superabundante por esse Menino Divino que o chamaria de pai, embora São José não tenha concorrido para sua geração natural.

Ele ainda não mostrou a força do seu braço

São José O Cruzado de Luz (2).jpgTambém não era conveniente que o escolhido para ser o esposo virgem de Nossa Senhora não estivesse à altura da criatura mais pura e mais santa saída das mãos de Deus. Em função disso, pode-se aventar a hipótese de ele ter sido santificado desde sua concepção, como sua Esposa?
Estas e outras considerações relativas ao Santo Patriarca atrairão nossa atenção ao longo destas páginas.

De fato, muitas verdades ainda não manifestadas sobre a pessoa de São José devem ser proclamadas do alto dos telhados, a fim de deixar patente a grandeza oculta desse varão. Tanto mais que, nesta hora de crise e de tragédia na qual se encontra o mundo e a Igreja, sua figura há de tomar um realce providencial. O casto esposo de Maria aparecerá em todo o seu esplendor, como nunca antes na História, para que os fiéis recorram a ele enquanto insigne defensor dos bons.

Sim, São José já foi proclamado Patrono da Santa Igreja, mas ainda não mostrou à humanidade a força de seu braço. Tempus faciendi! Estão chegando os dias em que, sob o amparo do pai virginal de Jesus, os escolhidos de Deus farão grandes proezas a fim de instaurar o Reino de Cristo sobre a terra, Reino de paz e de pureza, Reino também, por que não dizê-lo, de Maria e de José.

(Transcrito, com pequenas adaptações, de: CLÁ DIAS, EP, João Scognamiglio. São José: quem o conhece? São Paulo: Lumen Sapientiæ, 2017 – in “Revista Arautos do Evangelho”, agosto/2017, n. 188, p. 32 a 33)

……………………………………………
1- CORRÊA DE OLIVEIRA, Plinio. São José, esposo de Maria e pai adotivo de Jesus. In: Dr. Plinio. São Paulo. Ano II. N.12 (Mar., 1999); p.14-15; 17.
2- Cf. SUÁREZ, SJ, Francisco. Misterios de la vida de Cristo. Disp.VIII, sec.1- 2. In: Obras. Madrid: BAC, 1948, t.III, p.261-281.


Fonte: Conteúdo publicado em gaudiumpress.org, no link http://www.gaudiumpress.org/content/89161#ixzz4plnJbURX

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TRÍDUO A NOSSA SENHORA DA ASSUNÇÃO: VIRGEM SANTÍSSIMA, INTERCEDEI POR MIM!

A festa da Assunção nos convida a meditar sobre a glória inefável da Virgem Maria, o Paraíso de Deus. Por isso, clique na imagem acima e reze conosco o tríduo a Nossa Senhora da Assunção.


Fonte: Arautos do Evangelho

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EXPOSIÇÃO INTERATIVA NA BAHIA CONVIDA FIÉIS A CONHECEREM AS OBRAS DE IRMÃ DULCE

Festa à Bem-Aventurada Dulce dos Pobres acontece em Salvador.jpg

Por ocasião das celebrações em memória dos 25 anos de falecimento do Anjo Bom da Bahia, as Obras Sociais Irmã Dulce (OSID) promoverão a exposição “O nosso tempo é o tempo de Irmã Dulce”.

A mostra apresenta, de forma lúdica e interativa, a trajetória da freira baiana e o crescimento, ao longo das últimas décadas, da instituição por ela fundada.

Organizada pela Assessoria de Memória e Cultura da OSID, a exposição será aberta no próximo dia 15 de agosto, às 16h, no Shopping Piedade (piso L2). O evento terá a presença de profissionais, moradores e voluntários da entidade, assim como devotos e admiradores da vida e obra de Irmã Dulce.

Exposição interativa na Bahia convida fiéis a conhecerem as obras de Irmã Dulce.jpg

Por meio de recursos digitais e audiovisuais, a mostra contará com totens interativos que permitirão ao público explorar a história do Anjo Bom da Bahia e de suas Obras Sociais, podendo até mesmo ouvir áudios da beata.

Além disso, haverá uma cabine fotográfica com uma imagem da religiosa. Lá, cada visitante poderá tirar uma selfie ao lado da freira baiana e, ainda, através de monitores, conferir entrevistas e diálogos.

Também no ambiente no qual se encontram os artigos diversos do Anjo Bom, o público poderá deixar mensagens e usar o local para fazer orações.

Segundo o assessor de Memória e Cultura da OSID, Osvaldo Gouveia, a intenção da exposição é mostrar que “mesmo após a morte de Irmã Dulce, esse continua sendo o seu tempo, por meio da propagação do seu legado”.

“É uma exposição sobre a obra de Irmã Dulce. Na mostra, por exemplo, cada um dos últimos 25 anos será marcado por uma conquista”, declarou o historiador.

A exposição “O nosso tempo é o tempo de Irmã Dulce” permanecerá até o dia 31 de agosto, durante o horário de funcionamento do shopping, das 9h às 21h. (LMI)


Fonte: Conteúdo publicado em gaudiumpress.org, no link http://www.gaudiumpress.org/content/89168#ixzz4pe2SPpYt

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TRÍDUO A NOSSA SENHORA DA ASSUNÇÃO: PEÇA COM FÉ A NOSSA SENHORA. ELA ATENDERÁ!

A festa da Assunção nos convida a meditar sobre a glória inefável da Virgem Maria, o Paraíso de Deus. Por isso, clique na imagem acima e reze conosco o tríduo a Nossa Senhora da Assunção.


Fonte: Arautos do Evangelho

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TRÍDUO A NOSSA SENHORA DA ASSUNÇÃO: REZE CONOSCO!

A festa da Assunção nos convida a meditar sobre a glória inefável da Virgem Maria, o Paraíso de Deus. Por isso, clique na imagem acima e reze conosco o tríduo a Nossa Senhora da Assunção.


Fonte: Arautos do Evangelho

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MISSA DA TRANSFIGURAÇÃO DO SENHOR É CELEBRADA NA ARQUIDIOCESE DE SALVADOR

No dia 06 de agosto, a Arquidiocese de Salvador celebrou o dia da Transfiguração do Senhor, na Igreja São Pedro dos Clérigos, no Terreiro de Jesus. A Santa Missa foi presidida pelo Arcebispo e Primaz do Brasil, Dom Murilo Sebastião Krieger e concelebrada por Padre Lázaro Muniz,  Pároco  da Catedral, além das presenças dos Diáconos  Raimundo Moreno e Eduardo Lessa.

O Coral dos Cooperadores dos Arautos do Evangelho animou a Celebração.  Continue reading

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A DEVOÇÃO REPARADORA DOS PRIMEIROS SÁBADOS: A BUSCA À PERFEIÇÃO DOS DONS

Imagem de Nossa Senhora da Conceição da Praia

A reparação do mês de agosto, em Salvador, aconteceu na Basílica de Nossa Senhora da Conceição da Praia, Padroeira do Estado da Bahia.

A primeira Capela de Salvador foi construída por ordem do primeiro governador geral do Brasil, Thomé de Souza, em homenagem à Virgem Maria. Sua atual construção, em estilo barroco, foi feita toda em pedra-sabão trazida de Portugal.  Esta se encontra dentro da Basílica e está conservada nos dias atuais.

Iniciamos a nossa devoção do Primeiro Sábado com a recitação do Terço e, em seguida, meditamos o 3º Mistério Glorioso: A descida do Espírito Santo sobre Nossa Senhora e os Apóstolos reunidos no Cenáculo, em Jerusalém. “Chegando o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar. De repente, veio do céu um ruído, como se soprasse um vento impetuoso, e encheu toda a casa onde estavam sentados. Apareceu-lhes então uma espécie de línguas de fogo que se repartiram e pousaram sobre cada um deles. Ficaram todos cheios do Espírito Santo e começaram a falar em línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem” (At 2, 1-4).

Meditação do Terço

Descida do Espírito Santo sobre Nossa Senhora e os Apóstolos

Através deste Mistério, peçamos a Nossa Senhora que interceda por nós, junto ao seu Filho, para que possamos obter a plenitude dos dons que tanto transformaram os discípulos de Jesus e, assim, realizemos com perfeição nossa missão no apostolado, contagiando muitos outros.

 

A Santa Missa foi celebrada pelo Padre Ireneu de Jesus Menezes e concelebrada pelo Padre Carlos Tonelli, EP, com a participação do Coral dos Cooperadores dos Arautos do Evangelho.

Em sua homilia, o Padre Carlos Tonelli, EP explanou sobre o aniversário de 100 anos das aparições em Fátima e os 300 anos do encontro de Nossa Senhora Aparecida. E que sendo graças tão insignes para o povo brasileiro, não podemos ficar de braços cruzados e não evangelizar. Temos que ser como São João Batista, que entregou-se por inteiro para aplainar os caminhos do Senhor.

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VÍDEO SOBRE A PARÓQUIA NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS

A TV Arautos acaba de lançar um pequeno vídeo que trata a respeito de nossa Paróquia. Veja e compartilhe com outros!

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A HISTÓRIA DO SEMINÁRIO DA BAHIA É DIVULGADA EM LIVRO

O livro “Seminário da Bahia: documentos de sua história”, organizado pelo professor e historiador Cândido da Costa e Silva, será lançado na próxima quinta-feira, dia 10 de agosto, às 16h, no Museu de Arte Sacra da Bahia.

A história do Seminário da Bahia é divulgada em livro.jpg

A obra publicada pela editora da Universidade Federal da Bahia (Edufba) reflete o processo histórico de formação inicial dos padres da Arquidiocese de Salvador, primeira Arquidiocese do Brasil.

O evento de lançamento terá a presença do Arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil, Dom Murilo Krieger.

A pesquisa foi solicitada em vista do contexto comemorativo dos 200 anos do Seminário da Bahia (1815-2015), quinto mais antigo do país.

O livro é da autoria dos padres Danilo Pinto dos Santos, Rosalvo dos Humildes Júnior e Paulo Roberto Soares e do diácono Felipe Montecinos, e apresenta o Seminário da Bahia em quatro tempos: O Proto-Seminário (1815 – 1827), o Seminário Oitocentista da Bahia (1828 – 1890), o Seminário Pré-Concílio Vaticano II (1891 – 1962) e o Seminário no Pós-Concílio Vaticano II (1962 -2015). (LMI)


Fonte: Conteúdo publicado em gaudiumpress.org.

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PRIMAZ DO BRASIL EXALTA OS 300 ANOS DA MÃE APARECIDA DURANTE EVENTO NA BAHIA

A Jornada Teológica dos Serviços Arquidiocesanos em Salvador, organizada pela Coordenação Arquidiocesana de Pastoral, contou este ano com reflexões inspiradas no tema ” Com Maria, a mãe de Jesus”.

O evento que reuniu diversas pastorais, movimentos, comunidades, entre outros organismos, teve lugar no auditório Dom Geraldo Majella, na Cúria Metropolitana de Salvador.

Na ocasião, a Jornada tratou de duas palestras, sendo a primeira sobre o tema central proferida pelo Arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil, Dom Murilo Krieger.

O arcebispo ressaltou que o Ano Mariano é o momento para celebrar, fazer memória e agradecer em comemoração aos 300 anos do encontro da Imagem de Nossa Senhora Aparecida.

A partir da história da aparição da Padroeira do Brasil, Dom Murilo evidenciou Maria Santíssima como “a Mãe do Povo”, uma vez que a população olha para Jesus Cristo e tem a consciência de que ao seu lado, desde o nascimento até o calvário, Nossa Senhora está presente.

Dom Murilo lembrou ainda que “quem encontrou a Imagem de Aparecida foram pescadores, trabalhadores, homens de coração simples. Esta Imagem enegrecida parece lembrar a cor de grande parte do nosso povo”.

Por fim, concluiu seu discurso abordando o compromisso das lideranças de cultivar a espiritualidade mariana.

Já a segunda palestra foi ministrada pelo coordenador de Pastoral, Padre Ricardo Henrique, que destacou a religiosidade popular e a devoção mariana como oportunidades de evangelização.

“Como lideranças, precisamos preservar as devoções marianas, sobretudo na família, pois estas devoções quando bem acompanhadas, penetram profundamente na alma do povo, levando-o a um engajamento na comunidade”, afirmou o sacerdote ao longo do evento, que foi encerrado com o momento da consagração a Nossa Senhora. (LMI)


Fonte: Conteúdo publicado em gaudiumpress.org, no link http://www.gaudiumpress.org/content/89115#ixzz4pDZaWLYB

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O SANTO DO DIA: SÃO DOMINGOS DE GUSMÃO

São Domingos de Gusmão - Arautos do Evangelho

Como o Santo Rosário chegou às mãos de São Domingos? 
Estava ele na capela do convento das monjas do primeiro
mosteiro da Ordem   Dominicana rezando pela 
redenção das almas. Foi aí que  Nossa
Senhora apareceu-lhe…

Domingos nasceu em 24 de junho de 1170, na pequena vila de Caleruega, na Velha Castela, atual Espanha. Pertencia a uma ilustre e nobre família, muito católica e rica: seus pais eram Félix de Gusmão e Joana d’Aza e seus irmãos, Antonio e Manes. O primeiro tornou-se sacerdote e morreu com odor de santidade. O segundo, junto com a mãe, foi beatificado pela Igreja.

Nesse berço exemplar, o pequeno Domingos trilhou o mesmo caminho de servir a Deus. Até mesmo o seu nome foi escolhido para homenagear São Domingos de Silos, porque sua mãe, antes de Domingos nascer, fez uma novena no santuário do santo abade. E, como conta a tradição, no sSão Domingos de Gusmão.jpgétimo dia ele lhe teria aparecido para anunciar que seu futuro filho seria um santo para a Igreja Católica.

Domingos dedicou-se aos estudos, tornando-se uma pessoa muito culta. Mas nunca deixou a caridade de lado. Em Calência, cidade onde se diplomou, surpreendeu a todos ao vender os objetos de seu quarto, inclusive os pergaminhos caros usados nos estudos, para ter um pequeno “fundo” e com ele alimentar os pobres e doentes.

Aos vinte e quatro anos, sentindo o chamado, recebeu a ordenação sacerdotal. Foi enviado para a diocese de Osma, onde se distinguiu pela competência e inteligência. Logo foi convidado para auxiliar o rei Afonso VII nos trabalhos diplomáticos do seu governo e também para representar a Santa Sé, em algumas de suas difíceis missões.

Durante a Idade Média, período em que viveu, havia a heresia dos albigenses, ou cátaros, surgida no sul da França. O Papa Inocêncio III enviou-o para lá, junto com Diego de Aceber, seu companheiro, a fim de combater os católicos reencarnacionistas. Mas, devido à morte repentina desse caro amigo, Domingos teve de enfrentar a missão francesa sozinho. E o fez com muita eficiência, usando apenas o seu exemplo de vida e a pregação da verdadeira Palavra de Deus.

Em 1207, em Santa Maria de Prouille, Domingos fundou o primeiro mosteiro da Ordem Segunda, das monjas, destinado às jovens que, devido à carestia, estavam condenadas à vida do pecado.

A santidade de Domingos ganhava cada vez mais fama, atraindo as pessoas que desejavam seguir o seu modelo de apostolado. Foi assim que surgiu o pequeno grupo chamado “Irmãos Pregadores”, do qual fazia parte o seu irmão de sangue, o Bem-aventurado Manes.

Em 1215, a partir dessa irmandade, Domingos decidiu fundar uma Ordem, oferecendo uma nova proposta de evangelização cristã e vida apostólica. Ela foi apresentada ao Papa Inocêncio III, que, no mesmo ano, durante o IV Concílio de Latrão, concedeu a primeira aprovação. No ano seguinte, seu sucessor, o Papa Honório III, emitiu a aprovação definitiva, dando-lhe o nome de Ordem dos Frades Predicadores, ou Dominicanos. Eles passaram a ser conhecidos como homens sábios, pobres e austeros, tendo como características essenciais a ciência, a piedade e a pregação.

Em 1217, para atrair a juventude acadêmica para dentro do clero, o fundador determinou que as Casas da Ordem fossem criadas nas principais cidades universitárias da Europa, que na época eram Bolonha e Paris. Ele se fixou na de Bolonha, na Itália, onde se dedicou ao esplêndido desenvolvimento da sua obra, presidindo, entre 1220 e 1221 os dois primeiros capítulos gerais, destinados à redação final da “carta magna” da Ordem.

No dia 8 de agosto de 1221, com apenas cinqüenta e um anos de idade, ele morreu. Foi canonizado pelo Papa Gregório IX, que lhe dedicava especial estima e amizade, em 1234. São Domingos de Gusmão foi sepultado na catedral de Bolonha e é venerado, no dia de sua morte, como Padroeiro Perpétuo e Defensor dessa cidade.

* * * * * * *
O Santo homem que recebeu das mãos da Virgem o Rosário

Como o Santo Rosário chegou às mãos de São Domingos? São Domingos estava na capela do convento das monjas do primeiro mosteiro da Ordem Dominicana rezando pela redenção das almas. Foi aí então que Nossa Senhora apareceu-lhe e entregou-lhe o Rosário … Foi a partir daí que São Domingos com seu zelo inflamado começou a pregar sobre o Rosário e converter milhares de hereges à fé católica.

Os demônios revelam quem é o Santo mais temido por eles

Eis que São Domingos estava a pregar o Rosário perto de Carcassona, trouxeram à sua presença um herege que, possesso pelo demônio, pregava contra o Santo Rosário. Havia mais de 12 mil pessoas presentes na pregação. Os demônios que possuíam esse infeliz foram obrigados a responder às perguntas de São Domingos, com muito constrangimento.

1 – Havia quinze mil deles no corpo desse pobre homem, porque ele atacou os quinze mistérios do Rosário – eis que o quarto mistério (Luminoso) foi adicionado ao rosário recentemente;

2 – Continuaram a testemunhar que, quando São Domingos pregava o Rosário ele impunha medo e horror nas profundezas do inferno e que ele era o homem que os demônios mais odiavam em todo o mundo, isto por causa das almas que ele arrancou deles através da devoção do Santo Rosário; revelaram ainda várias outras coisas.

São Domingos colocou o seu Rosário em volta do pescoço do possuído e pediu que os demôS Domingos de Gusmao.JPGnios lhe dissessem quem, de todos os santos nos céus eles mais temiam, e quem deveria ser, portanto mais amado e reverenciado pelos homens. Nesse momento eles soltaram um gemido inexprimível no qual a maioria das pessoas caiu por terra desmaiando de medo… – devemos lembrar que o diabo é o pai da mentira e neste momente ele se faz de vítima de São Domingos – e eles disseram:

– Domingos, nós te imploramos, pela paixão de Jesus Cristo e pelos méritos de sua Mãe e de todos os santos, deixe-nos sair desse corpo sem que falemos mais, pois os anjos responderão sua pergunta a qualquer momento…

São Domingos ajoelhou-se e rezou a Nossa Senhora para que ela forçasse os inimigos a proclamarem a verdade completa e nada mais que a verdade. Mal tinha terminado de rezar viu a Santíssima Virgem perto de si, rodeada por uma multidão de anjos – apenas Domingos era capaz de vê-la. Ela bateu no homem possesso com um cajado de ouro que segurava e disse: – Responda ao meu servo Domingos imediatamente. – Então os demônios começaram a gritar:

– Oh, vós, que sois nossa inimiga, nossa ruína e nossa destruição, porque desceste dos céus só para nos torturar tão cruelmente? Oh, Advogada dos pecadores, vós que os tirais das presas do inferno, vós que sois o caminho certeiro para os céus, devemos nós, para o nosso próprio pesar, dizer toda a verdade e confessar diante de todos quem é que é a causa de nossa vergonha e nossa ruína? Oh, pobres de nós, príncipes da escuridão: então, ouçam bem, vocês cristãos: a Mãe de Jesus Cristo é todo-poderosa e ela pode salvar seus servos de caírem no Inferno. Ela é o Sol que destrói a escuridão de nossa astúcia e sutileza. É ela que descobre nossos planos ocultos, quebra nossas armadilhas e faz com que nossas tentações fiquem inúteis e sem efeito. Nós temos que dizer, porém de maneira relutante, que nem sequer uma alma que realmente perseverou no seu serviço foi condenada conosco; um simples suspiro que ela oferece à Santíssima Trindade é mais precioso que todas as orações, desejos e aspirações de todos os santos.

O Santo insistiu para que todos rezassem o Rosário em voz alta. A cada Ave Maria a Santíssima Virgem fazia sair 100 demônios do corpo desse herege, em forma de carvões acesos.

Depois que foi curado, abjurou todos os seus erros e converteu-se, juntamente com outros amigos seus, tocados com a força do Rosário. A recompensa para aqueles que atraem outros a devoção do Santo Rosário é enorme.


Fonte: Arautos do Evangelho

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HOMENAGEM DA ARQUIDIOCESE DE SALVADOR À DOM GERALDO MAGELLA: JUBILEU DE BRILHANTE

No dia 04 de agosto, foi celebrado 60º aniversário de ordenação Sacerdotal do Arcebispo Emérito da Arquidiocese de Salvador, Cardeal Dom Geraldo Majella Agnelo. A solene Eucaristia aconteceu no Santuário Nossa Senhora de Fátima, no bairro do Garcia, e foi concelebrada pelo Arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil, Dom Murilo Krieger, pelos Bispos auxiliares Dom Gilson Andrade da Silva, Dom Marco Eugênio Galrão, Dom Estevam dos Santos Silva Filho e Dom Hélio Pereira dos Santos, pelo Arcebispo da Arquidiocese de Vitória da Conquista, Dom Pepeu, e pelo Bispo da Diocese de Camaçari, Dom João Carlos Petrini. Além disso, estiveram presentes o Clero local da Arquidiocese, incluindo Pe Carlos Tonelli, EP, religiosos, religiosas e um grande número de fiéis de diversas Paróquias.

Nossa homenagem a Dom Geraldo Magella por esta data, sendo exemplo de doação no seu chamado Sacerdotal, assim como Santo Cura D´Ars, que deixou-se conquistar por Nosso Senhor levando a mensagem de fé, de esperança e, sobretudo, de amor ao próximo. Que o Sagrado Coração de Jesus permaneça contigo, porque Ele ama abundantemente aqueles que o serve com alegria.

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SÃO JOSÉ: QUEM O CONHECE?

No último final de semana do mês de Julho, os Cooperadores dos Arautos do Evangelho, também conhecidos como Terciários, foram surpreendidos pela pergunta que dá o título a este post: São José: Quem o conhece?

Certamente, todos os que tiveram a graça de participar do 13º Congresso Internacional dos Cooperadores dos Arautos do Evangelho, realizado no Seminário Arautos do Evangelho – Thabor, localizado na Serra da Cantareira, em cujo complexo também se encontra a Basílica Menor Nossa Senhora do Rosário – todos responderiam de forma muito tímida em relação a seu próprio conhecimento a respeito das grandezas da Vocação do Patriarca da Santa Igreja e pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, o glorioso São José! De fato, após as brilhantes e entusiásticas exposições que tiveram lugar no Congresso, esse conhecimento foi aumentado exponencialmente.

Durante dois dias, Cooperadores dos Arautos do Evangelho, vindos de todas as partes do Brasil e de vários países do mundo, num total aproximado de 800 pessoas, puderam apreciar as exposições do Revmo. Pe. Ricardo Basso, EP e Revmo. Pe. Alex Britto, EP que, de maneira muito clara e com muita vivacidade explanaram detalhes impressionantes e desconhecidos da vida e da Missão do grande Patriarca. Como foi ele escolhido pela Providência para cuidar dos dois tesouros mais preciosos que Deus colocou nesta terra: Jesus Menino e a Santíssima Virgem. Infelizmente, a grande maioria dos católicos não tem acesso e, portanto, não conhece as maravilhas que a respeito de São José apresentam os Evangelhos, os Santos Padres da Igreja e os grandes estudiosos exegetas, especialistas na matéria. Durante dois dias inteiros (no Sábado e no Domingo), os Terciários congressistas estabeleceram um rico contato com a vida do glorioso São José.

Segundo dia do XIII Congresso Internacional Anual de Terciários

XIII Congresso Internacional Anual de Terciários, segundo dia

Ao final do último dia de Congresso, foram os Terciários brindados com um presente especialíssimo: estando impossibilitado de ir ao Congresso, Monsenhor João Clá Dias, Fundador dos Arautos do Evangelho, fez chegar a todos a sua mais recente Obra sobre a vida de São José: São José: Quem o conhece? O contentamento e o entusiasmo de todos diante deste presente foi estupendo, fenomenal. Havia um comentário de que Monsenhor estava se dedicando, nos últimos meses, a escrever este livro, mas, no Congresso, todos tiveram oportunidade exclusiva de ter em mãos, por uma especial gentileza do Fundador, essa Obra que, em 467 páginas aborda aspectos inéditos da vida e da Missão do grande Patriarca São José.

Mais do que conhecer a vida do pai do Menino Jesus e Patriarca da Igreja, o estudo deste livro, juntamente com a memória das imensas graças recebidas durante estes dias de convívio fraterno, irá permitir a todos os participantes aumentarem substancialmente a sua devoção a tão grande santo.

Durante o Congresso, os Terciários também puderam ter contato com duas Autoridades Eclesiásticas: o Bispo Auxiliar de São Paulo, Dom Sérgio de Deus, que celebrou a Santa Missa inaugural do Congresso no dia 28 de Julho, sexta feira e, com Dom Frei Jaime Splenger, OFM, Arcebispo de Porto Alegre, que além de celebrar a Santa Missa no Domingo pela manhã, participou ativamente da conferência da parte da manhã, proferida pelo Pe. Alex Brito, além de compartilhar um animado almoço junto com os Terciários.

XIII Congresso Internacional Anual de Terciários, primeira dia

No Sábado, segundo dia do Congresso, houve também a belíssima cerimônia de recepção de novos Terciários. Em torno de 100 pessoas, de vários Estados brasileiros, receberam a túnica de Cooperadores dos Arautos do Evangelho, assinando, ao mesmo tempo, o termo de compromisso que os liga à Instituição. Da cidade de Salvador, vinte e cinco novos Cooperadores receberam a túnica de Terciários. Foi a maior delegação do Congresso.

XIII Congresso Internacional Anual de Terciários, segundo dia

Enfim, esperamos que os frutos deste Congresso se faça valer num aumento esplendoroso da devoção a São José por todos os participantes e também por todos aqueles que possam ser influenciados pelo apostolado desenvolvido pelos Terciários dos Arautos do Evangelho.

Afinal, como cita Monsenhor João Clá na introdução do referido livro “a atuação de São José no terceiro milênio há de ser decisiva. Não foi por acaso que, na última aparição de Nossa Senhora em Fátima, os pastorinhos viram-no abençoar o mundo três vezes. O alcance profético dessas bênçãos ainda está por ser explicitado, mas, sem dúvida, elas marcarão os acontecimentos vindouros e terão um papel determinante para o cumprimento da promessa feita pela Santíssima Virgem na Cova da Iria: ‘Por fim o meu Imaculado Coração triunfará”.

 Encerramos com uma belíssima oração a São José, composta por Monsenhor João Clá, Fundador dos Arautos:

 “Ó glorioso e suave São José, Patriarca e chefe da Sagrada Família, que estais acima de tudo depois de Maria Santíssima, já que vós fostes o guia e condutor dos passos de Jesus Infante, mostrai-nos o caminho a seguir para fazer com que o Céu fique mais próximo de nós. Amém”

 

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PRIMEIRO SÁBADO DO MÊS

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FEIRA DE SANTANA (BA) ACOLHE SEMANA DE LITURGIA DA CNBB

“A importância de Maria na Sagrada Liturgia e na Devoção Popular” é o tema da 14ª Semana de Liturgia promovida pelo Regional Nordeste 3 da CNBB em Feira de Santana, na Bahia.

14-seminário-de-liturgia.png

O evento refletirá “a liturgia renovada pelo Vaticano II, tendo como foco os a presença da Virgem Maria na celebração do Mistério Pascal de Nosso Senhor Jesus Cristo e como a devoção popular tem ajudado nossas comunidades a alimentarem a fé”.

Entre as atividades que serão promovidas estão palestras, discussões em grupo e partilha de experiências.

Qualquer pessoa que sentir a necessidade de aprofundar e partilhar o tema proposto pelo encontro poderá participar.

As experiências devocionais à Santíssima Virgem nas comunidades, paróquias e dioceses devem, inclusive, serem discutidas ao longo da programação do evento.

A assessoria será realizada por Dom Rafael Maria, Doutor em Teologia com especialização em Mariologia pela Pontifícia Faculdade Teológica Marianum. (LMI)


Fonte: Conteúdo publicado em gaudiumpress.org, no link http://www.gaudiumpress.org/content/89002#ixzz4ok9UnVqd
 

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FESTA A BEM-AVENTURADA DULCE DOS POBRES ACONTECE EM SALVADOR

A memória de Irmã Dulce será celebrada neste mês de agosto com uma extensa programação festiva que deve reunir milhares de fiéis e admiradores do Anjo Bom da Bahia.

Festa à Bem-Aventurada Dulce dos Pobres acontece em Salvador.jpg

 

Trata-se da Festa em honra a Bem-Aventurada Dulce dos Pobres, que este ano chega a sua sétima edição.

As atividades festivas têm início com um novenário, que começa nesta sexta-feira, 4 de agosto, e segue até o dia 12, sempre às 18h, no Santuário da Imaculada Conceição da Mãe de Deus (Largo de Roma).

A cada dia, a celebração terá um pregador e um grupo de homenageados como unidades, voluntários e parceiros das Obras Sociais Irmã Dulce (OSID), além de paróquias, congregações, irmandades e demais instituições.

A agenda festiva dedicada à Mãe dos Pobres segue até 13 de agosto, data oficial da sua festa litúrgica.

No dia festivo em honra a Irmã Dulce, um dos pontos mais altos será a Missa Solene, às 9h30, no Santuário da Bem-Aventurada, que será presidida pelo Arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil, Dom Murilo Krieger.

Além da cerimônia, a data dedicada ao Anjo Bom da Bahia será marcada pela Caminhada Irmã Dulce às 8h, antecedendo a Missa Solene.

Neste horário, os fiéis partirão da Igreja do Bonfim com destino ao Santuário da beata, no qual haverá a celebração eucarística. (LMI)


Fonte: Conteúdo publicado em gaudiumpress.org, no link http://www.gaudiumpress.org/content/88990#ixzz4oeW3sSHJ

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