SANTO DO DIA: SANTO AFONSO MARIA DE LIGÓRIO, EXEMPLO DE VIRTUDE

Santo Afonso Maria de Ligório - História dos Santos - Revista Católica Arautos do Evangelho

Homem de formação e inteligência brilhantes, a tudo renunciou para seguir os passos do Santíssimo Redentor, percorrendo povoados e vilas para admoestar e converter as almas.Seguindo os passos do Santíssimo Redentor

Santo Afonso Maria de Ligório

Seguindo os passos do Santíssimo Redentor

No antigo reino de Nápoles do século XVII, o nobre casal Giuseppe de Ligório e Anna Cavalieri destacava-se por sua virtude. Descendente de ilustre família, era Giuseppe capitão das galeras reais, cargo que exigia pulso forte e capacidade de mando notável. Mas, ao contrário da maioria dos militares da época, frequentava com assiduidade os Sacramentos e dava exemplo de bom comportamento aos seus subordinados.

Santo Afonso Maria de Ligório - História dos Santos

“Santo Afonso” – Igreja de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, Cuenca (Equador)

O primogênito de Anna e Giuseppe nascera a 27 de setembro de 1696, em Marianella, casa de campo da família nas proximidades de Nápoles. Por haver sido consagrado de modo especial à Santíssima Virgem recebeu o nome de Afonso Maria. Ainda era criança de berço quando o padre Francisco de Jerônimo, jesuíta com fama de santidade, tomou-o nos braços, fitou-o longamente e deu-lhe a bênção, dizendo: “Este menino não morrerá antes de haver completado 90 anos. Será Bispo e fará grandes coisas por Jesus Cristo”.

Vasta formação intelectual

Na formação do futuro Doutor da Igreja e fundador dos Redentoristas, dona Anna teve um papel fundamental. Guardando no coração as palavras do virtuoso jesuíta, incutiu no filho o gosto pela oração e tornou-o ferrenho inimigo do pecado. Muitos anos depois, já como Bispo de Santa Águeda dos Godos, ele reconheceria: “Se houve algum bem em minha infância, o devo inteiramente à solicitude de minha mãe”.

Dotado de inteligência brilhante, Santo Afonso Maria de Ligório teve em casa uma primorosa educação, sob a tutela de um preceptor e diversos professores, escolhidos com zelo e cuidado. O pai estabeleceu-lhe um rigoroso programa de estudos, no qual constavam idiomas como o italiano, latim, grego e francês, que haviam de ser-lhe muito úteis no cumprimento da futura missão. Também estudou literatura, chegando a compor vários cânticos espirituais. E por seu grande pendor para as belas artes iniciou-se no desenho, na pintura e na música, bem como nos arcanos das ciências exatas e naturais.

Antes de completar 14 anos começou a estudar Direito, e aos 16 já havia penetrado de tal modo no intrincado universo das leis napolitanas que lhe foi permitido, por especial concessão, fazer seu exame de doutorado em tão jovem idade.

Radical mudança de vida

Por mais de uma década dedicou-se à prática da advocacia. Sua honestidade e ciência fizeram crescer-lhe a clientela. Muito enaltecido por jamais ter perdido uma causa, os louvores não deixavam de “acariciar-lhe os ouvidos e fazer-lhe cócegas no coração”, conforme escreve um de seus principais biógrafos, o sacerdote redentorista padre Berthe. Mantinha, entretanto, uma exímia retidão profissional, uma ilibada pureza e uma intensa vida interior. Fazia frequentes visitas ao Santíssimo Sacramento, nutria uma particular devoção a Nossa Senhora e era pródigo em exercícios piedosos como a meditação ou a participação em retiros espirituais. Esse comportamento, aliado à prática da virtude da caridade, tornaram-no um gentil-homem modelar. Sem se dar conta, já era missionário pelo exemplo.

Em setembro de 1722, recebeu o Sacramento da Confirmação, em tardia idade segundo os costumes de seu tempo, e seis meses depois fez o propósito solene e irrevogável de renunciar ao mundo. Abdicou da primogenitura em favor de seu irmão Hércules e se dispôs a guardar o celibato, contrariando os desejos do pai, que desejava casá-lo com alguma donzela de casa principesca.

O último impulso para sua radical mudança de vida vir-lhe-ia por ocasião do litígio entre o Duque Orsini e o Grão-Duque da Toscana. O caso envolvia grandes interesses. A elevada posição dos litigantes e o prestígio dos advogados tornaram-no notícia em toda Nápoles. Afonso estudou com cuidado os autos do processo e aparelhou-se bem para o debate. Sem embargo, depois de argumentar brilhantemente em favor de seu cliente, o advogado do Grão-Duque alegou, com esperteza, uma cláusula fundada no antigo direito lombardo e angevino, jogando por terra todo o trabalho realizado.

Perdendo a causa, o ilustre advogado percebeu a fragilidade da justiça humana e o vazio das promessas do mundo. Era a gota d’água que faltava para pôr definitivamente em prática as resoluções tomadas: “Ó mundo, agora te conheço! Tribunais, não me vereis mais!”.

A descoberta da verdadeira vocação

O golpe fê-lo sofrer tremendamente. No entanto, compreendendo estar ali a mão de Deus, passou a levar uma vida dedicada à oração e leituras piedosas. E continuou visitando enfermos do Hospital dos Incuráveis, obrigação assumida desde a mocidade, quando ingressara na irmandade de jovens nobres do Oratório de São Filipe Néri.

Estando certo dia neste hospital, pouco depois de haver abandonado os tribunais, viu-se circundado de uma luz intensa e misteriosa, e ouviu em seu interior estas palavras: “Deixa o mundo e entrega-te todo a mim”. Mesmo um tanto atônito, retomou seu percurso como se nada houvesse acontecido. Ao descer as escadas para sair, todavia, repetiu-se o fenômeno. Estupefato, desta vez respondeu: “Senhor, há muito tempo eu resisto à vossa graça: fazei de mim o que vos aprouver”.

Ainda sob o influxo daquela manifestação sobrenatural, dirigiu-se à Igreja da Redenção dos Cativos, dedicada a Nossa Senhora das Mercês, e lançou-se aos pés de Maria, pedindo-Lhe a graça de conhecer e cumprir a vontade de Deus. Sentiu-se, então, inspirado a abraçar o sacerdócio, e como penhor da promessa feita de seguir essa vocação desembainhou sua espada de gentil-homem, depositando-a aos pés da Virgem.

Sacerdote e missionário

Apesar da forte oposição paterna, em outubro de 172, Santo Afonso Maria de Ligório foi admitido no seminário diocesano, onde, sendo já douto em tantas disciplinas, dedicou-se com especial empenho aos estudos da Teologia. Em pouco mais de um ano recebeu as ordens menores e, sendo já diácono, solicitou sua admissão na então célebre congregação da Propaganda ou das Missões Apostólicas.

Quando foi ordenado presbítero, em 21 de dezembro de 1726, estabeleceu para si mesmo a obrigação de levar uma vida dedicada à ação missionária e à contemplação, seguindo os passos do Santíssimo Redentor. Paulatinamente foi adquirindo experiência como confessor. Exigente quanto aos costumes, mas isento de rigorismos e cheio de confiança no misericordioso auxílio divino, agia ele como consolador dos aflitos e médico das almas, animando muitos pecadores a regressarem ao redil do Bom Pastor.

Durante sua ação apostólica, foi percebendo que, se nos grandes centros ou vilas populosas abundavam os sacerdotes, nos arrabaldes e nos campos a pobre gente estava relegada à ignorância religiosa, quando não influenciada pelo veneno jansenista. Era mister salvar tais almas e para isso iniciou uma intensa atividade apostólica, da qual se beneficiaram os mais humildes operários e até os esmoleres de Nápoles. Nasceram, assim, as Cappelle serotine — Capelas ao entardecer —, instituição que acabou obtendo uma extraordinária expansão.

A convite do padre Matheus Ripa, antigo missionário na China, passou a formar parte da comunidade do então chamado Colégio dos Chineses, onde levou uma vida cheia de austeras penitências. Uma multidão de fiéis acorria às pregações por ele feitas, pois sua palavra tinha o poder de converter os pecadores mais obstinados, atraindo-os para o caminho da virtude.

Nasce a Congregação do Santíssimo Redentor

Neste tempo em que vivia no Colégio dos Chineses, Santo Afonso Maria de Ligório travou amizade com o padre Tomás Falcoia, sacerdote empenhado na fundação de uma instituição religiosa que imitasse de forma perfeita as virtudes do Salvador, segundo uma visão que tivera em Roma.

Santo Afonso Maria de Ligório - História dos Santos

Quadro de Nossa Senhora da Esperança, hoje custodiado no museu anexo à Basílica de Santo Afonso Maria de Ligório, Pagani (Itália)

Quadro de Nossa Senhora da Esperança, hoje custodiado no museu anexo à Basílica de Santo Afonso Maria de Ligório, Pagani (Itália)

Esse sacerdote havia restaurado na cidade de Scala um convento de freiras, organizando-o nos moldes deste carisma. Nele entrou uma antiga carmelita napolitana, Maria Celeste Crostarosa, à qual apareceu-lhe o Divino Redentor, fazendo-a conhecer o hábito e as regras a serem adotadas pela Congregação nascente, bem como a figura do padre Afonso, dizendo-lhe: “Eis o homem escolhido para chefe do meu Instituto e superior geral de uma nova congregação de homens que trabalharão para minha glória”. O padre Falcoia ficara impressionado ao constatar que as regras reveladas à Irmã Maria Celeste eram inteiramente conformes o espírito da instituição que lhe havia sido desvendada.

Tendo sido eleito Bispo de Castellamare, aproveitou ele uma estadia do padre Afonso em Santa Maria dos Montes para convidá-lo a pregar os exercícios espirituais às religiosas de Scala, dando ensejo ao encontro providencial entre as três almas escolhidas por Deus para a fundação da Congregação do Santíssimo Redentor. Ela nasceria a 9 de novembro de 1732, com a missão de “seguir Jesus Cristo através dos povoados e das aldeias, pregando o Evangelho por meio de missões e aulas de catecismo”. À testa desta nova milícia de Cristo, o grande Santo Afonso Maria de Ligório começava a época mais fecunda de sua existência.

Arma mais poderosa e permanente que a palavra

Quando já havia passado da segunda metade de sua vida, o padre Afonso adoeceu. Não podendo mais se dedicar às missões, consagrou seu tempo a escrever. “A pluma foi sua segunda arma, mais poderosa e permanente que a palavra”. Contando com 25 anos de experiência direta com os problemas de consciência do povo, escreveu sua famosa Teologia Moral, além de a Prática do confessor, o Homo apostolicus e a Selva de matérias predicáveis, dedicadas à formação de seus sacerdotes.

Sempre convencido da necessidade de instrução religiosa para a gente simples, na oração e na meditação encontrava ele todo o fundamento da vida espiritual do cristão, e ensinava que “saber viver, é saber rezar”, pois “quem reza se salva, quem não reza se condena”. Também foi desta convicção que lhe brotaram as populares Visitas ao Santíssimo Sacramento e as Glórias de Maria, seguindo-se a estas a Preparação para a morte, a Oração, a Prática do amor a Jesus Cristo e uma infinidade de opúsculos que iam servindo de esteio para as missões.

Bispo de Santa Águeda dos Godos

Sua entrega total ao chamado divino e o profundo desvelo para com as almas não passaram despercebidos à Cátedra de Pedro. Em 1747 havia sido designado Arcebispo de Palermo, mas conseguira, por humildade, esquivar-se da sagração. No entanto, em 1762, não pôde evitar ser nomeado Bispo de Santa Águeda dos Godos. Com a aprovação do Colégio Cardinalício, o Papa Clemente XIII foi inflexível. Apesar de ter enviado uma carta alegando graves impedimentos para desempenhar os deveres episcopais, entre eles a avançada idade e suas enfermidades, viu-se o santo obrigado a aceitar o cargo. Depois de recebê-lo em Roma, antes que ele partisse para sua diocese, o Papa exclamou: “Quando Monsenhor de Ligório morrer, nós teremos mais um santo na Igreja de Jesus Cristo”.

Durante seus treze anos de episcopado, fazia questão de pregar todos os sábados em honra a Nossa Senhora, na Catedral. Promoveu a santa missão redentorista em todos os povoados e vilas, fazendo ele mesmo o grande sermão, ponto culminante desta. Fundou um convento de irmãs Redentoristas, vindas de Scala, a fim de serem núcleo firme da vida contemplativa. E empreendeu uma grande reforma no clero e no Seminário Maior, remodelando suas instalações, velando pela escolha dos candidatos e pela qualidade de sua formação. Com isso, todas as paróquias tomaram outra fisionomia.

Modelo de virtude até o fim

Santo Afonso Maria de Ligório - História dos Santos

Os restos mortais de Santo Afonso Maria de Ligório são venerados na Basílica que leva seu nome, em Pagani (Itália)

Em 1775, estando por completar 80 anos, o Papa aliviou-o do governo da diocese. Dirigiu-se, então, para o convento de Pagani, na Diocese de Nocera, onde passou a levar uma vida de recolhimento na comunidade por ele fundada ali. Não obstante, a fama de santidade do sacerdote ancião se havia espalhado de tal forma que sua cela se transformou em uma espécie de santuário ao qual acorriam sacerdotes, religiosos, Bispos e até mesmo magistrados, ministros e conselheiros reais.

É no cadinho, porém, que Deus purifica seus escolhidos. As tentações sofridas nesse convento foram as mais duras de sua longa existência. Como em um verdadeiro purgatório interior, estas iam desde o assédio do demônio inculcando-lhe escrúpulos, até as mais árduas dúvidas contra a Fé. Contudo, a mais terrível prova, sem dúvida, foi a perseguição contra ele movida por alguns membros da instituição que fundara, culminando com a divisão da própria Congregação e sua exclusão temporária da mesma, determinada por Roma. A tudo isso ele reagiu com inteira flexibilidade à vontade de Deus, dizendo: “Vontade do Papa, vontade de Deus”. E a seus filhos espirituais os animava com palavras cheias de confiança: “Tenho por certo que Jesus Cristo vê com bons olhos esta pequena congregação […]; porque em meio de tantas perseguições Ele não cessa de nos proteger”.

Foi uma confiança ilimitada na Mãe do Perpétuo Socorro, à qual tanto amara e servira durante toda sua longa existência, a fonte de sua fortaleza até seus últimos dias. Quando já não enxergava mais, irmão Romito, seu fiel acompanhante, leu para ele algumas páginas das Glórias de Maria, sem que o santo reconhecesse suas próprias palavras. E ao saber que livro era aquele, exclamou comovido: “Como é doce, na hora da morte, pensar que se pôde contribuir para implantar nos corações a devoção a Santa Virgem!”. Em outra ocasião, ao não se recordar se já havia recitado o Rosário naquele dia, disse ainda ao Irmão Romito, que procurava dissuadi-lo de recitá-lo: “Ignorais, pois, que desta devoção depende minha salvação?”.

Depois de tantos sofrimentos e provações, tendo junto a si um crucifixo e o quadro de Nossa Senhora da Esperança que ele mesmo pintara na juventude, enquanto seus filhos espirituais recitavam as orações dos agonizantes e a ladainha da Santíssima Virgem, o nonagenário Santo Afonso Maria de Ligório entregou serenamente sua alma a Deus, à hora do Angelus do dia 1º de agosto de 1787.

Modelo de virtude em todas as circunstâncias da vida, segue ele sendo um farol de “constância, coragem e ânimo perseverante”, sobretudo para os que sentem abater sobre si grandes tribulações. “Imitemos, pois, Santo Afonso Maria de Ligório na sua perseverança, na sua confiança humilde e profunda, compreendendo que em nossa vida espiritual haveremos de nos deparar com túneis escuros, sem termos de nos atemorizar com eles. Para além dessa escuridão, a Providência nos traça uma via ainda mais luminosa e mais bela que a anterior”.


Fonte: Revista Católica Arautos do Evangelho

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CURSO DE TEOLOGIA: LEI DE DEUS E LEI DOS HOMENS

Turma de Teologia de Salvador

TEOLOGIA: DIREITO CANÔNICO

Aconteceu no domingo, dia 23 de julho, mais uma aula de formação Teológica para os Terciários e Consagrados dos Arautos do Evangelho. Dessa vez, o tema abordado foi “Teologia e o Direito Canônico” (Lei de Deus e Lei dos Homens), ministrado pelo Ir. Prof. José Manuel Jiménez Aleixandre, EP, doutor em Direito Canônico.

Ir. Prof. José Manuel Jiménez Aleixandre, EP

A palavra Direito vem do latim ius, enquanto Canônico vem de cânon, palavra latina recebida do grego kánon (norma, guia, etc.), equivalente à lei, diretriz. Portanto, Direito Canônico são as leis eclesiásticas para designar as decisões dos Concílios. Segundo a Escritura, a Lei é uma instrução paterna de Deus, que prescreve ao homem os caminhos que levam à bem-aventurança prometida, e proíbe os caminhos do mal (CIC 1975).

Para exemplificar, o Ir. José Manuel nos deu exemplos cotidianos, como quando instituímos os costumes em nossa sociedade. Desse modo, a lei é estabelecida contrapondo ao costume. Não devemos contrariar as leis Divinas! Essas leis estão estabelecidas desde os livros do Antigo e do Novo Testamento para regulamentar a vida na comunidade eclesial. Portanto, Deus te amou desde toda a eternidade (Jr 31,3). Ao pensar em criar-te e dar-te essas graças, já previa as ofensas que lhe havias de fazer (Santo Afonso Maria de Ligório). Quem ama a Deus, ama a Igreja Católica Apostólica Romana, a qual é o Corpo Místico de Cristo; reza, sacrifica-se, luta para que ela seja exaltada. E também para que os inimigos dela sejam derrotados, conforme ensina São Tomás de Aquino. Acesse conteúdo do curso.

Ao final, todos participaram da Santa Missa, celebrada pelo Pe. Carlos Tonelli, EP. O Sacerdote nos alerta sobre os cuidados que devemos ter durante a caminhada como cristãos católicos: prudência, paciência e vigilância.

Leitura da Palavra

Seguindo as Leis Reveladas por Deus através dos mandamentos, São Paulo nos fala da “obediência da fé” como a primeira obrigação. E faz ver, no “desconhecimento de Deus”, o princípio e a explicação de todos os desvios morais. O nosso dever para com Deus é crer n’Ele e dar testemunho d’Ele. (CIC 2087).

Pe. Carlos Tonelli, EP

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ORAÇÃO A SÃO JOSÉ

É Através da Oração que Nossa Alma chega até Deus. Ela é a respiração da alma. Ela é no nosso alívio, nos sofrimentos, em nossas dores, consolo para nós. Devemos orar sempre, sem desânimo. Pois quem reza se salva quem não reza se condena! (Santo Afonso)


Fonte: TV ARAUTOS

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O QUE ESPERAR DA CANONIZAÇÃO DOS PROTOMÁRTIRES DO BRASIL?

No próximo dia 15 de outubro, a capital potiguar celebrará com seus fiéis a canonização dos Mártires de Cunhaú e Uruaçu.

O que esperar da canonização dos Protomártires do Brasil.jpeg

A cerimônia terá lugar em Roma, na Basílica de São Pedro, e festejará a memória dos padres Ambrósio Francisco Ferro e André Soveral, o leigo Mateus Moreira e mais 27 companheiros que foram martirizados por civis e soldados holandeses no século XVII.

A canonização dos Mártires de Cunhaú e Uruaçu é vista pela Igreja Católica como o coroamento de um longo processo histórico, religioso e cultural que teve início na década de 1970.

Essa canonização, aliás, está sendo considerada como o mais importante fato histórico e religioso das primeiras décadas do século XXI no Rio Grande do Norte.

Contudo, se faz necessária a seguinte pergunta: o que esperar da canonização dos Mártires de Cunhaú e Uruaçu? Muitas são as respostas para este questionamento. E algumas delas, inclusive, partem da análise do filósofo Ivanaldo Santos, da Arquidiocese de Natal.

Entre as possibilidades de efetivação, no cotidiano, da canonização dos mártires potiguares, segundo Ivanaldo, estão o fortalecimento da fé, da dimensão missionária e do espírito de partilha, de comunhão cristã e a realização de pesquisas arqueológicas e documentais nas regiões dos sítios históricos de Cunhaú e Uruaçu.

O tombamento histórico das casas históricas, engenhos e outros espaços físicos que compõem os sítios históricos de Cunhaú e Uruaçu, que podem se transformar em um centro cultural religioso em honra aos Protomártires do Brasil, é outra das hipóteses que pode ser levada em conta.

Além disso, Ivanaldo ressalta que, após a canonização dos mártires, seria necessária a ampliação do processo de divulgação e de conscientização do valor histórico, cultural e religioso dos acontecimentos de Cunhaú e Uruaçu.

Essa conscientização precisa acontecer, sobretudo, entre os jovens que estão inseridos nas escolas públicas e privadas, assim como nos centros de cultura.

Também há a possibilidade de produção de material de pesquisa e de apoio didático-pedagógico como livros, cartilhas etc., a fim de fundamentar a propagação da história dos mártires.

“Trata-se, em sua essência, de um ato de fé, um mistério que transcende a compreensão humana. No entanto, apesar do mistério da fé, é necessário criar condições materiais, uma estrutura sócio-histórica para poder acolher os peregrinos e, ao mesmo tempo, desenvolver um trabalho de educação histórica, de conscientização das populações jovens sobre o valor dos acontecimentos de Cunhaú e Uruaçu”, destaca o site da Arquidiocese de Natal. (LMI)


Fonte: Conteúdo publicado em gaudiumpress.org, no link http://www.gaudiumpress.org/content/88932#ixzz4oSoRz8UK

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FESTA DA TRANSFIGURAÇÃO DO SENHOR ACONTECE EM SALVADOR

A Igreja no Mundo celebra no próximo dia 6 de agosto a Solenidade da Transfiguração do Senhor, momento no qual Nosso Senhor Jesus Cristo, no alto do Monte Tabor, revela-se como o Filho de Deus diante de três apóstolos, mostrando assim a perfeição da vida no céu.

Festa da Transfiguração do Senhor acontece em Salvador.jpg

Na Arquidiocese de Salvador, por exemplo, a preparação para a festa do Titular da Catedral Basílica terá uma extensa programação especial com início em 2 de agosto.

“Transfigurou-se para confirmar-nos em nossa Vocação Cristã” é o tema da abertura das celebrações que terá início na Igreja São Domingos de Gusmão. Às 15h, haverá a palestra intitulada “O percurso mistagógico das igrejas históricas”, ministrada pelo Padre Josevaldo Nascimento. Às 16h30, o público participará da Adoração ao Santíssimo Sacramento.

A partir das 18h ocorrerá a Missa pelas Vocações e Ministérios, presidida pelo pároco, Padre Lázaro Muniz, seguida de caminhada luminosa com destino a porta da Catedral.

No segundo dia da festa, 3 de agosto, os fiéis refletirão acerca da temática “Transfigurou-se para revelar-nos o Pão vindo do céu”, na Igreja São Pedro dos Clérigos. Na ocasião, serão feitos momentos de louvor e Adoração ao Santíssimo Sacramento, seguidos de oração por cura e libertação às 15h. A Missa em honra a Santíssima Eucaristia está marcada para as 16h30 e será presidida pelo Padre Jaciel Bezerra.

Já na Igreja Nossa Senhora da Ajuda, o tema abordado em 4 de agosto intitula-se “Transfigurou-se para dar-nos um Novo Coração”. Neste dia, as atividades começarão às 10h30, quando acontecerá a Hora Santa pela Santificação do Clero. Mais tarde, às 12h30, os fiéis serão convidados para a Missa ao Coração de Jesus, celebrada pelo Padre Valson Sandes, seguindo depois em procissão até a porta da Catedral.

Na véspera do dia festivo, 5 de agosto, as celebrações serão marcadas pelo momento de louvor às 14h30, seguido de Adoração ao Santíssimo Sacramento nas igrejas localizadas no Terreiro de Jesus (São Francisco, São Domingos e São Pedro dos Clérigos).

E na parte da tarde, às 17h, uma procissão com o Santíssimo Sacramento terá início na Igreja de São Francisco e seguirá rumo à Catedral Basílica.

A partir da chegada na porta da Catedral, os fiéis darão sete voltas na praça do Terreiro de Jesus, recordando assim o Cerco de Jericó.

Em 6 de agosto, dia da Solenidade da Transfiguração, as atividades iniciarão logo cedo, às 6h, com alvorada e Ofício de Nossa Senhora. Às 8h haverá a oração das Laudes e a veneração do Ícone da Transfiguração. O Santíssimo Sacramento será exposto para adoração dos fiéis às 9h.

Encerrando os festejos, o Arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil, Dom Murilo Krieger, presidirá a Missa Solene às 10h, na Igreja São Pedro dos Clérigos. (LMI) Além disso, a Celebração contará com a participação do Coral dos Cooperadores dos Arautos do Evangelho.


Fonte: Conteúdo publicado em gaudiumpress.org, no link http://www.gaudiumpress.org/content/88942#ixzz4oSkuP426

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CENTENAS DE JOVENS PARTICIPAM DE JORNADA DE ESPIRITUALIDADE EM SALVADOR

Os jovens soteropolitanos católicos participaram recentemente da Jornada de Espiritualidade da Juventude. O evento inspirado no tema “O Poderoso fez em mim maravilhas” teve lugar no auditório Dom Geraldo Majella Agnelo, localizado na Cúria Metropolitana Bom Pastor.

Centenas de jovens participam de Jornada de Espiritualidade em Salvador.jpg

A programação teve início com a oração inicial. Em seguida, a juventude acompanhou testemunhos diversos, seguidos da entronização da Imagem de Nossa Senhora Aparecida. Após este momento, o bispo auxiliar da Arquidiocese de Salvador, Dom Estevam dos Santos Silva Filho, presidiu a Santa Missa.

“Que alegria poder ver que os nossos jovens aqui se encontraram celebrando a vida e a presença de Jesus. Que nesse encontro de espiritualidade da juventude seja para toda a nossa Arquidiocese um verdadeiro oásis, mostrando que os nossos jovens, presentes em tantas paróquias, em tantas comunidades, revelam o rosto alegre de Jesus Cristo. Parabéns a todo o Setor Juventude que, de uma forma ou de outra, puderam trazer os seus jovens a se encontrar e poder celebrar as virtudes de Nossa Senhora”, afirmou Dom Estevam.

Mais tarde, os jovens participaram de mais um momento de louvor e animação e de oficinas com temas relacionados a Nossa Senhora.

Encerradas as oficinas, o Padre Guttemberg Edson de Souza Filho apresentou aos participantes a possibilidade da presença deles na Jornada Mundial da Juventude (JMJ), que acontecerá no Panamá em 2019.

Ao final do evento, houve a Adoração ao Santíssimo Sacramento, que foi conduzida pelo assistente eclesiástico do Setor Juventude, Padre Josuel Jesus. “O Poderoso que fez em mim maravilhas também fez maravilhas no coração de tantos jovens que neste domingo celebraram a Jornada de Espiritualidade da Juventude. Por isso eu quero agradecer aos jovens que vieram participar conosco neste dia tão especial para a nossa juventude. Esperamos que em 2018 estejamos todos juntos para celebrar os louvores de Deus”, disse o sacerdote. (LMI)


Fonte: Conteúdo publicado em gaudiumpress.org, no link http://www.gaudiumpress.org/content/88818#ixzz4nznMpxgC

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CONVITE: SÁBADO REPARADOR DE AGOSTO

Como chegar: visualize o mapa (clique aqui)

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4º DIA DO CURSO DE FÉRIAS

O quarto dia do Curso de Férias começou com a Missa na Basílica do Thabor. Em seguida, tivemos a primeira apresentação. Os jovens foram direcionados para um local fora do tempo, onde um ancião chamava a cada um dos presentes para escolher em que época queria nascer. No momento, vários deles escolheram nascer na época do Antigo Testamento, nos tempos Medievais e da Renascença, à medida que estes personagens entravam em cena. Um dos jovens presentes, por não saber o que escolher, optou por tudo. O ancião, longe de desanimá-lo, conduziu para que o mesmo nascesse no século XXI, a fim de ser um Arauto do Evangelho, cumprir a sua missão e alcançar a graça que tanto desejava. 

Porém, seguir uma missão, um chamado de Deus, não é algo fácil. Conforme mostrado no Curso de Férias, as forças do mal tentarão cada um para desvirtuá-lo da vocação que Deus concedeu. Na verdade, ninguém seguirá sozinho nesta batalha, pois o céu virá ao seu encontro, através de Nossa Senhora, de São José, dos Anjos e dos bem-aventurados, auxiliando-o a cada momento. Basta rezar e confiar. O resto, o Céu soluciona!

               Depois da solene Celebração Eucarística, que marcou o término das atividades, mais de 800 participantes partilharam o jantar de despedida. Ao final, uma surpresa: cada sede recebeu um lindo quadro de São José e cada um dos presentes, uma medalha de São José, a fim de fazerem para este perfeito Varão, seu eterno Protetor.

 

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3ª DIA DO CURSO DE FÉRIAS – DEBATE: FORTALEZA VS CONFIANÇA

Hoje o dia foi diferente. Depois do café da manhã, os jovens participantes foram para o Thabor a fim de assistir uma Solene Missa, com belos cânticos gregorianos e polifônicos.

Após a mesma, houve uma emocionante adoração ao Santíssimo Sacramento, com recitação do Ofício Divino.

Na parte da tarde, houve uma surpresa: um debate. O tema era, de fato, polêmico: qual é a virtude mais necessária para ser herói? Fortaleça ou confiança? Depois de várias e animadas intervenções de jovens dos mais variados cantos do planeta, os partidários da fortaleça, se mostraram mais convincentes nas suas opiniões. Entretanto, na realidade, as duas são necessárias, e se complementam uma à outra. Para ser um herói da Virgem Santíssima precisamos ter uma grande fortaleza e uma confiança inabalável.


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2ª DIA DO CURSO DE FÉRIAS: SÃO JOSÉ, O GLORIOSO!

O segundo dia do Curso de Férias promovido pelos Arautos do Evangelho para mais de 800 rapazes, começou com um lindo audiovisual, imaginando um anjo que, percorrendo as magníficas obras de toda a Criação, se perguntava se não haveria alguma criatura na qual estivessem contidas todas essas maravilhas. E a encontrou: Maria Santíssima! Ela é a rainha de toda a criação e n’Ela estão sintetizadas todas as coisas criadas por Deus. Mas quem — continua se perguntando o anjo — iria proteger e cuidar de Nossa Senhora? O varão que a Providência destinou desde toda a eternidade para esta missão foi o glorioso São José!

Entretanto, quão pouco se conhece da vida do Patriarca da Igreja! Apenas alguns fatos narrados pelos Evangelhos. Hoje, porém, os participantes do Curso de Férias tiveram a alegria de ouvir e ver lindíssimos fatos, embora pouco conhecidos, da vida de São José. Desde a alegria dos Anjos por seu nascimento e infância, até o terror dos infernos pela sua santidade e virgindade.

Houve duas grandes peças a respeito do Esposo de Maria: uma narrava alguns impressionantes fatos acontecidos quando ainda era menino; outra versava sobre a maior perplexidade de São José, quando ao deparar-se com que Nossa Senhora estava grávida, entende que n’Ela se deu um divino mistério, do qual ele não era digno, e decide — para tristeza e dor dele — abandoná-la em segredo. Mas, em sonho, um anjo se aparece e lhe narra como a Virgem Santíssima se tornara a Mãe de Deus.

Por fim, uma grandiosa e arrebatadora cena de São José no Céu, coroado com o maior esplendor, fez exclamar de alegria e entusiasmo todos os participantes, que viram naquele Vencedor Invicto, o seu Padroeiro para todas as dificuldades e provações, que com certeza, ainda deverão de enfrentar.

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1ª DIA DO CURSO DE FÉRIAS: CONFIANÇA E HEROÍSMO

O primeiro dia do Curso de Férias, que começava às s 16h00,  no  dia 18 de julho.

Lindos audiovisuais e espetaculares teatros, alternados com as respectivas explicações do Revmo. Pe. Mauro Sérgio fizeram exclamar de alegria e vibrar de emoção todos os participantes do Curso, vindos das mais variadas partes do mundo. Foram encenadas histórias reais, como a vitória do rei Davi sobre Golias, o martírio de São Tarcísio ou as gestas do famoso Rei de Jerusalém, Balduí­no o Leproso.

Os jovens participantes puderam compreender, com todas estas histórias e ensinamentos, que Deus nos convida a nos entregarmos por inteiro a Ele, e devemos estar dispostos a enfrentar todas as lutas e dificuldades que encontraremos em nossa existência. Na realidade, o que de fato vale a pena nesta vida é ser um herói de Deus e de Maria Santíssima. Mas para sermos capazes deste heroísmo, nós precisamos rezar e, sobretudo, confiar. Confiar em que nós, sem a ajuda de Deus, não conseguimos nada. Mas que com sua ajuda, podemos tudo. “Heroísmo e Confiança”: esse deve ser o nosso lema.

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ARAUTOS NO MUNDO: CELEBRAÇÃO DA VIRGEM DO CARMO EM VENEZA

Festa de Nossa Senhora do Carmo em Veneza na Itália, celebrada por Mons. Adriano Tessarollo, vescovo di Chioggia.

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SOLENE CELEBRAÇÃO EM DEVOÇÃO À VIRGEM DO CARMO

No dia 16 de julho, os devotos de Nossa Senhora participaram com muita alegria e devoção da Santa Missa na Ordem de Nossa Senhora do Monte Carmelo da Bahia, em Brotas. A Solene Celebração foi presidida pelo Bispo Auxiliar de Salvador, Dom Hélio Pereira dos Santos e concelebrada pelos Padres Áureo José Sampaio, Ailan Simões Costa e Pedro Gruzdz.

O Coral dos Cooperadores dos Arautos do Evangelho, como há alguns anos, participou da Missa com cânticos em honra a Nossa Senhora do Carmo. Concomitantemente, a Liturgia da Palavra pôde ser escutada pela participação das Irmãs Carmelitas e dos leigos da Capela.

A Revma. Madre Maria José e as demais Irmãs, ao final da Celebração, puderam cumprimentar a todos que se aproximavam, com gestos carinhoso e fraternal.

Elevemos à  Virgem do Carmo os nossos olhares cheios de fé e esperança. “Bendita e Imaculada Virgem Maria, beleza e glória do Carmelo, Vós que tratais com bondade inteiramente especial aqueles que se vestem do vosso amadíssimo Hábito, volvei sobre mim também um olhar propicio e cobri-me com o manto da vossa maternal proteção. Ornai a minha alma com as virtudes que me faça agradável ao vosso Divino Filho e a Vós. Assisti-me durante a vida, consolai-me na morte pela vossa amável  presença à  Santíssima Trindade, como vosso Filho dedicado para Vos louvar e bendizer eternamente no paraíso”.

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A MISSÃO DOS ARAUTOS

A missão dos Arautos do Evangelho: Levar a devoção a Maria e a Palavra do Evangelho a todos corações, servi a Cristo em nossos irmãos, uma profunda devoção ao Santíssimo Sacramento, a Maria e a Cátedra de São Pedro. Os Arautos querem servir a Santa Igreja onde quer que o Espírito Santo os envie. Fundada pelo Monsenhor João Clá¡ Dias e aprovada pelo Santo Padre João Paulo II em 2001.

 

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CONVITE PARA 7ª AULA DO CURSO DE TEOLOGIA

As pedras jogadas ao ar acabam caindo na terra pela lei da gravidade; as plantas, ainda que nascidas em lugares escuros, procuram o sol pela lei do heliotropismo; os coelhinhos fogem das raposas, pela lei da conservação da vida; os animais defendem suas crias pela lei da perpetuação da espécie… E o homem?

O homem tem leis que o levam a procurar a verdade, a amar o bem, a admirar o belo. São as “leis da gravidade”  que o encaminham para o Céu, resumidas nos Dez Mandamentos da Lei de Deus. Se todos os homens de uma cidadezinha, por minúscula que fosse ou de tamanho babilônico! , respeitassem essas “leis da gravidade” que são os Dez Mandamentos (não roubar, não mentir, não cobiçar…), o convívio nessa sociedade seria como no Paraiso antes do Pecado Original.

Ainda hoje, toda boa mãe sabe ensinar aos seus pequenos quais as “leis” que eles devem cumprir na terra para gozar eternamente das alegrias do Céu. Mas nem sempre é  fácil… Todos precisamos ser ajudados.

Jesus Cristo, quando chegou a hora de partir do mundo ao Pai, no Seu infinito amor pelos homens deixou-nos uma mãe humana, a Santíssima Virgem Maria, e uma Mãe Divina: a Santa Igreja Una Católica Apostólica Romana, a qual com suas leis nos ensina, como amorosíssima mãe que sã quer o nosso bem, o caminho da felicidade: na terra e na eternidade.

Essas leis da Igreja são denominadas direito canônico. Tem algo a ver o direito canônico  com a minha vida de todos os dias?

É o que veremos na sétima aula do Curso de Teologia, no dia 23 de julho de 2017, às 14 horas, em Lauro de Freitas, na Sede Nossa Senhora da Reconquista e São Domingos dos Arautos do Evangelho, ministrada pelo Prof. José Manuel Jiménez Aleixandre, doutor em Direito Canônico, formado em Roma e professor do Seminário dos Arautos do Evangelho em Caieiras (SP).

 Como chegar:  (ver mapa) ao lado do Batalhão de Choque da PM.
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SANTO DO DIA: NOSSA SENHORA DO CARMO E O ESCAPULÁRIO

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Assim como vestiu seu Filho Jesus com uma túnica de valor inapreciável, Maria Santíssima quer nos revestir, a nós, seus filhos adotivos, com a mais eficaz das vestimentas.
Antecipando o monacato católico, uns tantos discípulos de Elias escolheram o alto do Monte Carmelo para, ali, abrasar a contemplação. Assim permaneceram na sucessão das gerações, até a vinda do Senhor. Vários deles se converteram depois de Pentecostes e foram os primeiros a erigir um oratório em louvor a Nossa Senhora.

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Tácito relata-nos que o Imperador Vespasiano subia ao Monte Carmelo para consultar um oráculo,  e lá  ouvia as orientações de um sacerdote chamado Basilido que, a certa altura, prognosticou-lhe um grande sucesso (1).

Outro historiador, Suetônio, reforça o relato feito por este, acrescentando que Vespasiano ia ao Carmelo à procura de uma confirmação de seu destino e de suas cogitação, e de lá retornava cheio de ânimo (2).

Autores de peso discutem entre si, se o oratório lá existente seria de origem pagã ou se, de fato, já se tratava de um santuário dedicado à  Santíssima Virgem. Entretanto, inteiramente certa é a enorme antiguidade da Ordem do Carmo.

Depois de Elias, seu discípulo Eliseu continuou a habitar aquela montanha, rodeado de “filhos dos profetas” (cf. 2Rs 2,25; 4, 25; 4,38, etc.). Conhece-se ali uma “gruta de Elias” e uma caverna chamada de “Escola dos Profetas”.

Mas o primeiro documento da História que chegou até nós, mencionando um grupo de eremitas no Monte Carmelo, é a da metade do século  XII. Viviam eles sob a direção  de um ex-militar de nome Bertoldo. Em 1154 ou 1155, um parente deste Aymeric, Patriarca de Antioquia, o orientara no estabelecimento do eremitério. A um monge grego, João Focas, que o visitou em 1185, São Bertoldo contou ter-se retirado com dez discípulos para o Carmelo em virtude de uma aparição de Santo Elias. Essa comunidade recebeu pouco depois, do Patriarca de Jerusalém, Santo Alberto, uma regra, que foi emendada e definitivamente aprovada pelo Papa Inocêncio IV, em 1247. Estava, assim, constituída a Ordem do Carmo.

A primeira vestimenta foi confeccionada por Deus

Nossa Senhora do Carmo e o Escapulário (3).jpgA primeira veste de que se tenha notí­cia na História remonta ao Paraí­so Terrestre. Conta-nos o Gênesis (3, 21) que, após a queda de nossos primeiros pais, Adão e Eva, o próprio Deus lhes confeccionou túnicas de pele e com elas os revestiu. Bem mais tarde, Jacó fez uma túnica de variadas cores para o uso de José, seu filho bem-amado (Gn 37, 3). E assim, as vestimentas vão sendo citadas nestas ou naquelas circunstâncias, ao longo das Escrituras (Gn 27, 15; 1 Sm 2, 19; etc.). Uma túnica porém, ocupa lugar “princeps” entre todas as vestimentas: aquela sobre a qual os soldados deitaram sorte, por se tratar de uma peça de altíssimo valor, pelo fato de não possuir costura. Uma piedosa tradição atribui às puríssimas mãos de Maria a arte empregada em sua confecção. Ao se darem conta, os esbirros, da elevada qualidade daquela peça, tomaram a resolução de não rasgá-la.

Assim vestia Maria a seu Filho Jesus, desde o seu nascimento, como esmerada e devotada Mãe. E da mesma forma quer revestir também a nós, seus filhos adotivos, Aquela que “como névoa cobre a terra inteira”. Pois a Ela fomos entregues na mesma ocasião em que os soldados, pela sorte, decidiam sobre a propriedade da túnica de Jesus: “Mulher, eis aí ­ teu filho” (Jo 19,26).

E que roupa nos oferece Ela?

Papas enaltecem o uso do Escapulário

Em 1951, por ocasião da celebração do 700º aniversário da entrega do Escapulário, o Papa Pio XII disse em carta aos Superiores Gerais das duas Ordens carmelitas: “Porque o Santo Escapulário, que pode ser chamado de Hábito ou Traje de Maria, é um sinal e penhor de proteção da Mãe de Deus”.

Exatamente 50 anos depois, o Papa João Paulo II afirmou: “O Escapulário é  essencialmente um ´hábito’. Quem o recebe é agregado ou associado num grau mais ou menos íntimo à Ordem do Carmo, dedicada ao serviço da Virgem para o bem de toda a Igreja. (…) Duas são as verdades evocadas pelo signo do Escapulário: de um lado, a constante proteção da Santíssima Virgem, não ao longo do caminho da vida, mas também no momento da passagem para a plenitude da glória eterna; de outro, a consciência de que a devoção para com Ela não pode limitar-se a orações e tributos em sua honra em algumas ocasiões, mas deve tornar-se um “hábito”.

Esses dois Pontífices confirmam, assim, manifestações de apreço ao Escapulário feitas por vários de seus antecessores, tais como Bento XIII, Clemente VII, Bento XIV, Leão XIII, São Pio X e Bento XV. Bento XIII estendeu a toda a Igreja a celebração da festa de Nossa Senhora do Carmo, a 16 de julho.

Eis algumas das razões que unem os Arautos à Ordem do Carmo e por isso são revestidos do Escapulário além de terem num bispo carmelita, Dom Lucio Angelo Renna, um pai e protetor. ²

Dentre todos os “negócios” de que nos ocupamos nesta vida, há um de tão grande importância que deve ser tratado com absoluta prioridade, sob pena de fracassarmos em todos os outros: nossa salvação eterna!

Certo dia, um repórter meu amigo resolveu fazer em várias cidades uma pesquisa sobre este assunto. Percorrendo as ruas, perguntava aos transeuntes: “Você quer ir para o Céu  ou para o Inferno?” Impactadas, as pessoas respondiam, quase sem refletir: “Claro que quero ir para o Céu!” E tocavam em frente… Alguns, nosso repórter conseguia reter por mais um instante e fazer a segunda pergunta: “Quais os meios que você emprega para alcançar tão grande felicidade?”

Resultado da pesquisa: 100% querem ir para o Céu. Porém, menos de 1% se preocupa sobre como fazer para lá chegar!

São abundantes esses meios. Vamos aqui indicar um dos mais eficazes, que a Mãe de Misericórdia põe à  disposição de todos, sem qualquer exceção. Quem se julgar indigno, por ser grande pecador, lembre-se do que disse Jesus: “Eu não vim chamar os justos, mas os pecadores” (Lc 5, 32).

Trata-se do uso do Escapulário do Carmo, recomendado por vários Papas e Santos. Um destes, São Cláudio de La Colombière, afirma: “Não basta dizer que o Escapulário é um sinal de salvação. Eu sustento que não há outro que faça tão certa nossa predestinação”.

Os grandes privilégios do Escapulário

O Escapulário um sinal de aliançam Nossa
Senhora, e exprime nossa consagração a Ela.

No dia 16 de julho de 1251, São Simão Stock suplicava a Nossa Senhora ajuda para resolver um problema da Ordem Carmelitana, da qual era o Prior Geral. Enquanto ele rezava, a Virgem apareceu- lhe, trazendo o Escapulário nas mãos, e disse essas confortadoras palavras: “Filho diletíssimo, recebe o Escapulário da tua Ordem, sinal especial de minha amizade fraterna, privilégio para ti e todos os carmelitas. Aqueles que morrerem com este Escapulário não padecerão o fogo do Inferno. É sinal de salvação, amparo e proteção nos perigos, e aliança de paz para sempre”. A Igreja assumiu o Escapulário e fez dele uma das devoções mais difundidas entre o povo de Deus.

Em nossa Época de superstições o , não é supérfluo esclarecer que o Escapulário está longe de ser um sinal “mágico” de salvação. Não é uma espécie de amuleto cujo uso nos dispensa das exigências da vida cristã. Não basta, portanto, carregá-lo ao pescoço e dizer: “Estou salvo!”

É verdade que Nossa Senhora não pôs condição alguma ao fazer sua promessa. Simplesmente afirma: “Quem morrer com o Escapulário não padecerá o fogo do inferno”. Não obstante, para beneficiar-se deste privilégio, é preciso usar o Escapulário com reta intenção. Neste caso, se na hora da morte a pessoa estiver em estado de pecado, Nossa Senhora providenciará, de alguma forma, que ela se arrependa e receba os sacramentos. E nisto a misericórdia da Mãe de Deus se mostra verdadeiramente insondável!

Alguns exemplos atestam de modo eloquente esta verdade.

Viajando de automóvel em companhia de um bispo, o autor deste artigo viu uma mulher entrar distraí­da na rodovia e ser esmagada por uma enorme carreta cujo motorista não teve tempo de frear. O bispo mandou parar o automóvel, desceu apressadamente, deu a absolvição sacramental e ministrou a unção dos enfermos à  mulher agonizante. Depois comentou comovido: “Ela estava com o Escapulário do Carmo. Certamente foi Nossa Senhora quem providenciou que um bispo estivesse passando por aqui, justo neste momento!”

Um caso diferente – narrado por Dom Marcos Barbosa na obra “O Escapulário de Nossa Senhora do Carmo” – se passou na Inglaterra. Na hora da morte, um cavaleiro conhecido por sua grande impiedade, em vez de pedir a Deus perdão de seus pecados, blasfemava dizendo: “Quero o inferno e o diabo!” Os presentes, horrorizados, chamaram São Simão Stock, o qual tomou o Escapulário e estendeu- o sobre o blasfemador. Imediatamente este se arrependeu e pediu os sacramentos. Segundo antiga e piedosa tradição, a Santí­ssima Virgem, aparecendo ao Papa João XXII, prometeu livrar do Purgatório, no primeiro sábado após a morte, todos os que portarem devotamente o Escapulário. Este é o chamado “privilégio sabatino”. Para se beneficiar dele é preciso manter a castidade segundo o próprio estado, recitar o Pequeno Ofí­cio da Imaculada ou rezar um terço todos os dias.

E mais: cada vez que o devoto beijar o Escapulário com piedade, fazendo um pedido à  Santí­ssima Virgem, recebe uma indulgência parcial, isto é, a remissão de uma parte das penas que devia cumprir no Purgatório.

Quem usa o Escapulário pode beneficiar-se também de indulgência plenária (remissão de todas as penas do Purgatório) no dia em que o recebe, na festa de Nossa Senhora do Carmo, 16 de julho; de Santo Elias, 20 de julho; Santa Terezinha, 1º de outubro; dos santos carmelitas, 14 de novembro; São João da Cruz, 14 de dezembro; São Simão Stock, 16 de maio.

Proteção nos perigos da vida quotidiana

O Escapulário é essencialmente um ‘hábito’. Quem o recebe é agregado ou associado num grau mais ou menos íntimo à Ordem do Carmo, dedicada ao serviço da Virgem para o bem de toda a Igreja. (Beato João Paulo II)

Nossa Senhora, a melhor de todas as mães, quer para seus devotos filhos não somente os benefí­cios espirituais, mas também os temporais. Assim, quem porta seu Escapulário recebe d’Ela uma proteção especial nos perigos da vida quotidiana.

São inumeráveis os exemplos desse desvelo da Virgem Mãe por seus filhos. Dom Marcos Barbosa, na obra mencionada acima, narra dois bem interessantes.

Em Santo André (SP), uma menina de 5 anos caiu dentro de um poço de 20 metros de profundidade. Uma hora depois, foi encontrada boiando sobre a água, com o Escapulário no pescoço. A famí­lia, naturalmente, atribuiu o fato à  proteção da Mãe do Carmelo.

Em São Paulo, um jovem de 15 anos, ao atravessar de bicicleta uma via férrea, foi apanhado pelo trem. Passado todo o comboio, ele se levantou ileso e, beijando comovido seu Escapulário, exclamava: “Só tive tempo de gritar: ‘Nossa Senhora do Carmo!’ Foi o bentinho d’Ela que me salvou!”

Sinal de aliança com Nossa Senhora

O Escapulário é um sinal de aliança com Nossa Senhora, e exprime nossa consagração a Ela. Seu uso é um poderoso meio de afervorar os que vivem em estado de graça e de converter os pecadores. Deus não deixa sem recompensa nenhum benefí­cio feito a uma pessoa necessitada, mesmo um simples pedaço de pão dado a um indigente. Imagine, pois, como Ele recompensará quem ajudar na salvação de uma alma! Seja, portanto, você também, um ardoroso propagador do santo Escapulário! Nossa Senhora lhe retribuirá com toda espécie de graças e favores já nesta terra; e mais ainda no Céu.

Como receber e usar o Escapulário

1 – Qualquer padre tem poder para benzer e impor na pessoa o Escapulário.

2 – Essa benção e imposição valem para toda a vida, portanto, basta recebê-lo uma vez.

3 – Quando o Escapulário se desgastar, basta substituí-lo por um novo.

4 – Mesmo quando alguém tiver a infelicidade de deixar de usá-lo durante algum tempo, pode simplesmente retomar o seu uso, não é necessária outra bênção.

5 – Uma vez recebido, ele deve ser usado sempre, de preferência no pescoço, em todas as ocasiões, mesmo enquanto a pessoa dorme.

6 – Em casos de necessidade extrema, como doentes em hospitais, se o Escapulário lhe for retirado, o fiel não perde os benefí­cios da promessa de Nossa Senhora.

7 – Em casos de perigo de morte, mesmo um leigo pode impor o Escapulário. Basta recitar uma oração a Nossa Senhora e colocar na pessoa um escapulário já bento por algum sacerdote.

8 – O Papa São Pio X autorizou substituir o Escapulário por uma medalha que tenha de um lado o Sagrado Coração de Jesus e do outro uma imagem de Nossa Senhora. Mas a recepção deve ser feita com o escapulário de tecido.

Oração a Nossa Senhora do Carmo

“Não basta dizer que o Escapulário é um sinal de salvação. Eu sustento que não há outro que faça tão certa nossa predestinação”. São Claudio de La Colombière

Ó Virgem do Carmo e mãe amorosa de todos os fiéis, mas especialmente dos que vestem vosso sagrado Escapulário, em cujo número tenho a dita de ser incluí­do, intercedei por mim ante o trono do Altí­ssimo.

Obtende-me que, depois de uma vida verdadeiramente cristã, expire revestido deste santo hábito e, livrando-me do fogo do inferno, conforme prometestes, mereça sair quanto antes, por vossa intercessão poderosa, das chamas do Purgatório.

Ó Virgem dulcíssima, dissestes que o Escapulário é a defesa nos perigos, sinal do vosso entranhado amor e laço de aliança sempiterna entre Vós e os vossos filhos. Fazei, pois, Mãe amorosí­ssima, que ele me una perpetuamente a Vós e livre para sempre minha alma do pecado.

Em prova do meu reconhecimento e fidelidade, ofereço-me todo a Vós consagrando-Vos neste dia os meus olhos, meus ouvidos, minha boca, meu coração e todo o meu ser. E porque vos pertenço inteiramente, guardai-me e defendei-me como filho e servidor vosso. Amém.

Por Monsenhor João Clá Dias, EP


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UMA VISITA QUE TRAZ ALEGRIA: A VEREADORA NAIDE BRITO NA SEDE DOS ARAUTOS EM LAURO DE FREITAS

A Presidente da Câmara de Vereadores de Lauro de Freitas, Srª. Naide Brito, visitou a Sede dos Arautos, Nossa Senhora da Reconquista e São Domingos, localizada neste município da grande Salvador. “Que paz se sente neste ambiente!”, foi o comentário feito pela visitante.

Esteve presente também o engenheiro José Carlos Farias, que pôde explanar à vereadora sobre as obras que estão sendo realizadas na Capela de São Domingos. Em seguida, foi servido um lanche, encerrando-se a visita com a promessa de outras futuras.

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SALVADOR ACOLHE 38º ENCONTRO NACIONAL DA JUVENTUDE MARIANA

Em meio às comemorações do Ano Nacional Mariano, a cidade de Salvador recebe entre os dias 20 e 23 de julho o 38º Encontro Nacional da Juventude Mariana.

Salvador acolhe 38º Encontro Nacional da Juventude Mariana.jpg

O evento terá a presença de delegações de diversos lugares do Brasil. O tema central intitula-se “Fazei tudo o que Ele vos disser”.

O encontro é direcionado a representações da juventude das Congregações Marianas do Brasil e oferece uma oportunidade de troca de experiências, formação e atualização de conhecimentos.

A reunirão terá lugar na Organização Fraternal São José (Avenida Luiz Tarquínio, nº 18 – próximo ao largo de Roma, Salvador – BA).

Em 20 de julho, a missa de abertura será às 18h, presidida pelo Padre Josué, Assistente do Setor Juventude arquidiocesano.

O Arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil, Dom Murilo Krieger, estará presente no encontro no dia 21. (LMI)


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Os que solicitarem o serviço receberão duas mensagens por dia (manhã e tarde) de segunda a sexta-feira, com o principal conteúdo selecionado pela equipe da Gaudium Press. (EPC)


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MOVIMENTO DAS EQUIPES DE NOSSA SENHORA VISITA FLORIANÓPOLIS

A capital catarinense de Florianópolis recebe de 19 a 29 de julho a reunião e a visita da Equipe Responsável Internacional (ERI), instância de responsabilidade geral do Movimento das Equipes de Nossa Senhora.

O encontro terá lugar no Recanto Marista Champagnat, em Itacorubi, e será inspirado no lema “Sem mim, nada podeis fazer” (Jo 15,5). Esta é a segunda vez que a ERI desembarca no Brasil em missão. A primeira visita da instância foi em 2004, no Rio de Janeiro.

Na primeira parte do evento, entre os dias 19 e 22, haverá a reunião ordinária da Equipe Dirigente da ERI. A partir do dia 23, acontece o encontro anual do Colégio da ERI, com a presença de casais dos países e regiões geográficas nas quais o Movimento se faz presente.

No sábado, 29, a partir das 14h, o casal responsável da ERI e o sacerdote conselheiro espiritual, Padre José Jacinto Ferreira de Farias, acolherão os representantes das equipes brasileiras para uma audiência informal, no auditório da Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC).

“Será um encontro de comunicação, formação, comunhão e de inter-relação da ERI, com as bases do Movimento para a troca de ideias e aprofundamento da experiência de internacionalidade”, informa em nota a Arquidiocese de Florianópolis.

Acerca do assunto e outros temas relevantes à família, ocorre na quarta-feira, 19 de julho, uma coletiva para a imprensa, às 10h, na Cúria Metropolitana. Participam deste momento o casal responsável da ERI; o Padre José Jacinto; Hermelinda e Arturo Zamperlini, casal responsável pela Sub-Região Brasil; e o presidente da FIESC, Glauco José Côrte, que é membro há anos das Equipes de Nossa Senhora.

Movimento de espiritualidade conjugal, as Equipes de Nossa Senhora surgiram na França em fevereiro de 1939 através do Padre Henri Caffarel – que tem seu processo de beatificação em andamento.

Lê-se nos Estatutos: “os casais, conhecendo a própria fraqueza e a limitação das próprias forças, como também a boa vontade que os anima, e porque depositam uma fé indefectível no poder do auxílio mútuo fraternal, decidem unir-se em equipe”.

Os casais das Equipes dedicam-se em não perder de vista a presença de Cristo entre eles e se empenham em uma vida de estudo, bem como no cumprimento de pontos concretos de esforço, como a escuta da Palavra, a meditação, a oração conjugal, o diálogo conjugal (que chamam dever de sentar-se), a regra de vida e o retiro.

As Equipes estão presentes em mais de 80 países, sendo o Brasil o que congrega o maior número de casais. No total, são 3.938 Equipes, com aproximadamente 24 mil casais, que são acompanhados por um sacerdote.


Fonte: Conteúdo publicado em gaudiumpress.org, no link http://www.gaudiumpress.org/content/88528#ixzz4mlPw1pI1 

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O SANTO DO DIA: SÃO BENTO

Em 11 de julho, a Igreja Católica comemora a Festa do grande patrono da Europa, São Bento .  Nascido de família nobre,  desprezou a sabedoria do mundo para unicamente agradar a Deus, vestindo o hábito da vida religiosa.

Inúmeros foram os milagres que Deus se aprouve em realizar por seu intermédio. Mas, sobretudo, foi escolhido pela Providência para fundar uma Ordem Monástica destinada a atravessar os séculos.

“Desejava mais os desprezos que os louvores do mundo”

A cidade de Enfide (atual Affile), a cerca de 50 quilômetros de Roma, foi o local escolhido para o seu recolhimento. Ali se instalou com sua antiga governanta, que lhe prestava os serviços domésticos.

Um pequeno incidente caseiro foi ocasião para o seu primeiro milagre. Encontrou certo dia a governanta chorando porque, por descuido, deixara quebrar um crivo de argila que havia pedido emprestado a uma vizinha para limpar trigo. Compadecendo-se dela, Bento tomou os pedaços do crivo, pôs-se em oração e ele se reconstituiu de forma tão perfeita que nem se notava sinal algum de fratura.

Logo se espalhou a notícia desse milagre, trazendo-lhe muita fama. Ele que, segundo relata o Papa São Gregório Magno, “desejava mais os desprezos que os louvores deste mundo”, fugiu da casa de Enfide, indo procurar refúgio num lugar solitário chamado Subiaco, onde se alojou numa minúscula gruta.

Uma grande tentação, uma vitória definitiva

A caminho de Subiaco, ele encontrou-se com Romano, monge que vivia num mosteiro próximo dali. Em determinados dias, Romano fazia descer por uma corda um pedaço de pão até a gruta de Bento. Durante certo tempo, foi esta a única fonte de alimentação do jovem ermitão. Em breve, porém, tornou-se ele conhecido na região, e muitas pessoas, vindo procurar nutrimento para suas almas, traziam-lhe alimento para seu corpo.

Nesse período, sofreu o jovem as mais duras tentações diabólicas. Fortemente provado em certa ocasião contra a virtude da pureza, viu-se a ponto de ceder e até mesmo abandonar sua solidão. Ajudado, porém, pela graça divina, reagindo, despojou-se de sua vestimenta e se atirou numa moita de espinhos e urtigas, na qual se revolveu durante longo tempo. Saiu com o corpo todo ferido, mas com a alma livre da tentação.

Nasce a Ordem Beneditina

São Bento - História dos Santos - Revista Arautos do Evangelho - Revista Católica

Atraídos pelo brilho de suas virtudes e a fama de seus milagres, muitos varões sedentos de sobrenatural foram para junto da gruta para viverem sob sua direção. Formaram-se, assim, sucessivas comunidades. Ao todo, São Bento erigiu ali doze mosteiros, escolhendo um abade para cada casa.

Estava fundada a Ordem Beneditina.

Nessa época, Subiaco começou a ser visitada por pessoas importantes de Roma que traziam os filhos para serem educados segundo o espírito beneditino. Dentre estes, o Santo abade recrutou dois de seus melhores discípulos: São Mauro e São Plácido.

Morreu de pé, como valente guerreiro

O santo Abade anunciou com meses de antecedência a data de sua morte. Seis dias antes, mandou preparar a sepultura. Logo foi atacado por violenta febre. Como a enfermidade se agravava cada vez mais, no dia anunciado fez-se conduzir ao oratório onde, fortalecido pela recepção da Santíssima Eucaristia e apoiado nos braços de seus discípulos, morreu de pé com as mãos levantadas aos Céus e os lábios pronunciando a última oração.

São Bento, rogai por nós!


Fonte: Revista Arautos do Evangelho

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RENOVAÇÃO DO COMPROMISSO DOS TERCIÁRIOS DOS ARAUTOS DO EVANGELHO DE SALVADOR

Na tarde deste sábado, dia 08 de julho de 2017, ocorreu na sede dos Arautos, em Lauro de Freitas, a renovação do compromisso dos Cooperadores dos Arautos do Evangelho.  

Durante a Santa Missa, o Padre Carlos Tonelli, EP convidou um terciário para a realização deste propósito que, juntamente com os demais, fizeram a leitura do compromisso. Em seguida, os Cooperadores assinaram a renovação do ato de entrega a Jesus pelas mãos de Nossa Senhora.

“Que unidos no amor de Deus, possamos olhar para Maria, Mãe e Mestra para cada um de nós. Fervorosa no espírito serviu o Senhor; alegre na esperança, forte na tribulação, perseverante na oração (Rm 12, 11-13). Nela se refletem e se renovam todos os aspectos do Evangelho e todos os carismas da vida consagrada. Sustente-nos no empenho diário, de tal modo a fazer dele um esplêndido testemunho de amor”.

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CERCA DE DUZENTOS FIÉIS SE CONSAGRAM A JESUS PELAS MÃOS DE MARIA

Após preparação orientada pelos Arautos do Evangelho, cerca de 200 pessoas fizeram a solene Consagração a Jesus pelas mãos de Maria, segundo o método de São Luís Maria Grignion de Montfort na Paróquia Nossa Senhora do Resgate, em missa celebrada por Pe. Carlos Tonelli, EP e concelebrada por Padre Paulo Avelino Gomes, pároco desta igreja no bairro do Cabula em Salvador. Depois de recitarem o ato de consagração a Nossa Senhora, assinaram o compromisso.

No ano mariano – 100º aniversario das aparições em Fátima e 300º de Nossa Senhora Aparecida – um número expressivo de pessoas vem procurando estarem mais próximo de Nossa Senhora como filhos e escravos de amor, para que melhor possam pertencer ao Seu Filho, Jesus.

A consagração a Nossa Senhora consiste em a pessoa dar-se a Ela, procurando imitá-La e também servi-La.

A seguir, fotos da consagração na Paróquia Nossa Senhora do Resgate.

Entrega das lembranças aos consagrados

Agradecimento do pároco Paulo Avelino ao coral dos Arautos que animou a Celebração

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COMUNICADO DE ESCLARECIMENTO DOS ARAUTOS DO EVANGELHO

COMUNICADO DE ESCLARECIMENTO DOS ARAUTOS DO EVANGELHO

No dia de hoje, 7 de julho de 2017, apareceu nas mídias sociais dos Arautos do Evangelho uma publicação com o seguinte título:

Manifesto Denúncia – Visita canônica ou inquisição farisaica? – Querem destruir a Igreja e isto não podemos permitir!

Esclarecemos que este texto é de responsabilidade única, exclusiva e pessoal de seu(s) autor(es), cuja identidade ainda desconhecemos. Ele não representa o pensamento dos Arautos do Evangelho, e foi divulgado sem o conhecimento da sua direção, utilizando-se indevidamente da plataforma informática da entidade. As devidas medidas investigativas estão em andamento para esclarecer o ocorrido e, no respeito à liberdade de opinião, dissociar pontos de vista individuais com a posição de nossa Instituição.

Pe. Hamilton José Naville, EP

Coordenador de imprensa e mídia social
dos Arautos do Evangelho

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EM PASSEIO DE FÉRIAS, JOVENS VISITAM A ILHA DE ITAPARICA

Certa vez, ao Pe. José de Anchieta, estando na ilha de Itaparica, sentado num tição atendendo uma índia enferma, ofereceram um tronco melhor. Com seu dom de profecia, negou dizendo que estavam preparando-lhe outro assento e, portanto, não quereria. Dentro de pouco, chega do continente uma carta nomeando-o provincial de Salvador. Neste local palmilhado pelo incansável Apóstolo do Brasil, era necessário conhecê-lo de perto. Foi o passeio de férias dos Arautos do Evangelho de Salvador. O grupo foi recebido no CTL pela comunidade dos Oleiros do Senhor.

Depois da Santa Missa celebrada na sede Nossa Senhora da Reconquista e São Domingos, tomamos a balsa que nos leva até a ilha que dista cerca de 13 km de Salvador. Ela foi descoberta por Américo Vespúcio, em 1501, e colonizada a partir de 1510, destacando-se a vinda do navegador português Diogo Álvaro Correia, o Caramuru.

Igrejas antigas, como a do Santíssimo Sacramento e a de São Lourenço foram visitadas, além do Forte de São Lourenço (alvenaria erguida de pedra cal em 1711 pelo governo geral de D. Lourenço de Almada) e da Fonte da Bica, que fornece a seus moradores 46 mil L de água mineral por dia. Foram nos estaleiros de Itaparica que se armou a primeira quilha da Marinha de Guerra do Brasil. As atividades encerraram com uma ida à Nazaré para ver o Cristo e sua famosa via Sacra.

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SOTEROPOLITANOS CELEBRAM A REINAUGURAÇÃO DO ÓRGÃO DE TUBOS DO SANTUÁRIO DO BONFIM

O Órgão de Tubos de fabricação francesa datado do século XIX da Basílica Santuário do Senhor do Bonfim, após passar por um período de restauração que durava desde dezembro de 2015, enfim, será reinaugurado.

Soteropolitanos celebram a reinauguração do Órgão de Tubos do Santuário do Bonfim.jpg

No próximo dia 8 de julho, às 18h, o templo católico recebe o bispo auxiliar da Arquidiocese de Salvador, Dom Gilson Andrade da Silva, assim como autoridades civis e eclesiástica para esta ocasião considerada especial para os fiéis soteropolitanos.

Sobre a conclusão do restauro do Órgão, o reitor da Basílica Santuário do Senhor do Bonfim, Padre Edson Menezes da Silva, ressaltou a importância da reinauguração da peça.

Segundo o sacerdote, “há aproximadamente 70 anos o Órgão de Tubos da Igreja do Senhor do Bonfim estava em silêncio. Agora, depois de um longo processo de restauração, voltará a tocar. Estamos devolvendo aos fiéis e ao povo baiano um belo e tradicional instrumento musical, que tornará as Celebrações Eucarísticas mais solenes e festivas, como também podemos a partir de agora programar alguns concertos e isso deixará nossa programação cultural mais rica. Agradecemos ao Senhor do Bonfim por esse presente!”.

A reinauguração será ainda mais marcante, uma vez que o momento está inserido nos festejos dos 263 anos da Basílica, ocorrido em 24 de junho passado, conforme informou o juiz da Devoção do Senhor do Bonfim, Francisco José Pitanga Bastos.

“Nesses 263 anos da nossa Basílica, a Devoção do Senhor do Bonfim, ao restaurar esse importante instrumento musical, evidentemente está dando um presente ao povo da Bahia, quer seja católico ou de outra religião. Um presente que envolve a cultura e a religiosidade e que reintegra a nossa Igreja do Bonfim como um centro difusor da cultura do Estado da Bahia e do Brasil”, afirmou Francisco.

O juiz ainda destacou a qualidade que tem a Basílica do Bonfim em possuir um extenso acervo de peças de arte:

“Nossa Basílica é um repositório de arte religiosa e popular, além de ser um santuário em que se guarda, envolta na tradição, o que de mais emocional e autêntico existe na alma da gente baiana. No Bonfim há muito para ser mostrado ao forasteiro, assim como ao próprio filho da terra que ainda não tenha tido a oportunidade de apreciar com indispensável vagar relíquias e peças de valor existentes na Basílica. Entre elas podemos apontar o nosso Órgão de Tubos Franceses”.

O instrumento desembarcou à Basílica Santuário do Senhor do Bonfim no ano de 1854 através de Feliciana Maria de Britto Lopes Alves.

Conhecido como um dos poucos na Bahia desse modelo, a peça possui 430 centímetros de altura e 224 centímetros de largura. Com o passar do tempo, o instrumento deixou de funcionar devido à ação de cupins.

O dia da reinauguração do Órgão terá uma programação que contará com uma Santa Missa marcada para às 17h. Após, o bispo auxiliar Dom Gilson abençoará o instrumento e, por fim, será tocado o Hino do Senhor do Bonfim. (LMI)


Fonte: gaudiumpress.org, no link http://www.gaudiumpress.org/content/88411#ixzz4m6JlXITK

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A DEVOÇÃO AO SANGUE DE CRISTO E SEU SIGNIFICADO

O mês de julho é dedicado à devoção do preciosíssimo Sangue de Cristo, derramado pelo perdão dos nossos pecados. São João Batista apresentou Jesus ao mundo dizendo: “Eis o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo 1,29). Sem o Sangue desse Cordeiro não há salvação”.

Sem o Sangue do Cordeiro não há salvação

Em toda a celebração eucarística, de fato, torna-se presente, juntamente com o Corpo de Cristo, o seu precioso Sangue da nova e eterna Aliança, derramado por todos em remissão dos pecados (cf. Mt 26, 27).

O Sangue de Cristo representa a Sua Vida humana e divina, de valor infinito, oferecida à Justiça divina para o perdão dos pecados de todos os homens de todos os tempos e lugares. Quem for batizado e crer, como disse Jesus, será salvo (Mc 16,16) pelo Sangue de Cristo.

Em cada Santa Missa a Igreja renova, presentifica, atualiza e eterniza este Sacrifício de Cristo pela Redenção da humanidade. Em média, a cada quatro segundos essa oferta divina sobe ao Céu em todo o mundo. É o Sangue e o Sacrifício do Senhor oferecido ao Pai para satisfazer a Justiça divina ferida por nossos pecados.

Este Sangue está presente na Eucaristia: Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus. Na Comunhão podemos ser lavados e inebriados pelo Sangue redentor do Cordeiro sem mancha que veio tirar o pecado de nossa alma.

Adorar o Sangue de Cristo

Mas é preciso parar para adorá-lo no Seu Corpo dado a nós. Infelizmente muitos ainda comungam mal, com pressa, sem Ação de Graças, sem permitir que o Sangue Real e divino lave a alma pecadora e doente.

O Catecismo da Igreja ensina que mesmo que o mais santo dos homens tivesse morrido na cruz, seria o seu sacrifício insuficiente para resgatar a humanidade das garras do demônio; era preciso um sacrifício humano, mas de valor infinito. Só Deus poderia oferecer este sacrifício; então, o Verbo divino, dignou-se assumir a nossa natureza humana, para oferecer a Deus um sacrifício de valor infinito.

A majestade de Deus é infinita; e foi ofendida pelos pecados dos homens. Logo, só um sacrifício de valor infinito poderia restabelecer a paz entre a humanidade e Deus.

Justificados pelo Sangue de Cristo

Hoje esse Sangue redentor de Cristo está à nossa disposição de muitas maneiras. Em primeiro lugar pela fé; somos justificados por esse Sangue ensina São Paulo:

“Mas eis aqui uma prova brilhante de amor de Deus por nós: quando éramos ainda pecadores, Cristo morreu por nós. Portanto, muito mais agora, que estamos justificados pelo seu Sangue, seremos por ele salvos da ira” (Rm 5, 8-9).

São Pedro ensina que fomos resgatados pelo Sangue do Cordeiro de Deus mediante “a aspersão do seu sangue” (1Pe 1, 2). “Porque vós sabeis que não é por bens perecíveis, como a prata e o ouro, que tendes sido resgatados da vossa vã maneira de viver, recebida por tradição de vossos pais, mas pelo precioso Sangue de Cristo, o Cordeiro imaculado e sem defeito algum, aquele que foi predestinado antes da criação do mundo.” (1Pe 1,19).

Sinal do sangue, nenhum outro é tão eloquente

O Papa João Paulo II disse que: “O sinal do “Sangue derramado”, como expressão da vida doada de modo cruento em testemunho do amor supremo, é um ato da condescendência divina à nossa condição humana. Deus escolheu o sinal do sangue, porque nenhum outro sinal é tão eloquente para indicar o envolvimento total da pessoa”.

O Papa Bento XIV (1740-1748), ordenou a missa e o ofício em honra ao Sangue de Jesus, que foi estendida à Igreja Universal por decreto do Papa Pio IX (1846-1878). São Gaspar de Búfalo propagou fortemente esta devoção, tendo a aprovação da Santa Sé; foi o fundador da Congregação dos Missionários do Preciosíssimo Sangue – CPPS, em 1815. Nasceu em Roma aos 06 de Janeiro de 1786.

O Sangue de Cristo representa a Sua Vida humana e divina, de valor infinito, oferecida à Justiça divina para o perdão dos pecados de todos os homens de todos os tempos e lugares. “Isto é meu sangue, o sangue da Nova Aliança, derramado por muitos homens em remissão dos pecados” (Mt 26, 28).

O Sangue do Senhor nos libertou do pecado

Assim, o Sangue do Senhor nos libertou do pecado, da morte eterna e da escravidão do demônio. São Paulo diz: “Portanto, muito mais agora, que estamos justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira” (Rm 5,9). Por seu Sangue Cristo nos reconciliou com Deus: ” por seu intermédio reconciliou consigo todas as criaturas, por intermédio daquele que, ao preço do próprio sangue na cruz, restabeleceu a paz a tudo quanto existe na terra e nos céus” (Cl 1,20).

Com o seu Sangue Cristo nos resgatou, nos comprou, nos fez um povo Seu:
“Cuidai de vós mesmos e de todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo vos constituiu bispos, para pastorear a Igreja de Deus, que ele adquiriu com o seu próprio sangue”(At 20,29). “Por esse motivo, irmãos, temos ampla confiança de poder entrar no santuário eterno, em virtude do Sangue de Jesus” (Hb 10,19).

Sangue do Redentor: na Eucaristia, na Confissão

Este Sangue redentor está à nossa disposição também no Sacramento da Confissão; pelo ministério da Igreja e dos sacerdotes o Cristo nos perdoa dos pecados e lava a nossa alma com o seu precioso Sangue. Infelizmente muitos católicos ainda não entenderam a profundidade deste Sacramento e fogem dele por falta de fé ou de humildade. O Sangue de Cristo perdoa os nossos pecados na Confissão e cura as nossas enfermidades espirituais e psicológicas.

Este Sangue está presente na Eucaristia: Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus.
“O cálice de bênção, que benzemos, não é a comunhão do Sangue de Cristo? E o pão, que partimos, não é a comunhão do corpo de Cristo? Do mesmo modo, depois de haver ceado, tomou também o cálice, dizendo: Este cálice é a Nova Aliança no meu sangue; todas as vezes que o beberdes, fazei-o em memória de mim. Portanto, todo aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor indignamente será culpável do corpo e do sangue do Senhor” (1 Cor 10,16-27).

Sangue de Cristo, mártires, viver como Ele

É pelo Sangue de Cristo que os santos e os mártires deram testemunho de sua fé e chegaram ao céu:
“Meu Senhor, tu o sabes. E ele me disse: Esses são os sobreviventes da grande tribulação; lavaram as suas vestes e as alvejaram no Sangue do Cordeiro” (Ap 7,14).”Estes venceram-no por causa do Sangue do Cordeiro e de seu eloquente testemunho. Desprezaram a vida até aceitar a morte” (Ap 12, 11).

É pelo Sangue derramado que Ele venceu e se tornou Rei e Senhor:

“Está vestido com um manto tinto de Sangue, e o seu nome é Verbo de Deus…” (Ap 19,13-16).

O Sangue de Cristo por nós derramado deve nos levar a viver como Ele viveu. Como disse a Carta aos hebreus:

“Portanto, irmãos, já que pelo Sangue de Cristo temos uma fundada esperança no acesso ao santuário… atendamos uns aos outros, para nos estimularmos à caridade e às boas obras… ” (Hb 10, 19.24).

Por estes e tantos outros motivos precisamos cultivar em nós a fé e a devoção ao Preciosíssimo Sangue de Jesus Cristo e colher as inúmeras bênçãos que o Senhor têm para distribuir em nossas vidas.

 


Fontes:
Gaudium Press
Por Prof. Felipe Aquino
(in “Você conhece o poder do Sangue de Cristo?”, Ed. Cléofas -Subtítulos nossos)
Fotos retiradas do
http://catolicaconect.com.br/2017/07/05/franciscanos-na-terra-santa-celebram-a-festa-do-sangue-de-jesus-com-um-gesto-especial/

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ARAUTOS NO MUNDO: O BISPO DE SAN LOURENZO COM OS ARAUTOS EM YPARACAÍ

No dia 30 de junho, Mons. Joaquín Hermes Robledo, bispo diocesano de San Lourenzo e Secretário da Conferência Episcopal do Paraguai, durante uma solene celebração Eucarística, abençoou e colocou a Pedra Fundamental na igreja de Nossa Senhora do Bom Conselho, dos Arautos do Evangelho em Ypacaray, Assunção. Nesta igreja, em construção, a Pedra foi enterrada no local onde ficará o altar  maior. O bispo, em suas palavras, animou ao seleto público, constituído por Arautos, amigos e vizinhos a continuar e concluir esta obra chamada a ter muita repercussão pastoral entre os fiéis.  

Dentro da urna, foi colocada a ata desta celebração assinada por Dom Joaquim e autoridades presentes, a planta da igreja, uma Medalha Milagrosa, outra de são Bento, uma pequena imagem de Nossa Senhora do Bom Conselho e de são Lourenço, padroeiro da Diocese, um exemplar da revista dos Arautos do Evangelho e um volume do livro “O Inédito sobre os Evangelhos” de autoria do nosso Fundador, Mons. João S. Clá Dias. 

No decorrer da cerimônia, Mons. Robledo percorreu a nave da igreja em construção, abençoando as colunas e toda a sua volta. Após a Eucaristia, em seu zelo de Pastor, conversou animadamente com todos os presentes antes de participar da refeição que lhe fora oferecida.

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SÁBADO REPARADOR DE JULHO: NOVOS CONSAGRADOS A JESUS PELAS MÃOS DE MARIA SANTISSÍMA

Em Missa celebrada na sede dos Arautos do Evangelho em Salvador, 38 fiéis realizaram sua consagração a Jesus pelas mãos de Maria, segundo o método de São Luís Grignion de Montfort.

Após a homilia, os neo-consagrandos rezaram a fórmula da consagração. Em seguida, aproximaram-se da imagem de Nossa Senhora e, segurando a faixa azul que pendia das mãos da imagem de Nossa Senhora, rezaram “Ó minha Senhora e minha Mãe, sou todo vosso e tudo o que tenho Vos pertence”

São Luís Grignion de Montfort fez lindíssimas previsões sobre uma fase histórica toda dedicada a Maria, por meio da qual se instauraria o verdadeiro reinado de Cristo. Mas seus contemporâneos não lhe deram crédito, ficando sua figura muito tempo relegada ao esquecimento.

Na atualidade, o crescente número de devotos de São Luís Grignion parece ser muito significativo da iminência de grandes acontecimentos. Com efeito, como sói acontecer com as profecias, os sinais se multiplicam na medida da proximidade de sua realização.

Este sintoma talvez não seja alheio ao fato de estarmos no centésimo aniversário das aparições da Virgem Santíssima na Cova da Iria. Haverá alguma íntima relação entre a devoção pregada por São Luís Grignion e os acontecimentos prenunciados em Fátima, entre estes o triunfo do Imaculado Coração de Maria? Tudo leva a crer que sim, pois em ambos os casos se prognostica o estabelecimento do Reino de Nossa Senhora sobre a terra e os corações, algo que constitui por certo uma constante nas profecias, entre as quais devemos contar o Pai-Nosso: com efeito, uma oração ditada pelo próprio Deus só pode ser uma promessa de realização.” (Revista Arautos do Evangelho, 184 – Abr 2017.

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ARQUIDIOCESE DE SALVADOR PUBLICA NOTA DE ESCLARECIMENTO DOS ARAUTOS DO EVANGELHO

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Aos meus conterrâneos e irmãos em Cristo,

Saudações afetuosas em Jesus e Maria!

Temos recebido de várias partes manifestações de solidariedade a respeito de vídeos e de notícias envolvendo o nome dos Arautos, de seu Fundador e de uma visita apostólica. As coisas complicadas tornam-se simples quando explicadas à luz da verdade.

Trata-se de vídeos antigos, os quais foram subtraídos de modo indevido, com divulgação alterada. A Associação Arautos do Evangelho tomou as providências necessárias, à luz da Teologia Católica e segundo os princípios do Direito Canônico, e deu o assunto como encerrado.

Quanto à renúncia do Fundador, já estava prevista há certo tempo e se efetivou com serenidade, também de acordo com os fundamentos do Direito Canônico. Com efeito, tendo em vista o grande crescimento e proporção atingidos pela obra nascida de suas mãos, Mons. João Scognamiglio Clá Dias julgou por bem se elevar à posição de mediador junto a Deus pelos seus, a fim de que um de seus filhos espirituais continue a obra por ele começada. Contudo, não caberá a um outro a missão de pai, pois o papel dele junto a seus filhos é insubstituível, uma vez que ele foi por Deus constituído como verdadeiro modelo e guia, ademais de guardião deste carisma.

No que diz respeito à visita apostólica, ela pode ocorrer em qualquer momento junto a um instituto religioso. É fato natural, visa ajudar nas orientações e objetivos em todos os níveis.

Por fim, concluímos com Santo Irineu, afirmando que “a diversidade de carismas, os ministérios, a glorificação do Pai, tudo isto, como uma sinfonia bem composta e harmoniosa, Ele [Jesus] manifestou aos homens, no tempo próprio, para seu proveito. Porque onde há composição, há harmonia; onde há harmonia, tudo acontece no tempo próprio; e quando tudo acontece no tempo próprio, há proveito.” (Do Tratado contra as heresias, de Santo Irineu, bispo, Lib. 4, 20, 6)

Na Solenidade dos Apóstolos Pedro e Paulo, renovamos nossa total fidelidade à Cátedra de Pedro, e confirmamos nossa adesão ao Magistério, com o coração e com o labor em prol da salvação das almas.

São Paulo, 29 de junho de 2017.

Pe. Alex Barbosa de Brito, EP

Conselheiro


Fonte: http://arquidiocesesalvador.org.br/site/?p=4799

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